Uma semana muito louca - IV

Um conto erótico de Lipe
Categoria: Gay
Data: 27/01/2020 00:15:29
Nota 10.00

Capítulo 4 - Quarta-feira

Acordei me sentindo leve. Vi meus comprimidos e os ignorei. Tomei banho mais uma vez no vestiário e voltei para casa. Ravi estava na cozinha.

— Bom dia amor. — Ele disse. — Não está meio atrasado.

— Acordei hoje deixando as coisas fluírem no meu tempo. — Eu disse. Abri a geladeira e peguei um doce.

— Cuidado com isso. Não quer ficar acima do peso. — Ravi disse.

— Olha quem fala. Porque não se olha no espelho. Sabe o que eu estava me perguntando Ravi? Será que você ainda consegue ver o seu pau sem se olhar no espelho? Porque eu consigo ver o meu. — Eu disse. Ravi me olhava sem dizer nada, assustado com a minha audácia. — Vou usar o seu carro, o meu foi rebocado. Me faz um favor, vá buscá-lo.

Saí de casa feliz, não acreditando que eu fiz aquilo, tinha certeza que este seria um ótimo dia.

Entrei no estacionamento da empresa e me deparei mais uma vez com o carro da Larissa Renata na minha vaga. Abri o porta-malas, tirei a chave de roda e caminhei até aquele carro. Quebrei o vidro da porta do motorista, abaixei o freio de mão e tirei o carro da minha vaga. Eu estava terrível.

Entrei no escritório e lá estava ela, fazendo mais um de seus vídeos.

— Oi querida, você que adora um conflito, deixa eu te contar uma coisa. Alguém arrebentou o seu carro. — Eu disse.

— O quê? Não pode ser! — Larissa disse e saiu correndo, o seu câmera foi atrás.

Fred saiu de sua sala e me olhou bravo.

— Agora é assim? Você chega a hora que quer? — Ele disse.

— Cala a boca. — Eu disse entrando na sua sala.

— O que foi? — Ele perguntou assustado.

— Tenho que te falar duas coisas. — Eu disse.

— Fala rápido que só tenho 5 minutos.

— Diga para a sua youtuber para nunca mais usar a minha vaga.

— É isso? Foi só um gesto de boas-vindas.

— Um gesto? E o gesto de me avisar antes?

— Você tem razão. Algo mais?

— Vai me pedir perdão pela humilhação que eu passei na reunião de ontem. — Eu disse.

— Eu te pedir perdão? Vai com calma Lipe. — Ele disse.

— Eu não vou me acalmar. — Eu berrei, do outro lado do vidro as pessoas nos olhavam. — Você não me defendeu naquela reunião diante de um cliente que te deu muito dinheiro graças ao meu trabalho. Então peça desculpas.

— Lipe para com isso. — Ele disse.

— Peça desculpas. — Eu gritei. — Ou vou te processar pelos royalties que me deve por todas as minhas campanhas.

— Vai me processar? — Fred disse com um sorriso irônico. — Publicidade não funciona assim.

— E que merda você acha que sabe de publicidade palhaço? Não sabe nada, herdou tudo. Só serve para pagar almoços para os clientes. — Eu disse.

— O meu trabalho é esse o Networking.

— Faz anos que eu resolvo todos os problemas dessa empresa e você não é capaz de guardar a minha vaga do estacionamento?

— Lipe, tem pessoas olhando, pode se acalmar? — Fred disse. Até Larissa Renata já estava de volta e assustada observava a nossa discussão do outro lado do vidro.

— Você não sabe com quem está lhe dando. Me peça perdão ou eu acabo com você no Facebook, no Youtube, no Instagram e na puta que pariu. — Eu disse indo para cima dele. Fred estava escorado em sua mesa quase caindo para trás, eu próximo, tão próximo que estava colado em seu corpo. Eu me deliciava com aquela situação, apesar de fazer a linha da louca, eu estava feliz. E sentir aquele corpinho gostoso e amedrontado colado em mim, me excitava.

— Perdão, eu sinto muito. — Fred disse. Eu comecei a rir. — O que foi?

— Você quase se cagou. — Eu disse.

— Não. — Ele disse.

— Quase se cagou sim. Mas relaxa. — Eu disse me afastando um passo e o puxando para ficar reto. — Quer saber, você me convenceu.

— Convenci? De quê?

— Eu estou indo embora, eu me demito. Pode enfiar essa agência no seu rabo. — Eu disse saindo da sua sala.

— Lipe, espera. — Fred disse. Mas eu o ignorei.

Larissa Renata ainda assustada, observa tudo. O seu câmera me filmava e eu lhe mostrei o dedo do meio. Saí do prédio sem acreditar em mim, na minha força, na minha fúria. Era tudo tão maravilhoso. Meu telefone tocou, era a Val.

— Oi Val. — Eu atendi.

— Oi Lipe, me desculpa por segunda, eu fui uma idiota. Vamos encontrar, um café?

— Claro, estou bem livre. Estou indo praí. — Eu disse.

Enquanto estacionava o carro próximo ao estúdio de ioga da Val, vi que Paulo estava lá em pé sozinho na porta. Ele me viu e sorriu.

— Oi. — Eu disse. — O que está fazendo aqui?

— Eu vim buscar a Suzi. — Ele disse. — E você veio fazer o que aqui? Veio ver a sua amiga?

— Sim. E o destino nos uniu. E sua futura esposa se acalmou ou continua te enchendo o saco? — Eu disse. Pablo sorriu sem graça.

— Na verdade continua. Ela comprou um vestido menor e agora não conseguiu perder peso. E fica reclamando que a ioga não está funcionando.

— Mas que idiota, ioga é para relaxar e não para perder peso. — Eu disse rindo.

— O que aconteceu com você? — Paulo me perguntou.

— O que? — Perguntei.

— Você está diferente, agressivo, apesar de mais sorridente. — Paulo disse.

— Olha só, quem apareceu tão rápido. — Suzi disse saindo do estúdio da Val e se juntando a nós.

— Olá. — Respondi com um falso sorriso.

— O que faz aqui? — Ela me perguntou.

— Amor, ele veio ver a amiga. — Paulo disse.

— Claro, vocês acham que eu sou uma idiota? — Suzi perguntou irritada.

— Não, idiota não. Uma escrota mesmo. — Respondi sorridente.

— O que? — Suzi perguntou.

— Por que vocês não se acalmam? — Paulo tentou apaziguar.

— Cala a boca. — Suzi disse para o noivo. E se virou pra mim. — Escuta uma coisa...

— Escuta você, ele pode aturar essa menina mimada que você é, mas eu não. Vou te dar um conselho querida. — Eu disse ainda sorrindo e lhe dando uns tapinhas no ombro. Suzi e Paulo me olhavam com os olhos arregalados. — Tem muitos homens babacas no mundo e por alguma razão você encontrou esse homem incrível, raro, especial. Que muitas pessoas fariam de tudo para se casar com ele. Trate-o bem antes que ele se pergunte porque ele iria desgraçar a própria vida se casando com uma mulher como você.

Deixei os dois mudos e de boca aberta, fiz um carinho no rosto do Paulo e me despedi dele.

— Tchau. — Paulo disse sorrindo.

Fui tomar o café com a Val, contei para ela como eu estava me sentindo bem.

— Falo e faço o que eu quero, é maravilhoso. — Eu disse. Val estava mais uma vez com o celular na mão. — Val, estou falando com você.

— Eu escutei, você é uma nova pessoa. — Ela disse.

— Você não vai acreditar. Pedi demissão.

— Que ótimo! — Val respondeu olhando para o celular.

— Valéria, pode olhar para mim enquanto eu falo com você?

— Sim me desculpa, é que ainda estou cheia de problemas.

— Mas você escutou o que eu acabei de dizer?

— Sim.

— Eu disse algo que pra mim é importante. Eu sempre te escuto, sempre te dei atenção você não consegue fazer isso por mim.

— Claro. — Val respondeu.

— Então me diga o que eu disse. — Eu pedi.

— Espera só vou responder essa mensagem. —Val disse e voltou para o celular. Eu arranquei o celular da sua mão.

— Estou cansado disso. Toda vez que nos encontramos você não larga esse celular. — Eu disse.

— Lipe, para com isso, devolva o meu celular. — Val pediu.

— O que tem de tão importante, deixa eu ver. Grupo de Whatsapp das “Amigas da ioga”?

— Sim e daí?

— Não acha que elas podem sobreviver se você ficar 15 minutos sem responder?

— Isso é importante pra mim. — Val disse.

— E a gente? O que eu estou te dizendo aqui, na sua frente, não importa? Você devia ser minha amiga.

— Eu sou, mas é que as meninas estão falando que encontraram com o Raul.

— Para com isso, deixa de ser idiota. Esquece esse Raul. — Eu disse.

— Está bem, cada um lida com os seus problemas, agora me devolva o celular. — Val pediu.

— Toma. — Eu disse jogando o celular na jarra de suco. — Quando quiser levar uma amizade a sério me liga.

Me levantei da mesa enquanto a Valéria tentava salvar o seu celular. Voltei para a casa e lá na porta do prédio estava o mesmo homem da companhia de água.

— Atrasado de novo? — Ele me perguntou.

— Ninguém abriu pra você? — Perguntei.

— Abriu sim, mas eu resolvi ficar aqui em baixo no sol esperando. — Ele disse.

— Eu não acredito. Vem comigo. — Eu disse.

— Não companheiro, meu expediente acabou. — Ele disse.

— Como é que é companheiro? — Eu disse saindo do carro. — Você vai entrar comigo agora e religar essa água.

O homem assustado me seguiu. Entramos em casa e eu escutei um barulho diferente vindo do meu quarto. Um homem gemendo.

— Javier? — Eu chamei. Quando abri a porta era Martin sendo chupado por uma garota enquanto um outro rapaz filmava tudo. — O que estão fazendo?

— Espera já vou terminar. — Martin respondeu.

— Sai daí garota. — Eu disse levantando a menina que estava no chão chupando o Martin. — Que merda estão fazendo no meu quarto.

— É o melhor lugar pra filmar. — Martin disse.

— Como podem fazer isso com essa menina? — Perguntei.

— Aí que careta! Foi ideia minha. Eu quero ser famosa. — A menina disse.

— Vocês não têm vergonha? — Eu disse.

— Por que você não para de se meter na minha vida? Por que não vive a sua? — Martin disse apontando o dedo na minha cara.

Eu peguei aquele dedo e torci. Martin gemeu de dor.

— Eu adoraria cuidar da minha vida, mas eu tenho um problema: você. Por que não vai morar com a sua mãe? — Eu perguntei.

— O que ela tem a ver com isso?

— Você deveria estar na casa dela e não na minha. Mas ela não liga pra você não é?

— Para com isso. — Ele disse.

— Então guarde esse pauzinho e saia do meu quarto. E saiba que você não será um ator pornô com um pauzinho desse tamanho.

Saí do meu quarto enquanto Martin se vestia, o homem da companhia de água ficou na sala escutando tudo. Passei por ele e fui para o quarto que Javier fazia de ateliê. Javier estava sentado jogando videogame.

— Que porra está fazendo? — Perguntei nervoso. Javier se levantou assuntado.

— Nada... É que eu tive um bloqueio. Aí eu comprei um videogame — Ele disse.

— O seu filho está gravando um filme pornô no nosso quarto. — Eu disse.

— O quê? — Ele perguntou rindo.

— Está orgulhoso?

— Não. Mas o que posso fazer?

— É o seu filho, eduque, você fica em casa o dia inteiro.

— Mas eu fico trabalhando. — Ele disse apontando para a sua horrível pintura.

— Mas que merda é essa? — Eu disse me referindo ao seu trabalho.

— É um olho. — Ravi disse.

— Eu sei que é um olho, mas é horrível. — Eu disse. Ravi me olhou espantado. — Você esqueceu do cara da água. Eu tive que forçá-lo a entrar.

— É que...

— É que você ficou aí jogando videogame enquanto seu filho fazia um filme pornô no nosso quarto. Javier você não paga as contas, não vai no supermercado, não faz nem o seu jantar. E nem me dá mais prazer. Você disse que eu teria uma vida de príncipe, mas o que eu virei? A gata borralheira.

— Mas no início foi bom. — Ele disse.

— Só no início né? Talvez os quatro primeiros anos. Mas e os últimos dez? Foram um inferno pra mim. E agora você é um imprestável que não consegue educar o seu filho, faz essas pinturas horríveis e ainda joga videogame porque teve um bloqueio.

— Lipe, meu trabalho é assim. Preciso me inspirar.

— Vai embora. — Eu disse. Não queria mais ouvir a voz dele.

— Pra onde?

— Pra onde quiser. Apenas vai embora.

— Calma, calma, eu fazer o que me pede, vou te ajudar mais.

— Pra mim chega. Você e seu filho podem ir embora. Acabou a moleza.

— Você está estressado? Tomou os seus remédios? — Ele me perguntou.

— Estressado? Eu trabalho 7 dias por semana. Lavo, passo, cozinho, pago todas as contas sozinho. Só falta limpar a sua bunda e a do seu filho, que não me respeita e você faz vista grossa. E você vem me falar de estresse?

— Eu sei que não é culpa sua. Mas tome o remédio amor. Ligue para o seu médico, marque uma terapia. — Ele disse.

— Você está certo amor. Terapia. — Eu disse sendo irônico. Ravi me olhava assustado. — Pintar é uma ótima terapia, não é?

— É sim. — Ravi respondeu com medo. Peguei as tintas e joguei em cima daquele olho horroroso. — Olha eu tenho talento.

— Para com isso Lipe. Está destruindo a minha arte. — Javier disse. — Está louco?

— Sim, muito louco. — Eu disse. Jogando outro pote de tinta. — Veja, tenho talento, mais que você. Junte as suas coisas e vão embora. Agora.

Saí do quarto e vi que Martin e os amigos estavam na porta, eu o olhei bravo e ele entrou para o seu quarto. Enquanto Javier e Martin faziam suas malas, acompanhei o homem da concessionária para religar a água. Ele tinha medo de mim. Religou a água, me agradeceu e pediu desculpas.

Fiquei na porta esperando Javier e o filho irem embora. Assim que saíram, eu tomei uma taça de vinho. Antes mesmo de finaliza-la, Javier tocou o interfone dizendo que havia esquecido o videogame.

— Posso subir aí para pegar ou você traz aqui embaixo? — Ele perguntou.

— Só um minuto que ele já vai descer. — Eu disse.

Peguei o videogame que ele havia acabado de comprar e fui até a janela.

— Ravi. — Gritei. Martin e Ravi olharam para cima. — Pega o seu videogame.

O videogame voou pela janela e se espatifou lá embaixo. Ravi ficou desesperado.

Fui tomar banho, como era bom tomar banho no meu chuveiro de novo. Como era bom o silêncio que estava na minha casa. Comecei a me ensaboar e percebi que eu estava excitado.

— Quer saber? Eu preciso de sexo. — Eu disse para mim mesmo. Saí do banho e baixei um aplicativo de encontros gay. — Vou transar com o primeiro passivo gostoso que eu encontrar.

Baixei um famoso aplicativo. Era um verdadeiro açougue, vários homens gostosos, muitos mostrando apenas o peitoral definido escondendo os seus rostos, conversei com alguns que estavam próximos e que se diziam versáteis ou passivos. Me pediram foto, fui para frente do espelho e reparei que eu não estava nada mal para um homem de 36 anos. A dieta que criei para fazer com o Ravi, mas que apenas eu seguia, tinha surgido efeito, tinha sumido com a minha barriga. Eu já tinha um peitoral um pouquinho definido e apesar de não me raspar a um bom tempo eu tinha poucos pelos pelo corpo.

— Você está gostoso Lipe. — Eu disse para o espelho.

Tirei algumas fotos fazendo várias poses, imitando as que eu via naquele aplicativo, enviei aquela que eu achei menos ridícula. Em 40 minutos um jovem loiro, com um corpo sarado e no auge da sua juventude e do seu tesão bateu na minha porta.

Eu tinha preparado uma comidinha e um vinho.

— Seja bem-vindo. — Eu disse quando abri a porta.

— Valeu. — Disse o jovem.

— Preparei algo pra gente comer. — Eu disse.

— Achei que o prato principal seria eu. — Ele disse vindo em minha direção e me beijando.

Um beijo forte, há anos eu não recebia um beijo assim. O jovem passou a mão pelo meu corpo e pegou no meu pau que cresceu em sua mão.

— Não quer comer? — Eu perguntei.

— Não, eu quero é ser comido. — Ele respondeu com um lindo sorriso no rosto. Me fazendo rir.

— Um vinho então? — Eu perguntei.

— Vinho rola. — Ele respondeu. — Só não posso beber muito porque tenho facul amanhã cedo.

Nos servi um vinho e comecei a conversar com ele. Artur, o nome do rapaz, me contou que estava no último ano da faculdade, tinha 22 anos e morava com os pais. Fazia estágio no período da tarde e estava doido para eu foder o seu cuzinho. Ele não queria papo.

— Tem 14 anos que eu não faço isso. — Eu disse.

— Você não transa há 14 anos? — Ele perguntou assustado.

— Não, que eu tenho um encontro. Estava casado. Mas tem 14 anos que eu não faço ativo.

— Então você deve estar sedento. — Ele disse passando a mão na minha perna até chegar no meu pau.

— Sim, mas eu não sei se me lembro como faz. — Eu disse.

— Sexo é como andar de bicicleta, a gente nunca esquece. — Ele disse e me beijou.

Deixei a minha taça de vinho na mesa e o abracei. Artur tirou a sua camisa e a minha. Eu passava a mão naquela pela clara. Beijei e mordi o seu peito, ele gemia.

Fomos para o meu quarto. Artur tirou o restante da sua roupa e se deitou de bruços na minha cama. Ele tinha uma bela bunda. Também fiquei nu e deitei sobre ele. Massageei aquela bunda e a beijei.

— Que pau lindo você tem. — Artur disse. — Antes de você enfiar ele todo dentro de mim, deixa eu chupar um pouquinho.

Artur colocou o meu pau na boca, fizemos um 69 e eu lambia o seu cuzinho, lisinho, limpinho e apertadinho. Artur me chupava gostoso, se dedicava a cabeça do meu pau e depois se esforçava para engoli-lo todo. Eu gemia enquanto passava a minha língua nas pregas do seu cu. Ele rebolava e me chupava mais rápido.

— Não faça assim, se não eu vou... — Eu disse. Já era tarde. Gozei, enchi a boca do rapaz de porra e ele não parava de me chupar. Ele sugava tudo.

— Que leitinho delicioso. — Ele disse.

Eu lamentei, gozei antes da hora e sabia que iria demorar para ficar duro de novo. Mas dessa vez o meu pau não amoleceu, continuou duro.

— Você tem camisinha? — Ele me perguntou.

Eu não tinha, casado por 14 anos por que eu teria uma camisinha? Corri para o quarto do Martin e achei um pacote. Voltei para o quarto e Artur me esperava sorrindo. Ele sentou na beirada da cama e me puxou para um abraço. Ele sentado e eu em pé, seu rosto estava na altura do meu pau. Artur esfregava o rosto na minha virilha, chupou as minhas bolas e novamente o meu pau. Pegou a camisinha da minha mão, abriu e colocou em mim.

Nos beijamos enquanto eu me deitava sobre ele. Artur levantou as pernas e eu o penetrei na posição de frango assado. Eu segurava as suas pernas para o alto e metia.

— Isso, gostoso, mete mais forte. — Artur me pediu. Eu aumentei a velocidade e ia cada vez mais fundo. — Isso, isso.

Eu via o pau do Artur duro e babando, ele tinha um pau enorme, maior que os meus 18 centímetros. Edu acariciava o pau bem de leve. Ele gemia com os olhos fechados e algumas vezes olhava para mim com um lindo sorriso safado e cheio de tesão.

— Você é uma máquina. — Ele disse depois de um bom tempo.

— Você quer mudar de posição? — Perguntei saindo de dentro dele.

Ele se virou de bruços e eu deitei sobre ele. Ele virou o rosto de lado e nos beijamos. Voltei a meter com força, ele gemia ainda mais, e eu também. Aquele cuzinho apertadinho mordia o meu pau me fazendo quase explodir de tesão.

— Safado, gostoso. — Eu disse dando um tapa na sua perna.

— Isso, bate mais. — Ele pediu.

O safado queria que eu fosse um pouco mais violento. Eu puxei os seus lindos cabelos loiros e o beijei. Dei mais um tapa na sua perna e o puxei para ficar de quatro. Eu saí da cama e fiquei em pé. Ah! Como era gostoso.

Eu puxava o cabelo do Artur, batia em sua bunda e o escutava gemer. Ele ainda mordia o meu pau com o seu cu. Não aguentei, gozei caindo sobre ele e gemendo alto.

— Que delícia. — Ele disse.

Deitei de barriga para cima, incrivelmente o meu pau não descia. Antes que eu pudesse tirar a camisinha cheia de porra, Artur sentou no meu pau e começou a cavalgar. Eu segurei o seu pau e comecei a masturbá-lo. Ele gemia, seu pau pulsava e ele gozou no meu peito.

Artur caiu por cima de mim e me beijou. A porra espalhou por nossos corpos e começamos a sorrir.

— Rola tomar um banho aqui? — Ele perguntou.

— Rola sim. — Eu respondi sorrindo.

Enquanto Artur foi para o banho eu tomei mais uma taça de vinho, ele saiu do banheiro já vestido e foi logo se despedindo.

— Foi muito maneiro. Um tesão. Quando quiser de novo só chamar. — Ele disse.

—Também achei “maneiro”. Não quer ficar para jantar? — Eu perguntei.

— Não, não, valeu. — Ele disse. Fui em sua direção para me despedir e Artur estendeu a mão. Deu um aperto firme e másculo. — Mas é sério man, quando quiser só chamar.

Artur foi embora e eu fiquei com a garrafa de vinho e com o meu jantar. Fui para a cama feliz, satisfeito.

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Paco Katib

Escritor de Contos, Livros e Romances Eróticos Gay (Bi)


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Comentários

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28/01/2020 22:39:26
Estou sem palavras de tão bom que está.......continua os outros contos
27/01/2020 22:46:46
Adorei esse dia do Lipe
27/01/2020 12:07:42
continua assumindo que se ama
27/01/2020 12:07:28
tem se livra de gente que te faz mal. Deve se valorizar e se amar
27/01/2020 10:30:16
Simplesmente Maravilhoso essa Reviravolta. Parabéns Lipe
27/01/2020 10:29:34
Eu tô em choque pois acabei de ler Hoje, é logo hoje nesse capítulo 4, essa reviravolta? É ISSO AÍ MEU IRMÃO, MANO DO CÉU SÓ DE LER E IMAGINAR A CARA DE LIXO DO RAVI E DO MARTINS FOI HILÁRIO. EU AMEIIIII
27/01/2020 02:37:09
SENSACIONAL REVIRAVOLTA. NINGUÉM AGUENTAVA MAIS TABTO SOFRIMENTO. AGORA SÓ PRAZER, AFINAL VC MERECE.
27/01/2020 00:45:12
Aaaaaaaaaaaaaaa Que capítulo maravilhoso Tanta coisa dando certo junta Mds

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