Dona Júlia - mãe do meu melhor amigo.

Um conto erótico de Kosmos
Categoria: Heterossexual
Data: 14/11/2019 02:16:44
Última revisão: 12/12/2019 01:42:48
Nota 9.93

Depois de me tornar um leitor assíduo da casa dos contos resolvi publicar meu primeiro conto.

Eu fui convidado para passar o feriado prolongado na casa de praia dos pais do meu amigo.

Meu nome é Carlos tinha 17 anos nessa época. O meu amigo era o Fabrício e tinha 16.

Júlia, a mãe dele tinha 38 anos. Ela era Morena clara e tinha um corpo de cavalona. Coxas grossas, peituda e uma bunda enorme.

Estava um pouco acima do peso mas não tinha quem não pagasse pau para aquele corpo.

Um dia eu estava jogando vídeo game na casa desse amigo, num determinado momento eu fui ao banheiro urinar e esqueci de trancar a porta.

Foi quando dona Júlia entrou e me flagrou balançando o pinto. Ela pediu desculpas mas percebi que ela deu uma secada no meu pau.

O pai do meu amigo já era um cinquentão e segundo Fabrício, ele era diabético e não se cuidava. Bebia muito e não dava mais no coro. Dona Júlia brigava muito com ele por isso.

O dia da viagem chegou e eu estava louco querendo ver dona Júlia exibir aquele corpão num bikini.

Chegamos na praia quinta feira no final da tarde. Sexta seria feriado. A cidade já estava super movimentada, seus pais saíram pra passear a noite enquanto eu e Fabrício ficamos no game.

Quando deu meia noite nós fomos dormir e seus pais ainda não haviam chegado.

Estava uma noite muito quente e muito barulhenta com tráfego de carros e pessoas. Eu não estava conseguindo pegar no sono.

Quando deu 2 horas da madruga eu escutei os pais do meu amigo chegando e percebi que dona Júlia estava brava com ele, por ele ter bebido muito.

Ouvi ela dizer que não iria se deitar com ninguém bêbado e mandou ele pro nosso quarto.

Fora duas beliches que havia em nosso quarto, tinha também colchões pelo chão.

O pai do meu amigo deixou seu corpo cair num deles e desmaiou de bêbado.

Depois que voltou o silêncio ouvi o barulho do chuveiro ligado. Dona Júlia estava tomando um banho antes de se deitar.

Fiquei imaginando aquela cavalona esfregando o sabonete naquele corpo gostoso e ainda por cima, devia estar numa seca de sexo, segundo confidenciou-me seu filho.

Meu pau começou a ficar duro. Me veio na lembrança o dia que ela me flagrou com o pau na mão, no banheiro de sua casa. Será que ela gostou do que viu?

Só tinha um jeito de saber. Eu resolvi ir pra sala e ficar vendo televisão bem baixinho pra não acordar seu filho, porque seu marido mamado do jeito que tava já era.

Eu estava apenas com um short , sem cueca. Sentei-me no sofá e fiquei de frente pra tv. Quando ela saísse do banho ela teria que passar na minha frente.

Ela saiu enfiada num roupão e percebeu-me no sofá. De pé na minha frente ela falou comigo.

-- Oi Carlinhos, você está sem sono também?

-- Não consegui pegar no sono dona Júlia, tá muito calor.

-- Está mesmo, eu tomei um banho pra refrescar. estava muito suada.

A claridade da tv deve ter revelado a ela que meu pau tinha armado uma barraca enorme. Eu nem tentei esconder minha ereção, queria que ela a visse.

Não deu outra. Ela sentou-se ao meu lado e disse que iria me fazer companhia até o sono bater.

Dona Júlia me contava que tinha expulsado seu marido do quarto porque ele estava suado e fedendo cachaça.

Eu não me contive e falei que se eu fosse o marido dela a essa hora estaria bem agarradinho com ela.

Percebi que ela ficou olhando pro meu pau, ao se lamentar que fazia tempo que seu marido não ficava agarrado nela.

Eu disse a ela que se um dia eu me casar com uma mulher tão linda quanto ela, eu jamais deixaria de fazer o dever de um marido.

Ela me encarou e perguntou se eu a achava bonita. Eu respondi na lata que ela era a mulher mais bonita e gostosa que eu conhecia.

Ela disse que eu estava apenas sendo gentil, que mais tarde na praia com tanta mulher de bikini eu nem lembraria dela.

Peguei a mão dela e coloquei no volume da minha bermuda. Olha só como a senhora me deixa, dona Júlia. Eu sempre bati punheta pensando na senhora.

Ela fechou os dedos em torno do meu pau por cima da bermuda e ficou acariciando ele.

-- Nossa Carlinhos, eu já tinha visto ele mole mas nem imaginava que ele fosse tão grosso e grande assim pra sua idade.

-- Chupa ele então dona Júlia. A senhora deve estar muito carente e eu sempre fui louco pela senhora.

Ela se ajoelhou na minha frente e puxou meu shorts até o joelho e caiu de boca.

Ela estava com tanto tesão que gemia como se eu estivesse metendo na sua buceta, tamanha era a carência daquela cavala.

E como chupava um pau gostoso a mãe do meu amigo. Além das abocanhadas profunda, ela puxava meu pau pra fora da boca e esfregava no seu rosto e nos lábios.

Eu abri o seu roupão de banho e agarrei seus dois peitões, com as rodelas das mamas grande e com os biquinhos duros.

Eu tava louco pra beijar sua boca e chupar seus peitos. Puxei a cabeça dela pra cima e enfiei minha língua naquela boca gostosa e toda babada.

-- Aí Carlinhos como você é gostoso. Eu to louca pra levar sua rola na minha buceta. Vamos pro meu quarto que eu não aguento mais de tesão.

Dona Júlia estava tão doida pra me dar que não tava nem aí pro seu marido e pro seu filho. Me puxou pela mão e foi me conduzindo pro seu quarto.

No caminho eu enfiei minha mão em sua bunda e senti que ela estava toda melada dos sulcos que descia pela sua vagina.

Ela se deitou na cama com o quarto quase escuro e já abriu as pernas. Eu fiz menção em chupar sua buceta mas ela não deixou e pediu pra meter na buceta.

Meu pau entrou fácil de tão escorregadia que estava aquela região. Aquela buceta estava numa fervura danada de boa. Fazia tempo que não levava um pau.

Assim que comecei a socar e tirar meu pau daquele canal, Dona Júlia me abraçou as costas riscando suas unhas na minha pele, tentando me puxar inteiro pra dentro da sua racha.

No meu ouvido dona Júlia incentivava o seu novo amante.

-- Isso Carlinhos, fode minha buceta com força, seu roludo gostoso. Soca seu pintão bem forte. Judia de mim, judia Carlinhos. Eu to adorando dar pra você.

-- Caralho dona Júlia, que buceta quente você tem. Como é bom foder a senhora. Eu sempre sonhei com isso.

Dona Júlia me beijava enfiando sua língua na minha boca. Eu chupava ela e depois invadia a sua boca com a minha língua. E meu pau não parava de foder sua buceta.

-- Ahhhh Carlinhos meu amor, meu amorzinho, você tá me fodendo tão gostoso. Nunca dei tão gostoso assim na minha vida.

-- Eu sonho com sua buceta faz tempo dona Júlia. Se a senhora quiser eu como a senhora todo dia no lugar do seu marido.

-- Eu quero, eu quero muito. Daqui pra frente vou deixar só você me foder meu amor.

Ao ouvir que ela seria minha amante e que deixaria só eu passar a vara na sua buceta, eu comecei a afundar meu pau nela com mais força e mais rápido.

Gozamos juntos nos beijando para que nossos gemidos fossem abafados. Dona Júlia ficou mais tempo que eu se contorcendo de prazer. Parecia que estava tendo orgasmo múltiplo.

Saí de cima dela e me deitei ao seu lado. Ficamos abraçados e nos beijando até nossa vontade de foder de novo voltasse.

Ela pediu para que eu fosse no meu quarto, onde seu marido e seu filho dormia, pra ver se estava tudo tranquilo. Enquanto isso ela ia tomar outro banho.

Devia ser umas 3:30 hs da manhã e tudo estava bem calmo. Quando ela terminou seu banho e fui e tomei um também.

Na volta pro seu quarto eu conferi mais uma vez se todos dormiam e voltei pros braços dela.

-- Vem cá Carlinhos, agora eu vou querer que você me chupe.

Nem precisava mandar, assim que eu cheguei já a vi com a pernas abertas e fui direto lamber sua buceta.

Ela tinha aparado os pelos deixando-os bem cerrados junto a pele. Devia ser pra usar o bikini.

Dona Júlia tinha uma buceta carnuda. Os grandes lábios eram bem salientes, fazendo com que a cona ficasse estufada.

Apesar dos meus 17 anos, eu já havia chupado muito a bucetinha duma namoradinha que desvirginei há um tempo atrás.

Eu sabia onde deveria lamber por mais tempo e com mais pressão.

Dona Júlia gemia e me confessava que seu marido nunca a chupou assim. Depois ela puxou-me para o seu lugar e veio com sua a boca doce, com lábios bem formados chupar meu pau novamente.

Ela já não tinha o mesmo ímpeto da primeira vez, mas engolia, esfregava e se babava toda.

Sua língua quente e úmida não parava de descer até minhas bolas e subir até a cabeça do meu pau.

Ela trepou no meu corpo, passando uma coxa de cada lado e encaixou meu pau na sua buceta. Depois foi descendo o corpo até sua bunda encostar nas minhas coxas.

A penetração foi total, meu pau ficou dentro do seu canal vaginal por inteiro. Depois ela passou a cavalgar apoiando suas mãos nos meus ombros.

Seus peitões ficaram chacoalhando pra frente e pra trás logo acima do meu rosto. Eu fazia pressão com minhas mãos em suas costas para que seus peitos chegassem à minha boca e chupava-os como se fosse bebê.

Ela encosta sua boca no meu ouvido e sussurrava-me

-- O seu pau é tão gostoso Carlinhos, bem maior que do meu marido.

-- De agora em diante ele é todo seu meu amor.

-- Ahhh que gostoso. Como é bom sentir ele bem no fundo da minha buceta.

Dona Júlia aumentou o sobe e desce, falou baixinho que ia gozar novamente mas pediu pra mim não gozar.

E novamente nos beijamos na hora do orgasmo. Esse também foi demorado.

Dona Júlia ergueu seu corpo e ficou de quatro pra mim. Que raba enorme e durinha era aquela.

Fui com tudo pra cima e engatei meu na sua buceta de novo. Agarrei-a pela cintura e comecei socar meu pau que nem doido pra dentro dela.

O barulho do choque daquela bunda na minha virilha plac plac plac plac foi muito alto e nós nem aí pro perigo.

Logo dona Júlia começou a gemer num outro orgasmo. Ela jogava sua rabeta pra trás pro meu pau tocar no seu útero e gemia sem parar.

-- ahhhhhh Caralho que gostoso esse pau Carlinhos, eu to gozando, to gozando. Que gostosooooooooo.

Dona Júlia não parou por ai, senti sua mão pegar no meu pau por baixo do seu corpo, e direcionar a cabeça na entrada do seu cuzinho.

-- Carlinhos, eu quero sentir ele dentro do meu cu agora. Mas você tem que fazer devagarzinho pra não me machucar. Lambuza meu buraquinho com cuspi antes.

Eu não acreditei que iria comer aquele cu gostoso da dona Júlia. Já havia batido muitas punhetas pensando nele.

Enchi minha boca de saliva e depositei na entrada daquele buraquinho, depois encostei a cabeça do meu pau e comecei a forçar bem devagar.

Senti que Dona Júlia ajudava a penetração rebolando aquela raba bem devagar. E aos poucos, apesar dos gemidos de dor dela, meu pau foi entrando dentro daquele cuzinho apertado.

Assim que ela sentiu a cabeça atravessar seu esfíncter, ela pediu para esperar um pouquinho. Começou a respirar bem fundo e foi empurrando a bunda pra trás.

Quando minhas bolas bateu na sua buceta ela recuou. Depois pediu pra que eu começasse a fode-la.

No começo fui devagar e abria sua bunda com minhas mãos pra ver meu pau sumir naquele toba.

Depois não me aguentei e passei a socar com força. Enquanto na buceta eu sentia meu pau parar no seu útero, no cu não tinha uma faixa de chegada.

Eu tentava socar cada vez mais fundo e mais forte. Dona Júlia a essa altura já estava com seu buraquinho dilatado. Esfregava os dedos no seu grelo e gemia gostoso.

-- Ai que gostoso. Meu cuzinho tá pegando fogo Carlinhos. Eu to adorando levar no cuzinho. Ahhh mete mais, seu gostoso.

As pancadas do nosso corpo de novo se fazia ouvir plac plac plac plac. Sentia que seu cu não oferecia mais nenhuma resistência.

Meu pau entrava e saia bem rápido. Eu não estava mais conseguindo me controlar. Queria ficar fodendo aquele cu até amanhecer mas o tesão era intenso demais. Por fim...

Gozei! Gozei muito naquele cu. Dessa vez meu orgasmo competia com os dela, pela intensidade e duração. Queria gritar bem alto mas me contive. Fiquei segurando sua bunda contra meu corpo até que ela gozou também manipulando seu grelo.

Cai com meu corpo em cima dela beijando seu pescoço e seu rosto suado.

-- Dona Júlia... obrigado. Você nem imagina o quanto eu gozei gostoso.

-- Ah Carlinhos, você mete tão gostoso. Adorei ver você gozar muito no meu cu.

-- A senhora vai querer que eu coma ele mais vezes?

-- Você tem dúvida? Não viu o quanto eu gozei.?

Essa foi nossa primeira transa. Teve outras nessa mesma viagem e muitas depois que voltamos para sampa.

Um dia meu amigo descobriu que eu traçava a mãe dele e rompeu nossa amiza.

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Comentários

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03/12/2019 08:32:20
Putz!... Viajei no tesão nessa tua transa com a mãe do amigo. Um garotão tarado e uma coroa carente ajuntou a fome com a vontade de comer. RsrSrs... Dez pra você... Escrevi há pouco um relato em como fui encoxada no trem e se você comentar, eu vou ficar bem feliz. Bjs=-)
03/12/2019 08:27:10
Delicia
21/11/2019 13:13:56
Dizem que panela velha é que faz comida boa. Como vc constatou com essa mãe do amigo. Essa dona Julia com certeza viveu momentos inesquecíveis tendo vários orgasmos até no anal. Agora vai jogar no meu time. Rsss. Venha me visitar e ler como a primeira vez do filho da amiga foi comigo. Bjs.
20/11/2019 06:50:13
Ah, esses filhos de amigas. Que tentação. Rs. Se você tinha tesão por essa dona Julia, com certeza, a mãe do teu amigo já tinha notado você também. Essa flagra no banheiro para ver teu bilau desconfio até que foi proposital. Ainda mais tendo um marido chegado na bebida e que não dá mais no coro. Gostei da narrativa muito excitante. Deixo nota máxima com louvor e convite para vir ler minhas aventuras. Beijos.
17/11/2019 12:48:26
Antes de mais nada, obrigado pelas vezes que você comentou nos meus contos. Você trouxe uma história muito antiga e atual que resiste ao tempo. Quem nunca morreu de vontade de comer a mãe de algum amigo? Sua narrativa foi gostosa e excitante. Parabéns cara. nota 10
17/11/2019 04:13:58
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16/11/2019 17:54:50
Delicia, menino! Adoro histórias assim de maduras com rapazes jovens. Me imaginei no lugar dessa Julia e fiquei com a pepeka toda úmida. Eu também já deixei um amigo do meu filho me sodomizar. Deixo a nota 10 e convite para visitar meus relatos. Para achar, clique em Coroa Libertina. Beijos da Vanessa.
14/11/2019 19:44:26
excelente
14/11/2019 12:42:02
Adorei continua assim obrigado
14/11/2019 11:05:01
Bom conto.
14/11/2019 09:33:53
Belo enredo
14/11/2019 08:15:31
Excelente
14/11/2019 06:41:10
Que história gostosa
14/11/2019 06:15:59
Que tesão de conto
14/11/2019 04:21:23
Delicioso. Nem imagina como fiquei agora lendo teu conto. Estou toda melada, com vontade de abrir as pernas.

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