Oi, meu nome é Carla. – O grande dia VIII

Um conto erótico de Anônimo Caseiro
Categoria: Heterossexual
Data: 11/07/2019 21:17:56
Última revisão: 14/08/2019 12:13:23
Nota 10.00

Nadamos, conversamos, comemos e bebemos. Mesmo me divertindo, minha cabeça não parava de pensar no que aconteceria naquela noite. Olhava para ele e tinha medo dele não gostar – havia muito tempo que eu não transava – mas mesmo com o medo, continuei.

Antes das garotas saírem, elas queriam saber o que eu iria fazer:

Eu — Nós vamos assistir um filme no sofá. Daí virei para o quarto e vou colocar uma lingerie branca, com meias e saltos brancos também...

Vanessa — Mostra pra gente!

Eu — Está ali. — apontei para um sacola preta atrás da porta.

Júlia foi correndo pegar:

Eu — Depois eu vou descer, e com certeza ele vai vir pra cima de mim.

Vanessa — Vai fazer aonde?

Ana — Faz na piscina, o movimento da água dá uma sensação gostosa.

Vanessa — Faz na sala! No sofá dá para fazer um monte de posições.

Júlia — Pelos jeito que eles estavam na piscina hoje a tarde, é bem capaz deles fazerem no teto.

Eu — Vamos fazer em todos os lugares. Todos, sem exceção! – dei risada, mas no fundo me dava um frio na barriga.

As meninas e seus namorados saíram – eu convenci Luís a ficar em casa – só foi colocar meu plano em prática.

Eu — Amor, põe em um filme pra gente aqui.

Luís — Ok.

Eu — Enquanto você põe aqui, eu vou no banheiro.

Luís — Tudo bem.

Corri pelas escadas e entrei no quarto, tirei toda a roupa, coloquei a lingerie, as meias, os saltos. Passei um batom vermelho, me perfumei e balancei o cabelo – quando me olhei no espelho do banheiro, gostei do que vi, me senti mais confiante. Desci as escadas, a cada passo que eu dava meu coração dava um pulo, eu estava quase sem ar, fiquei trêmula, cheguei no último degrau. Finalmente, tinha chegado o dia, onde o desejo passaria a ser realidade, o dia em que eu me sentiria uma mulher.

Quando os degraus terminaram, eu vi ele – estava de costas pra mim, estava enchendo copo de água:

Eu — Psiu! – chamei a atenção dele

Ele vestia uma calça de moletom cinza e uma camisa larga preta. Ele virou e ficou olhando pra mim.

Eu — Vem cá, vem. – fiz um sinal com o dedo.

Ele veio em minha direção tirando a camisa, me empurrou contra parede, me deu o beijo que só ele sabia dar – bem lento, molhado e muito gostoso – envolvi meus braço ao redor do pescoço, enquanto ele pressionava seu corpo contra o meu.

Ele havia me levantado, como naquela vez na varanda da minha casa, ele me segurou pela minha bunda. A força dele me surpreendia, seu jeito selvagem de beijar me deixava sem ar, sua dominação era irresistível – minha boca só queria a dele.

Colocando-me no chão, começou a me beijar no pescoço, puxava meu cabelo fazendo com que minha cabeça fosse para trás, deixando meu pescoço mais exposto.

Minhas mãos passeavam por aquele corpo, apalpavam cada músculo, o barulho da sua respiração se misturava com o da minha, suas mãos apertavam e marcavam minhas pernas, sua língua passeava pela minha boca me deixando em desespero.

Até que ele me levanta mais uma vez, e dessa vez ele me carrega nas escadas – enquanto ele me leva até nosso quarto, debruço minha cabeça sobre peito, sentindo seu coração bater tão rápido quanto o meu.

Ao chegar no quarto ele me jogou na cama. Ficou de pé diante a mim, com o peito vermelho e uma respiração forte, se deitou sobre mim e começou a beijar meu corpo de cima a baixo – começou pela minha boca, mordeu meus lábios e minhas bochechas, passou para o meu pescoço, me beijava e chupava.

Quando Luís tirou meu sutiã, ele começou chupar, lamber, beijar, morder e a apertar meus seios. Aquilo me fazia gemer alto:

Eu — Aaaaw..isso, vai.– dizia enquanto eu olhava pra ele com um dos meus seios em sua boca e o outro em sua mão.

Sua barba me dava arrepios e delírios, seus chupões e mordidas me arrancavam o fôlego e suas mãos me esquentavam ainda mais. Eu cruzei as minha pernas entre ele e fiquei com as mãos cravando minhas unhas na carne de sua costas – enquanto ele me fazia delirar apenas com sua boca.

Ele desceu para minha barriga, seus beijos e suas mordidas me fizerem cócegas, ele continuo descendo, começou a beijar minha pernas, as mordeu e as apertou – tirou meus sapatos, beijou, acariciou e cheirou meus pés.

Ele ficou de pé e tirou minhas meias, só sobrara minha calcinha branca, mas que já virara transparente de tão molhada e excitada que eu estava. Fiquei de quatro sobre a cama – ele continuava de pé – comecei a beijá-lo no abdômen, enquanto isso eu olhava nos seus olhos.

Comecei a descer, tentei tirar sua calça, mas segurando minha mão:

Luís — Não. Se deita, eu que vou começar.

Pensei que já iria enfiar seu pinto duro e grosso dentro mim, mas – para minha surpresa – era ainda melhor. Obedeci sem questionar

Ele em uma ato louco, rasgou minha calcinha:

Eu — Ah! – me assustei, mas paixão era tanto que nem me importei.

Foi então que ele pousou sua boca em minha vagina – a melhor sensação que tive, entrei transe – Ele deslizou a sua língua de cima a baixo, e lambeu meu clitóris, a sua boca se movimentava com vontade, sentia espasmos intensos.

Nossas mãos se encontraram e se entrelaçaram uma a outra – passei meu dedos sobre seus cabelos e a cada lambida, a cada sugada, a cada chupada, eu puxava os seus cabelos enquanto eu gemia. Durou pouco tempo, gozei na boca dele. No momento que eu gozava ele segurava minha mão, apertava meu seio e olhava nos meus olhos.

Ele parou de chupar, pegou a minha calcinha rasgada do lado da cama e limpou a boca. Eu fiquei deitada na cama, me contorcendo, balbuciando, gemendo, tendo arrepios em meu corpo,

– ele deu a volta na cama, ajoelhou, ficamos face a face e nos beijamos, meu tesão eram tanto que mordi várias vezes os seus lábios:

Eu — Me faz gozar de novo, por favor! – falei baixinho durante os beijos.

Luís — Quantas vezes você quiser.

Foi então que veio com dois dedos em minha boca:

Luís — Chupa!– disse ele olhando pra mim.

Chupei com vontade, babei sobre aqueles dedos – segurava o seu braço e mão – ele tirou-os da minha boca e os colocou na dele, os chupou também – não sei porque aquilo me deixou com muito tesão. Tirou-os da boca e em enfiou na minha vagina:

Eu — Uuuuunnnn...– gemi ao sentir aqueles dedos grossos entrarem por completo em minha vagina.

Lá dentro ele começou a movimentá-los, e aumentou a velocidade. Comecei tremer, a ter espasmos, minha perna ficou dura.

Luís aproveitou, pegou a sua língua úmida e começou a lamber meu clitóris, não demorou 5 minutos, gozei novamente. O meu gozo escorria sobre dedos, ele os tirou, se deitou em cima de mim, e enquanto olhava para mim, colocou os dedos na sua boca e começar a sugar o meu gozo que escorria sobre sua mão:

Luís — Huumm, é tão bom!

Ele escorregou para baixo e colocou sua cabeça entre minhas – ele ainda deu um última chupada em minha vagina – sugou todo o gozo que escorria dela e engoliu. Passava a língua sobre os lábios da minha vagina:

Luís — Agora sim, é a sua vez.

Ele puxou meu cabelo, me tirou da cama, me fez engatinhar pelo chão. Tirou as calças – quando eu vi aquele pênis grosso, duro, cheio de veias e com aquela cabeça rosada, comecei a salivar – ele sentou em uma cadeira:

Luís — Vem chupar, vem. – falava isso com um ar de dominador.

Fui engatinhando, segurei com as duas mãos e fiquei admirando:

Eu — Nossa! – dizia enquanto o apertava com força.

Luís — Gostou?

Eu — S...sim. – gaguejava

Luís — Pode chupar! Ele todo seu.

Comecei a chupá-lo, aquele membro havia me hipnotizado. Era tão grosso, e o seu cheiro era bem forte. Ele segurava meu cabelo e dizia:

Luís — Deixa ele bem babado, pra ele entra na sua bucetinha com facilidade.

Chupei com vontade. Suas palavras me faziam tremer da cabeça aos pés .

Luís — O gosto é bom?

Eu — Melhor do que eu imaginava.

Luís — Deixa ele bem lisinho, eu quero ver ele escorregar dentro de você. Você vai deixar ?

Eu — Faço tudo o que você quiser.

Ele se levantou:

Luís — Então lambe minhas bolas, lambe.

Eu comecei a masturbar seu pinto – enquanto eu babava sobre aqueles testículos – meu nariz sentia ainda mais o seu cheiro, um cheiro forte de homem. Comigo de joelhos, ele ainda continuava me olhando, segurando meu cabelo e alisando o meu rosto. Ele mordia seus lábios, o suor escorria pelo seu peito, e os seus braços ficavam vermelhos.

Ele me levantou pelos meus braços com força, me beijou forte – eu suspirei de paixão – me apontando a cama, falou:

Luís — Deita de frente pra mim.

Saí andando de forma sensual até a cama, fiquei de quatro sobre ela e depois me virei:

Eu — Vem logo! Vem, amor. – sussurrei ofegante.

Veio até mim, segurou aquele pinto e começou a deslizar ele na minha vagina – da ponta até a base – enquanto eu olhava, ele disse:

Luís — Você quer? – dizia ele deslizando entre as minhas pernas.

Eu — Quero. – minha respiração era nervosa.

Luís — Então pede.

Eu — Por favor, mete em mim. – eu implorava de tesão — Eu preciso dele, por favor!

Ele enfiou bem devagar aquele pinto em mim, minha vagina começou a apertar, ela queria senti-lo. Entrou com facilidade de tão molhada que minha vagina estava – quando ele enfiou tudo aquilo em mim, eu me contorci de tesão – começou em um ritmo lento e bem suave, depois aumentou, ficou mais rápido e mais forte, o barulho de nossas virilhas se encontrando, ecoavam pelo quarto junto com meus gemidos e sua respiração forte:

Eu — Vai, mete... ow...mete, safado. – implorava e gemia.

Ele não teve de esperar muito, gozei rapidamente – me contorcia de tesão no momento – apertei o lençol, quase o rasguei. Ele não parou, continuou enfiando rapido e forte. Meus olhos se reviravam, sentia meu minha vagina se contrai perante aquele colosso em meio as minhas pernas:

Luís — Vai gozar?

Eu — Es...esss...toouu – balbuciava de tesão.

Luís — Não, ainda não.

Com força ele me pegou, me colocou de pé – mal consegui ficar, minhas pernas estavam moles – me virou de frente à parede e voltou a estocar com força em mim, enquanto mordia e beijava meu pescoço e ombro. Como eu estava fraca, ele me ajudava me segurando pela cintura, mas mesmo assim eu não aguentei – e caí de tesão – estava extasiada, me sentia uma boneca, sentia falta de ar, me tremia e contorcia, tive orgasmos múltiplos. Ele me pegou e me colocou na cama:

Eu — Me desculpa... – com a voz fraca— não estou acostumada.

Luís — Tudo bem.Daqui a alguns segundos você volta ao normal.

Dito e feito, se passaram-se os segundos, e já estava louca para ter aquela sensação de volta. Pulei em cima dele, por cima, comecei a beija-lo – peguei o seu pinto e fiz com que entrasse em minha vagina:

Eu — Gostoso. – dizia enquanto pulava sobre seu pênis.

Ele apertava minhas coxas e suas mãos subiam pela minha barriga. Comecei a rebolar em seu membro, enquanto arranhava o seu peito – ele apertou meus seios – eu gemia com aquele pinto se movimentando dentro de mim.

Me puxando para perto dele, meus seios roçaram nos pelos de peitos, sentia sua boca chupando meu pescoço e sua mão apertando meu cabelo, com a outra mão, pegou o meu braço e o colocou para trás segurando com força – me senti submissa a ele naquele instante–

Agarrou com dois braços a minha cintura, e girou seu corpo junto com o meu ficando-o em cima de mim. Saiu da cama e sentou na cadeira do outro lado quarto:

Luís – Quero ver você sentar em mim. – dizia ele sentando na cadeira e arrumando o cabelo suado.

Eu fui em sua direção, e virei. Me curvei um pouco e balancei minha bunda em sua frente:

Eu — Ela é bonita? – falava balançando minha bunda.

Luís — Ela é linda. – se inclinado e dando dois beijos nela, um em cada nádega.

Apoiei sobre seus joelhos e comecei a sentar em seu pênis. No momento em que minha bunda ia para baixo, ele movimentava sua pélvis para cima – a força do encontro me fazia tremer ao sentir ele saindo e entrando com força de dentro de mim. Ele apertava minha cintura, me forçando a sentar com ainda mais explosão

Com o prazer do momento acabei me deitando sobre seu corpo– envolvendo seu braço em mim, começou a movimentar sua cintura, ainda com o pênis dentro da minha vagina – sentia seu peito quente em minhas costas e sua respiração pesada em minha nuca, deu beijos estralados em meu pescoço.

Em resposta a seus beijos molhados, forcei minha bunda em direção ao seu corpo, passei meu braço para trás, segurei seus cabelos suados e virei meu rosto e sussurrei de prazer:

Eu — Me fode! – me movimentava e sentia seus cabelos em meus dedos.

Luís — Se deita de costa pra mim, safada – soltou minha cintura e beijou meu rosto.

Sai de cima dele e andei até a cama, me debrucei sobre os lençóis. Logo senti a sua boca beija minha panturrilha e começar a deslizar sobre minha perna – gemia e falava:

Eu — Isso, amor. – arrepiada e trêmula

Ele passou a morder e chupar com força a carne da minha bunda, eu mordia os lábios, revirava os olhos e apertava o travesseiro ao sentir aquela boca me excitar de forma selvagem.

Ele então abriu a minha bunda e lambeu com vontade de forma contínua – ele iniciou com a língua em minha vagina – passou de forma lenta por ela, quando ele chegou no meu períneo, senti um "choque" que fez meu corpo todo endurecer. Mas, mesmo assim, ele continuo a passar aquela língua e boca molhada, chegou até meu ânus – senti prazer e cócegas – e terminou ao chegar no fim da minha bunda.

Pegou aquele pinto e enfiou de forma lenta em minha vagina, deitou-se em meu corpo e segurou meu braços, enquanto metia em mim com força:

Eu — Assim...ow...com força... uh...vai.

Luís — Safada – sussurrava em meu ouvido.

A sensação do peso do seu corpo, do nosso suor se misturando, de sentir seus batimentos aumentarem, da sua respiração quente em minha nuca, era munida com seus dentes marcando minhas costas, seu lábios beijando minha bochecha, enquanto surrava:

Luís — Geme pra mim, geme.

Gemia e implorava:

Eu — Ow...vai, gostoso... aahh...ooww.

Ele ficou possuído, aumentou a velocidade das estocada, mordeu minha nuca e apertou meus braços – senti meu gozo escorrer pelo seu pênis e minhas pernas endurecerem – minhas contorções eram impedidas pelo peso do seu corpo, mordi o travesseiro. Ele segurou as minhas mãos, e eu apertei as suas, não queria soltá-las.

Parou, mordeu minha orelha e sussurrou:

Luís — De frente pra mim.

Virei, ele enfiou novamente todo aquele pinto dentro da minha vagina apertadinha. Seu pescoço, tronco e braços estavam vermelhos por conta do calor, o suor escorria de seu cabelo e melava sua testa, seus braços inchavam com sangue fluindo em suas veias.

Resolvi olhar para minha vagina – e fiquei louca ao ver ela comportando todo seu pênis – ele estava toda vermelha e um pouco inchada. Olhei de volta pra ele:

Eu — Me beija, amor. – respirava quase sem ar.

Ele me beijou com vontade no mesmo instante em que metia de forma selvagem – adorei. Passei as mão em seu rosto, e desci até sua costas:

Eu — Eu...eu...eu... eu vou gozar. – entre seus beijos

Luís — Eu também.

Eu gozei primeiro, minha virilha vibrava, eu arranhei as costas dele e mordi seu pescoço com força. Já ele se levantou e começou a aumentar mais a cadência, apertou minhas coxas com força – as veias do seu pescoço saltavam.

Ele tirou seu pinto da minha vagina e gozou – através de jatos e mais jatos senti seu esperma quente se espalhar por minha barriga e seios, ele urrava de prazer:

Luís — Uuuhhh....aaahhh. – gemia alto.

Seus jatos eram forte e conseguiam chegar até meu pescoço, era quente e espesso – e em grande quantidade – olhei para o seu pênis, estava vermelho, e meu gozo fazia-o brilhar, enquanto o esperma pingava e escorria daquela cabeça rosada e grossa.

Ele se jogou ao meu lado, nos olhamos – ambos estávamos suados, cansados, ofegantes e felizes – ele sorriu e me beijou. Luís olhou para minha barriga e seios, se levantou e foi ao banheiro, voltou calado e com rolo de papel higiênico em suas mãos, me deu alguns para me limpar – precisou de vários por conta da quantidade imensa de sêmen que havia em mim – me limpei.

Deitou ao meu lado, deslizei com minha cabeça do travesseiro até seu peito. Nossa respirações, voltaram ao normal:

Eu — Nunca tinha gozado dessa forma – falei enquanto alisava sua barriga. Ele sorriu:

Eu — Promete me fazer gozar assim sempre? – disse sorrindo, mas a sua resposta me surpreendeu.

Luís — Só se você prometer ser minha, e de mais ninguém. – olhava para mim

Eu — Prometo.

Ele me beijou, e me abraçou com força. Ficamos trocando carinhos durante alguns minutos:

Eu — Quer tomar um banho junto comigo?

Luís — Vai na frente.

Me levantei, e andei até o banheiro, olhei para trás, percebi que ele olhava pra mim, dei um sorriso e entrei. Liguei a água do chuveiro e fui até o espelho – enquanto a água caía, olhei o meu corpo no reflexo – notei que meu pescoço estava repleto de marcas de chupões e mordidas, virei de costas e vi várias marcas de dentes em minha nuca e meus ombros. Reparei que minhas coxas estavam com roxos, observei também que minha bunda e vagina estavam vermelhas – resultados da força dele durante o nosso amor – por fim, olhei meu rosto. Minha bochecha estava corada, meu cabelo bagunçado e minha boca estava borrada de batom. Brinquei e fiz uma posse fazendo biquinho. Foi quando vi o reflexo dele atrás de mim:

Eu — Olha só o que você fez comigo. – disse a ele estendo meu pescoço e mostrando seus chupões.

Luís beijou os locais das marcas:

Luís — E você gostou. – sussurrou no meu ouvido ao mesmo tempo em que me agarrava por trás — Toda vez que te mordia, chupava e beijava, você gemia, se contorcia e gozava com minha boca.

Suas palavras e beijos me fizerem suspirar e derreter de prazer:

Luís — Fora que você não pode me dizer nada. – levantou seu pescoço e mostrou a marca da minha mordida quando gozei pela última fez — Olha o que você fez nas minhas costas! – se virou para mim.

Minhas unhas tinhas arrancado a pele dele, as suas costas estavam em carne viva:

Eu — Ai, meu Deus! – fiquei surpresa.

Luís — E eu adorei. – ficou de frente pra mim, sorriu e me beijou na boca.

Pegou em minha mão e me levou até o box, nos abraçamos e beijamos naquele banheiro apertado.

Seus braços exploravam e excitavam cada parte do meu corpo, sua boca me beijava com carinho – me sentia especial –. Transamos no banho, ele me fez gozar várias vezes, me fazendo gemer. Enquanto me beijava, percebi que nunca mais gostaria de ser beijada e tocada por ninguém que não fosse ele.

Continua...


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Comentários

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12/07/2019 13:38:32
Parabéns Carla
11/07/2019 21:40:27
Parabéns ..como sempre nos proporcionando muita excitação

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