Sequestro Relampago

Um conto erótico de Menduim
Categoria: Homossexual
Data: 21/07/2019 03:07:00
Última revisão: 12/08/2019 22:30:13
Nota 10.00
Assuntos: Gay, Homossexual

Oi pessoal da casa dos contos, meu apelido é Menduim, foi meu pai que colocou por causa da minha altura, eu tenho 1,55m; cabei de fazer 16, sou estudante, e moro no RJ. Eu não sou nenhum escritor, geralmente eu só fico lendo os contos e os relatos mas eu vou tentar contar algumas coisas pra vocês.

Eu faço academia, estou sempre na praia e tomo alguns suplementos passados pelo médico mas parece que não vou crescer mais que isso. Bom, pelo menos eu não sou tão feio, meus cabelos são meio loiros, eu acho que queimados do sol, e como eu moro perto da praia e sempre pego onda nos finais de semana ou então estou na academia, tenho um corpo legal. Meus olhos são castanhos claros e minha pele é branca mas por causa do sol e do mar eu tenho uma corzinha bacana.

Então tipo, apesar da desvantagem da altura eu até que não sou de se jogar fora, e pra completar um pouco mais minha sorte meu pau tem mais ou menos 17cm, que com o meu tamanho faz parecer que é bem maior do que realmente é, tipo minha vida não é tão ruim.

Minha família é simples mas a gente tem uma vida confortável, eu tenho um irmão dois anos mais velho, o Rafael que tem 18 anos e a gente se dá muito bem, eu tenho amigos, sou de boa e nunca me meti em confusão. Minha experiência sexual é quase nenhuma, eu perdi minha virgindade com 14 anos com uma prima e depois nunca mais rolou nada, acho que eu sou meio lerdo pra esses lances de namoro. Como vocês estão vendo tudo super normal e taus até que um dia o azar decidiu bater na minha porta.

Meu bairro fica perto de um certo morro mas nunca aconteceu nada de muito grave, mas a gente sabe que tem uns caras barra pesada que moram por aqui. Eu vinha tranquilo da casa de uns amigos depois de um dia na praia, era por volta das 20h eu acho, quando escuto o barulho de uma moto se chegando. Eu confesso que não tive medo, como eu disse aqui é muito de boa mas eu me arrependi de não ter corrido.

- Ei leke, qual é a rua Gávea?

- Tá meio longe, vc vai direto aqui nessa rua e no final dobra a esquerda, daí só ir direto novamente.

- Faz assim, sobe aqui e me leva lá.

- Eu não ô, ta maluco tio?

Era um cara de capacete fechado, tinha um jeitão que era da polícia mas claro que não dava pra ter certeza. Ele subiu a jaqueta e mostrou alguma coisa que parecia uma arma. Eu congelei de medo e nem pensei duas vezes, subi na garupa da moto e o cara saiu disparado. Eu estava no meu bairro e conhecia tudo por ali mas nem conseguia pensar direito. Eu ia dizendo pra ele aonde entrar até que finalmente a gente chegou na tal rua. Eu sabia que ali era barra pesada, era bem perto do morro, os postes na maioria tudo com as luzes quebradas eu tava me cagando de medo. Só queria ir pra casa e não morrer.

Ele entrou em uma rua esquisita, pareceu que depois que eu ensinei o caminho mais complicado ele conseguia saber pra onde ia. A gente parou em frente a uma casa murada com um daqueles portões de ferro todo fechados.

- Ai leke, chama lá no portão.

- Chamar quem?

- Só chama porra! Vai logo para de regular.

- ô de casa! bam! bam! bam! ô de casa!!!

- Já vai!! Vai derrubar o portão porra! - Era uma voz feminina meio rasgada, daquelas doidinhas que cheiram.

A garota abriu o portão e se espantou, eu acho que ela não esperava visita ou sei la o rolo que ela tinha se metido com o tal cara da moto. Eu só pensava em sair correndo mas se o cara realmente estava armado eu ia me ferrar. Então o jeito foi esperar e ver o que ia acontecer.

- Ta fazendo o que aqui? Já disse que terminou, não vem.

- Tu me dispensou porque safada? Pra ficar com o viadinho lá?

- Viadinho não, ele me trata diferente, sou princesa e tu não me valia.

- Pô, eu vim até aqui pra gente conversar, vai me dispensar? Assim?

- Vou mesmo. Não rola nada não, me esquece.

Eu estava me borrando de medo, vocês estão ligados que o cara devia estar armado, eu pensei que ele ia meter azeitona na puta e sair. Se fosse isso mesmo eu corria até o pé bater na bunda, mas a conversa foi aquela lambança. O cara tava ligado na doidinha lá e ficou todo mal. Eu só observava na minha é claro. Ela falou umas coisas e entrou, o cara ficou uns segundo parado dai falou comigo e eu até me assustei.

- Vem leke, vou te deixar em casa.

- Vai mesmo? Precisa não eu sei ir daqui.

- Ta doido leke, aqui é barra, bora sobe ai que te levo em casa.

Eu subi ainda me cagando de medo e o cara saiu embalado, eu pensei que escapei de morrer de tiro e ia morrer de acidente de moto. Eu estava me borrando de medo o cara parecia um doido, eu mandei o suporte pra pqp e agarrei na cintura do doido e me apertei o mais forte que consegui. Em pouco tempo a gente já estava perto da minha casa, a gente parou perto de um lugar onde estavam construindo uma escola mas pararam a construção, é um lugar deserto. O cara parecia que não tava muito bem não, eu desci da moto e foi quando o maluco pela primeira vez tirou totalmente o capacete. PQP! O cara era muito bonito. Eu já tinha sentido que ele era fortão quando segurei nele pra não me esburrachar da moto, mas não imaginava que o cara era boa pinta. Ele era negão com uma boca carnuda, os olhos grandes e o cabelo cortado no estilo. Por uns segundos eu perdi o medo, já estava perto de casa então cheguei perto novamente pra falar com ele.

- Ow, fica assim não cara. Aquela garota lá é meio doida.

- Tu viu leke? Porra me dispensar pra ficar com fdp. Tratava ela no mel, ganhava nada.

- Deve ser foda mesmo. Mas tipo tu é boa pinta consegue uma gente boa.

- Valeu leke, gente boa você. Foi mal o susto.

- Ah de boa, eu achei que tu ai me matar viu.

- Não, tá doido leke, aqui é pra proteção mesmo. Me da um abraço e tamo de boa?

- Ah, blz.

Eu dei um abraço no cara, parece uma coisa maluca mas eu tinha ficado mais calmo, ele tava bem ruim com aquilo e me deu um abraço longo. Daqueles de quem ta de bode porque perdeu a namorada. Foi ai que a coisa mais maluca aconteceu. O cara do nada me puxa pra perto dele e me manda um beijo de língua que eu quase perco a respiração. Eu ia tentar sair mas aqueles bração envolta de mim nem ia rolar e depois eu estava gostando.

- Gostosinho você viu leke, e gente boa.

- Errr...

- Assustou? Não curte não?

- Tipo eu curto, mas assim, nunca fiz nada, mas gostei tendeu?

- De boa, quer ir ali vou te fazer um negocio porque tu é leke zica.

Ele deixou a moto perto do muro e a gente foi entrando na construção, ele iluminou com o celular um lugar legal, que não era tão escuro e a luz do poste chegava um pouco. Me encostou na parece e começou a me beijar novamente. Meu pau começou a ficar duro e eu comecei a sentir o pau dele endurecendo encostado perto do meu umbigo já que o cara era bem mais alto que eu.

Ele puxou minha bermuda e levantou minha camisa, começou a chupar o biquinho do meu peito e foi me lambendo, descendo pela barriga pelas coxas e depois lambendo minhas bolas. Eu estava pirando com aquilo, ele puxou a pelinha da cabeça do meu pau e meteu todo na boca, eu senti ele dar uma engasgadinha mas continuou com aquilo. Ele levantou novamente e voltou a me beijar e jpa que eu estava naquela aproveitei e matei minha curiosidade, abri a calça dele e meti a mão no pau do cara.

PQP!!!!!!! Aquilo não era uma rola era uma tora, deu pra sentir que estava todo babado de tesão e minha mão deslizava e chegava na pelinha que cobria a cabeça do pau, eu comecei a bater uma punheta pra ele enquanto a gente se beijava, com uma mão eu alisava o pau dele e com a outra eu fazia tipo uma massagem nas bolas que pareciam duas bolas de cavalo.

Ele tava no maior tesão, eu senti o pau dele pulsado e me afastei um pouco, o cara começou a gozar e a gemer, eu sentia os jatos de borra saindo dele e parecia que não ia parar. Eu continuei batendo uma até ele ficar meio fraco e segurar minha mão.

- Karalho tu gozou muito.

- Eu tava na vontade, que mão foda leke.

- Cara tu tem quanto de pau?

- devo ter uns 20cm leke, ficou impressionado foi?

- Porra eu fiquei.

- Agora deixa eu te fazer um negócio gostoso.

Ele começou a chupar meu pau, ele chupava só a cabecinha e depois engolia tudo. Aquela boca quente e carnuda eu tava pirando. Em pouco tempo eu segurei o rosto dele com as duas mãos pra ele sacar que eu ia gozar. Quando eu comecei a leitar o cara engoliu meu pau com tudo, eu senti meu kct pulsando na garganta dele e derramando minha porra garganta a baixo, o cara nem tremeu. Depois que eu gozei ele ainda deu algumas chupadas e deixou meu pau limpo, eu tremi porque estava com a cabeça do pau sensível. Eu fiquei até de perna fraca.

A gente descansou uns minutos e depois voltou pra moto e ele me deixou na esquina de casa.

- Foi legal, valeu.

- Valeu leke, desculpa o susto novamente.

- Tranquilo, a gente se vê de novo?

- Você quer?

- Por mim eu quero, pega meu whats?

- Manda, pega o meu e a gente se fala.

- Falow!

- Falow leke.

Mais tarde naquela noite a gente se falou, o nome dele era Marcos e tinha 26 anos, mas os caras conheciam ele como Marcão por causa do tamanho da altura. No final das contas ele morava no bairro perto do meu, um bairro que eu conhecia porque alguns amigos moravam por lá. A gente combinou de eu ir na casa dele pra bater um papo e se conhecer melhor. Eu não fiz perguntas já que ele não perguntou a minha idade e parecia não se importar com esse detalhe. Claro que a gente se encontrou de novo, e o cara me surpreendeu novamente. Ele não parecia o tipo de cara que curtia o que rolou na casa dele.

Blz, continuando a gente combinou de eu ir na casa dele já que o bairro fica aqui ao lado do meu. Então eu fiz o que eu sempre faço, falei pros meus pais que ia dormir na casa de um amigo pra ir pegar onda de manhã, mas vocês tão ligados que a gente não pode arriscar dai tem um esquema que a gente chama dois pra um. Eu falei com meu amigo que ia dormir na casa de uma pessoa e meus pais estavam regulando, dai eu dei o endereço certinho do Marcos pra esse amigo, o esquema é que se desse alguma merda eu estava seguro com alguém sabendo onde eu estava, sem contar que eu deixo a net e o gps do celular ligado.

A tarde eu peguei o ônibus pra casa dele, cheguei lá de boa encontrei rapidinho o lugar porque já conhecia um pouco o bairro. Dei um toque no celular dele porque eu não queria chamar no portão e ele veio me atender. Estava de bermuda e sem camisa, o cara é monstro, deve ter o quê? 1,90m ? Cara era um poste e o braço dava minha coxa. Na hora eu tive um medinho e meu cu trincou, mas ele falou comigo super gente boa e dae eu logo fui esquecendo isso de medo e comecei a secar o corpo dele com os olhos.

- E ai leke,veio mesmo, bicho é brabo.

- Falei que vinha eu vim.

- Entra ae, to fazendo umas paradas pra gente comer, e vendo uns filmes.

Do portão dava pra escutar o funk pesadão, não curto o estilo mas as putarias que o cara falava até que iam bem na situação. Tava passando um vídeo de foda na TV com o áudio no mute. Eu não entendi bem o que tava rolando, mas depois fui sacando. Tinha uma mulher dos peitão junto com dois caras, eu entendi e um dos caras era o marido dela e a coisa mais doida, ela tava usando uma piroca daquelas de borracha presa na cintura e comendo o cu do cara. Pra completar o outro cara que devia ser o safadão metia a rola na boca do marido, tipo, a mulher comia o cu e o outro cara metia a rola na boca. Devia ser aquelas paradas de inversão, a parte foda foi quando a mulher mandou o outro cara comer o marido dela e depois ela meteu junto um consolo, o cu do cara parecia um buraco negro engolindo as duas rolas.

O Marcos sentou do meu lado e a gente bateu uns papos, falei o que eu fazia, que estudava e essas coisas, e ele contou de trampo dele que ficou cinco anos com aquela doida que dispensou ele por outro cara e etc.

Eu fui logo mandando a real, que se a gente fosse transar eu não ia dar pra ele, não tinha como eu aguentar uma rola daquelas, ele até achou engraçado e disse que tava tranquilo. Depois desse papo a gente foi esquentando e começou a se pegar, eu sentei de frente pra ele de joelho em cima do sofá e a gente ficou se beijando e claro eu aproveitando pra esfregar meu pau no peito dele, ser baixinho e pegar um grandão tem várias vantagens.

A gente foi pro quarto e tirou a roupa ficando só de cueca, ficou naquela pegação esfregando os paus e se beijando, eu meio que não sabia direito o que fazer mas ele ia meio que guiando as coisas e eu fui na boa só relaxei e aproveitei.

Ele me mandou esperar um pouco, se levantou com aquele volume apontando na cueca e foi no guarda-roupa pegar alguma coisa, quando ele me mostra ele vem trazendo na mão uma piroca de borracha do tamanho da piroca dele e um potinho de lubrificante. Ele tinha também uma parada meio estranha parecia um espermatozoide gigante, era foda porque vibrava e dava pra controlar com o celular.

- Ei, ta doido como a gente vai usar isso?

- Calma leke, é pra mim você vai gostar, ta ligando inversão?

- To mais ou menos, aquele lance da mulher comer o cara?

- Isso, tenho tesão eu fazia antes, te ensino a brincar. Ta valendo?

- Só deita.

- Leke safado.

Ele deitou e passou o creme do potinho no aquele cu moreno lisinho, meu pau tava babando de tão duro. Ele segurou as pernas e ficou com a bunda de frente pra mim e pediu pra eu meter a pirocona de borracha. Dai eu pensei, poxa eu queria comer um cara grandão, então eu fui improvisando e cai de boca do cu dele. Karalhos o cara deu um gemido tipo ummmmmmmmmmmm que ate tremeu o corpo. Eu metia a língua, chupava as bolas, mordia aquela parte do meio entre as bolas e o cu, o pau do cara parecia um cassetete de polícia de tão duro e grande. Eu devia tá fazendo algo muito bom porque o cara tava pirando.

- Ai leke puto, caralho que gostoso seu safado, vai me fode com essa língua seu puto.

Ele falava essas coisas e me dava mais tesão ainda, ele tava tão maluco que quando eu fui chupar as bolas dele novamente senti a baba do pau escorrendo, eu punhetava ele e a baba melecava tudo, parecia um pote de sabonete líquido acho que vocês estão ligados como é.

Não sei quanto tempo fiquei daquele jeito mas minhas bolas tavam com aquela dorzinha de tesão, se eu metesse o pirocão de borracha meu pau não ia fazer nem cosquinha porque aquele troço era grande pra caralhos. Então eu cheio de manha pedi pra comer ele e tentei a sorte.

- Deixa eu te comer vai? Deixa o leke safado comer seu cuzinho?

- Vai safado, me fode vai gostosinho safado.

Eu lembro bem a maioria das sacanagens que a gente ficava falando. Eu passei a pasta branquinha no cuzão do cara e coloquei a camisinha, eu nunca tinha visto uma daquelas, ela tinha tipo uns anelzinho em volta, acho que pra dar mais tesão. Eu coloquei a cabecinha e ao contrario do que eu pensei não entro assim tão fácil, o cara era bem apertadinho. Eu lembro que a pastinha branca não era ky, só vem o nome anilina na minha cabeça mas de verdade eu esqueci o nomezinho que tinha no potinho. Eu encostei a cabeça do meu pau bem na portinha e fique esfregando, ele ficava empinando a bunda tipo querendo que meu pau entrasse mas eu tirava e ele ficava morrendo de tesão. Ver um cara grandão daqueles todo safado pra me dar quase me fez gozar. Eu fui empurrando meu pinto no cuzinho dele e foi entrando de boa, ele gemia mas não era de dor, tava sentindo tesão mesmo.

Depois que entrou tudo eu fiquei metendo bem devagar, o lance é você afastar o pau até a cabeça quase sair e meter novamente, é assim que se come um cu, pelo menos é assim que eu como e acho que da mais tesão. Eu fiquei nessa uns segundo e depois eu ia tirando e metendo com força, tirando e metendo com força, ele ia gemendo e rebolando. Eu tinha que parar um pouco as vezes ou então eu gozava.

- Caralho leke, porra safado. Quer tentar esse menor tu vai gostar.

- Quero, mas mete devagar blz?

- Tranquilo, vem vira pra mim.

Eu virei a bunda pra ele, o cara deu uma chupada no meu cu que eu senti arrepiar até minha alma, depois chupou meu saco como eu tinha feito com ele e senti ele passando a parada em mim e entrando com o brinquedinho lá que parecia um espermatozoide gigante. Quando entrou ficou uma anteninha pro lado de fora da minha bunda, devia ser o wi-fi ele ligou o celular e o negócio começou a tremer, foi um tesão que eu novamente quase gozo, seu o maior trabalho pra segurar.

Mandei ele ficar do jeito que ele gostava e ele ficou de franguinho pra mim, eu tava com tanto tesão por causa do brinquedo tremendo no meu cu que meti sem dó. Abracei o cara e agente ficou se beijando enquanto eu metia.

Coloquei o pau dele bem no meio das nossas barrigas porque dai quando eu fazia o movimento de foda o pau dele esfregava nela e dava mais tesão. Levou pouco tempo naquilo e o cara se esporrou todo, a porra escorreu pelos lados das barrigas, melou o lençol e ele tava me abraçando me deu um aperto forte que quase fico sem ar. Eu gozei rapidinho também, não sei se já aconteceu com vocês da camisinha não caber a quantidade de porra, mas eu gozei tanto que escorreu pelo meu saco e pela bunda dele. Depois eu cai fraco em cima dele mesmo e nem tirei o pau de dentro, só puxei o brinquedo de dentro do meu cu e coloquei de lado.

- Porra leke, ta treinando em puto.

- Foi bom de mais.

- Safado, fica aqui deitado seu puto.

Fiquei deitando em cima dele encostado no peito, dava pra escutar o coração batendo parecia a bateria de uma escola de samba, e eu sentia o meu também batendo acelerado e depois acalmando, tipo quando a gente pega um tubo muito foda no surf acontece algo parecido.

A noite foi rolando e a gente foi fazendo coisas, rolou 69 mas engolir o pau dele foi complicado, só rolou a cabeça e com muito sacrifício. Ele engolia o meu facinho até encostava a boca nas bolas. Não lembro quantas vezes a gente gozou naquela noite, mas era só tomar um banho e comer, descansar um pouco e já batia o tesão novamente.

Por causa do trampo dele e da minha escola a gente não se vê muito mas sempre que pode eu vou na casa dele. Não é toda vez que a gente fica só transando, a gente joga, assiste filme, e tem um amigo dele que vai pra lá as vezes e é muito gente boa, eles se fodem também mas é tranquilo fica tudo na amizade eu estou esperando ele combinar pra nos três foder juntos, o amigo dele é gostosinho também e só esperando eles me chamarem.

Comentários

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13/08/2019 18:31:06
Pq os outros contos foram excluídos?
05/08/2019 16:42:33
Muito excitante, quero muitos outros contos e continuações.
24/07/2019 00:44:03
Assim q eu gosto
23/07/2019 18:19:01
valeu lucasbelmot, eu gosto de ler dai consigo escrever legalzinho, só não sei criar contos ter ideia ai já complica. Eu moro pertinho da praia do Grumare, sempre to pegando umas ondas por lá com a galera ou então eu vou na Abricó com a galera peladona.
22/07/2019 23:05:05
Tu escreve muito bem pra um muleke de 16 anos. Adorei o conto. Acredito que qnt mais perto da nossa realidade, mas gostoso é. Sou do estado tbm, e tbm moro perto de praia. Continue, pf
22/07/2019 13:19:15
Surpreendentemente excitante
22/07/2019 02:47:54
Continua pfvr esse tesão!
22/07/2019 02:43:35
Continua
21/07/2019 23:59:04
Continua logo
21/07/2019 19:21:17
Essas coisas quando acontecem são divinas. Tua narrativa é digna de nossa atenção. Conte-nos mais.
21/07/2019 15:25:38
Hummmm gostei, so não curti essa depreciação por ser baixinho, eu tmb sou e é otimo. kkkkkkkkkkkkkkkk Continua.
21/07/2019 03:32:22
Show de bola, continua logo hehe.

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