MÃE & FILHO — PARTE DE MIM EM MIM

Um conto erótico de Mr Grey
Categoria: Heterossexual
Data: 11/07/2019 01:48:11
Nota 10.00

A vida nos pega de surpresa em coisas que não esperamos, em coisas que não somos ou estamos preparados. Nesse conto descrevo a experiência que tive com meu unigênito [não me julguem].

Pois bem, sempre quis ser mãe, mas não conseguia. Por fim, por um milagre, após dez anos tentando, após vários exames e várias tentativas frustradas, enfim consegui. Muita felicidade se encheu na minha vida. Cada minuto, cada dia, cada ano o acompanhamos com muito cuidado, o seu desenvolvimento e educação.

Eu, ainda casada, hoje, depois de ser mãe não me descuidei, me chamo Raquel, frequento academia e posso dizer que sou muito disciplinada no que se refere a manter a forma e cuidado com a saúde e estética. Tenho 1,66 de altura, sou loira, seios grandes e firmes [não preciso de sutiã] e com um bumbum muito atraente; o Martin, esse é o nome dele, tem 17 anos e meio e é um garoto alto, mais alto do que eu, magrinho, um garoto muito amável, educado e zeloso com as pessoas e coisas em sua volta [nem precisa dizer que seu quarto é impecável]. Nós, eu e o pai dele, sempre tivemos o zelo de conservar nosso respeito um para com o outro quando ele, o Martin, está por perto. Nunca discutimos quando ele está presente. Mas quase sempre discutimos em nosso quarto, não por conta do Martin, mas por conta dele, do seu pai, da sua ausência em um trabalho que lhe faz passar até meses longe de sua família.

Tenho uma vida sexual ativa e necessidades constantes de manter relações, sou muito intensa, como muitas esposas que conversei. A distância dele é torturante para mim. O Carlos, meu marido, foi o único homem que tive na vida. É um homem lindo, educado, de olhos verdes, musculoso; um homem grande e forte [morro de ciúmes dele]. Fico louca só de imaginar. Enfim, somos uma família como outra qualquer, com suas virtudes e defeitos.

EFEITO CORDÃO UMBILICAL

Posso dizer e afirmar que nunca agi com malícia ou segundas intensões no tratamento com respeito ao Martin, pois temos formas de nos comportar um pouco diferente de muitas famílias tradicionais, enquanto outras são comuns. Tipo: Ele dorme em minha cama quando estamos sós, me acompanha no cinema, etc. Ele sempre está comigo pois é minha única companhia quando o pai está longe; nunca expomos nossas intimidades, como um trocar de roupa na frente do outro, usar ou entrar no banheiro quando está ocupado. Sempre utilizando com licença, por favor e obrigado; temos um costume de dar selinho na boca, um do outro, isso desde pequeno, até hoje quando vamos nos cumprimentar. Tenho isso desde que ele era bebê na verdade, como uma forma de ligação intensa por ele ter nascido e saído de mim. Por outro lado, ele tem muito ciúmes de mim, ainda mais quando estamos em lugares e alguns homens me secam e assobiam para mim. Acho normal e isso me deixa segura até demais, por mais que seja magrinho, ele é muito marrento [risos]

PUBERDADE, LIGAÇÃO MATERNA

Como falei, a vida nos pega de surpresa em coisas que não esperamos, em coisas que não somos ou estamos preparados e que estão além das nossas vontades e controle. Tudo começou quando o Martin completou 17 anos e passou a sair à noite e se comportar como um adulto. Eu não o proibia em parte, pois ele já havia passado da puberdade, pois era muito focado nos estudos, e, por saber que ele precisava se relacionar com pessoas e até mesmo com uma garota [ciúmes de mãe] mas por outra, me preocupava com as companhias.

Com o tempo o Martin começa reclamar da ausência do pai, a beber e se comportar estranhamente, sempre tenso e estressado. Eu, como qualquer mãe, o questionava, sobre tudo! Ele me respondia com um “não é nada mãe” então, sem êxito [muita dor]. Certo dia ele se descuidou, foi tomar banho e deixou seu quarto aberto e também deixou o computador ligado o qual eu prontamente não hesitei e fui tentar procurar motivos para explicar a razão de seu comportamento e... sabe o que era? adivinha! “Sexo” ele sofria bullying constantemente dos colegas por ser “bv” e “virgem” isso o fazia menos popular e por consequência, as garotas não queriam ficar com ele [isso doeu lá dentro, me senti culpada]. Encontrei muitas páginas pornôs no histórico do seu computador também, aquilo me deixou com uma dor imensa no coração, pela rejeição que ele sofria. Por fim, parei com o que estava fazendo e sessou meus questionamentos e buscas.

Quando ele saiu do banheiro e trocou de roupa, decidi tratar do assunto com ele, bati na porta e pedi permissão para entrar. Ele educadamente diz — pode entrar mãe, deseja alguma coisa? — Sim filho, [não consegui nem começar e mudei de assunto] mamãe tá sentindo falta do seu pai e gostaria de fazer alguma coisa para me distrair — a senhora tem algo em mente? — sair, tomar um sorvete e depois uma Netflix com você tá de bom tamanho, tudo bem? — claro, com certeza. Ele sorriu, me abraçou, me deu um selinho e me envolveu no seu abraço por um tempo. Contente, fui me arrumar!

SENSUALIDADE, CURIOSIDADE E CONSEQUENCIA

Depois de me produzir, depois de pôr um vestido preto que amo, lindo, curto de tecido mole; vou até a sala para pegar a chave do carro e vejo o Martin ali parado como uma estátua, com uma cara de enciumado olhando para mim — O que foi filho? [risos] — mãe, a senhora não acha que está muito ousada para um simples passeio não? — filho, por favor, deixa de coisa. Não tem nada melhor como uma mulher se sentir bem, vestindo que lhe faz bem e com a companhia que ama [pisco e beijo em direção dele] — mãe, a senhora é linda até sem maquiagem, não precisava disso tudo — filho, você é suspeito, fala só pra me agradar — Eu suspeito? Tenho uma mãe que é a maior gata, que para o trânsito e que eu preciso ainda ficar confrontando com os homens da rua que ficam te olhando, ainda sou suspeito? Ah, sei! Melhor irmos [risos]. Elogios assim vindo de seu filho é tudo de bom!

Nisso ele pega na minha cintura e me empurra em direção à porta para não demorarmos. Tomamos nosso sorvete enquanto conversávamos e ríamos sobre muitas coisas, sobre minha adolescência e sobre quando e como conheci o pai dele [falei de nossa intimidade superficialmente] depois resolvemos passear na praia a noite para caminhar descalços e desopilar até umas 23h. Dado tempo, voltamos para casa e o Martin correu para o banheiro para tomar banho enquanto eu fui para cozinha preparar uns petiscos para tomar com refrigerante no decorrer do filme.

Em um momento, precisei ir no banheiro às pressas para fazer xixi, pois tomei muito refrigerante, entro no banheiro — Martin? — Oi mãe — a mamãe está muito apertada e não consigo segurar por muito tempo — Pode entrar mãe.

Entrei e, enquanto me aliviava, observava o meu filhote tomar banho o qual estava tenso por eu estar ali olhando ele ainda que pelo trás do box — Mãe, estou morrendo de vergonha, para! — vergonha de que meu filho, de mim? — Sim, mãe — Besteira, eu sou sua mãe e você não pode ter vergonha de mim — ah, mas eu tenho né mãe — Isso precisa mudar então [risos] — O que a senhora vai fazer? [surpreso]

De forma brincalhona, levantei e tirei minha roupa ali enquanto ele estava olhando querendo entender o que eu queria fazer. Fui até o chuveiro e fiquei na frente dele olhando e sorrindo, ele ainda envergonhado, sorria vermelho para mim enquanto se cobria com as mãos e se virava — Mãe, a senhora é louca?! [risos] — Louca por quê? [risos] por tomar banho com meu filho? Nada demais! [risos] Sempre tomou banho comigo — sim, mas eu ainda era criança, hoje sou bem grandinho, né? — Besteira Martin, se vira! [risos] — Besteira? A senhora é minha mãe! — Sim, sou sua mãe, mas acima disso você não deve ter vergonha de mim, concorda? [brinquei] — Verdade... Mãe a senhora está tão legal, tão extrovertida, tão mais próxima de mim. Sabe, hoje me diverti bastante e isso me deixou tão mais seguro, estou me sentindo tão bem, sinto que posso me desabafar e falar qualquer coisa com a senhora— Ou! meu filho, fico muito feliz em saber, mas “senhora” é a sua vó! [rimos muito]. Ele sem se virar pegou a toalha e saiu para o quarto dele.

Fui rápida no banho, pois estava ansiosa para assistir junto do meu filhote e passar um pouco de afeto materno para que ele entendesse que mãe é a melhor amiga que ele pode ter. Assim, fui no quarto, peguei uma camiseta, vesti e corri para sala e ele já estava lá no sofá com um calção de futebol preto de seda que ele gosta de vestir para dormir.

Ficamos conversando um pouco no sofá da sala e rimos muito da situação do banho, ele desabafou sobre as coisas que ele sentia, e da escola também; finalmente se abriu sobre o bullying por ser virgem. Eu ficava imaginando o desperdício, como as garotas daquele colégio eram tão burras, elas nem sabiam o que estavam perdendo um homem tão especial. Ficamos conversando sobre assuntos variados. Enfim Martin dá sinal que tá tarde e que queria assistir ao filme o quanto antes. Eu me levantei como estava, apenas de calcinha e camiseta, nada demais. Fui no quarto, peguei um edredom e corri para o sofá da sala. Martin desligou a luz, se acomodou junto a mim e deu play em um filme +16 anos. O filme era de adolescentes e tinha muitas senas de sexo, não muito explicito, mas era bom. Ele não sabia do conteúdo por se tratar de uma novidade. Dado tempo, o clima ficou um pouco quente [temperatura tá, gente!] [risos] resolvi tirar um pouco do excesso de edredom enquanto o ar-condicionado não climatizava o ambiente e pasmei com o que vi, um volume grande saindo do calção do meu filho. Ele estava tão entretido que não estava percebendo. Eu tentava me concentrar no filme, mas a claridade da TV em determinadas cenas iluminava o ambiente me fazendo nota-lo. Eu não parava de olhar, tentava disfarçar, mas eu não conseguia. Aquilo me foi consumindo e me foi subindo uma curiosidade enorme, pois era um volume grande. Eu estava vendo o Martin, o meu filho, ele estava ereto ali do meu lado! E eu, não conseguia desviar o olhar. Ele, notando o seu vacilo com a postura, rapidamente cobriu, mas não notou que eu percebi.

Meu filho ficou vermelho demais! Tenso! Olhou rapidamente para mim, mas eu estava olhando para a tela. Fingi que não tinha visto e para mudar o clima, eu disse pra ele — filho, quero me deitar no sofá. Vem para detrás da mamãe e abraça — tá bem mãe — Assim nos aconchegamos. Ele ainda estava ereto, estava tenso e trêmulo de tão nervoso que não conseguia disfarçar o medo que tinha que eu percebesse. Meu coração começou a bater forte, pois eu estava quase nua ali e ele por trás, minha respiração ficou ofegante e lenta, meu corpo começou a tremer e fui me aproximando, como que magnetizada, ao encontro dele, jogando o meu bumbum para trás, dei um empinadinha, rebolando como que se quisesse esquentar mais, fui me jogando contra ele. E ele estava paralisado, sentindo meu bumbum pressionando seu volume que estava bem durão, o qual dava pulsos já. Eu disse — abraça a mamãe filho — Ele nada respondeu, consentindo, me abraçou forte e continuou ali me sentindo e, de vez em quando, quando tentava se ajeitar, pressionava seu volume contra meu bumbum [claro, ele não tinha escolha]. Eu e ele ficamos em absoluto silêncio, naquele movimento sutil e disfarçadamente sincronizado, curtimos o momento e o filme.

O ambiente ficou muito frio e eu já sem nenhum controle sobre mim. Levei minha mão para trás e peguei na mão dele e coloquei sobre minha cintura — O que foi mãe — nada! Apenas abraça a mamãe, de conchinha, para me aquecer mais — tá bem — Fiquei massageando o abdome com a mão dele com o fim de me esquentar e naquele movimento, involuntariamente e sem notar o que estava fazendo, pois estava olhando para tv, levo sua mão até meus seios e prendo seu braço para receber calor [ele nada diz, apenas sente] mas quando notei já era tarde. Disfarçadamente apalpa meus seios bem devagar, quase imperceptível, enquanto me pressiona com seu volume em minha bunda. Isso foi involuntário? Não sei. Assim, tentei, mas eu não consegui me concentrar no filme.

Perto do fim do filme, ele não aguentando de tanto sono [será?] me diz que está com sono e vai para seu quarto. Eu fiquei até o fim. Eram umas 2h da manhã quando terminei de assistir. Levantei, desliguei a TV e fui para o meu quarto, tirei minha roupa, apaguei a luz e deitei nua, livre, como toda mulher se sente quando dorme assim. Fiquei imaginando coisas com meu filho o tempo todo por alguns minutos, enquanto o sentimento de culpa me dominava, misturado com um desejo incontrolável. Puxei o cobertor para me cobrir enquanto imaginava, admirada com meu “bebezão, meu coração bateu mais rápido, fiquei tremendo e muito curiosa com o que vi e senti na sala. Meu coração batia rápido, minhas pernas tremiam e mil coisas se passavam pela minha cabeça. Não sabia distinguir o que era certo e errado. Meu corpo não me obedecia e eu não tirava aquilo da cabeça. Uma agonia enorme me consumiu internamente, levantei e fui beber um pouco d’água, mas ao passar pela porta do quarto dele, vi que estava descoberto. Meu deus! Automaticamente fui me deixando conduzir pelo quarto escuro dele; indo bem devagar em direção da cama, aproximando toda tremula, fiquei olhando para ele por um tempo e fui cobrindo-o bem devagar até que meus olhos se adaptaram na semiescuridão e eu pude ver o pênis do Martin fora do calção; mesmo flácido, ainda era grande e grosso! Assim que vi fiquei em choque, voltando do transe, fui cobri-lo, e, levada pela tensão, passei a mão sobre seu órgão. Pude senti-lo em meus dedos e perceber que era maior até mesmo que o do seu pai. Sai rapidamente do quarto dele e fui para o meu, pasmada. Não conseguia dormir com aquilo na cabeça, eu estava totalmente atraída pelo pênis do meu filho. Estava nervosa e ofegante. Fui novamente até o quarto dele, devagar, para não o acordar e fiquei observando-o por muito tempo sem saber o que fazer com meu descontrole de tanto imaginar coisas.

PERDENDO O SENTIDO DO CERTO E ERRADO

O que estava para fazer? Não sei! Mas voltei a me aproximar de sua cama e, ainda trêmula, peguei a ponta do cobertor e fui tirando-o devagar, até o descobrir por completo; seu pênis estava totalmente exposto, para fora da folga [folga da perna] larga do seu calção. Ele estava em um profundo sono, deu para notar o quanto ressonava. Isso me deu mais coragem de me aproximar e, quase debruçada na cama, mexo no seu pênis com intuito de pegá-lo. Após acomoda-lo nas mãos, começo a cheira-lo e dar suaves beijos nele, bem como ao derredor e no seu testículo volumoso.

Ele está ali ainda, apenas ressona, mas seu pênis, involuntariamente, crescendo pelo qual prontamente acomodo-o na minha boca, preenchendo até o que possa para senti-lo, enquanto sinto o pulsar e crescer. Levo minha mão para me sentir e percebo que estou toda molhada, pois é um tesão que lavava meus dedos de tanta vontade e que me faz perder o senso do que é certo ou errado. Sem mais nenhum controle sobre mim, rapidamente acendo o abajur para que pudesse vê-lo melhor, volto para onde estava e começo a sugar a cabeça do pênis dele com muita vontade, fazendo ele se mexer, mas eu não estava mais preocupada se ele iria acordar ou não, estava dominada pelo desejo. Minhas mãos tentam segurar por completo, mas é muito grosso, só consigo colocá-lo um pouco na boca, mesmo assim insisto. Martin se vira para um lado e para o outro com a cabeça, como se tivesse incomodado com um sonho [só que não] [risos]. Mais ousada e querendo acordá-lo, me posiciono entre suas pernas, em baixo, dando com a vista para seu rosto, continuo beijando, chupando e sugando seu pênis intensamente, enquanto ele revira a cabeça de um lado para outro. De repente Martin desperta e ainda se contorcendo com minhas sugadas, olha para baixo e me vê com a boca no seu pênis pelo qual, surpreso diz — M... mãe?! — eu prontamente me ergui sorrindo, olhando em seus olhos, coloquei meu dedo em seus lábios, fazendo sinal de silencio. Ele continuou imóvel, revirando os olhos de prazer jogou sua cabeça para trás, enquanto me sentia chupa-lo intensamente e eu me excitava ainda mais quando o ouvia soltando gemidos bem baixinhos. Eu estava explodindo de tesão, eu queria aquilo tudo em mim! E assim fiz. Me posicionei sobre seu abdômen enquanto olhávamos um para o outro em silêncio e expondo nosso prazer com respirações profundas e reviradas de olhos. Mantendo o contato visual, levo minha mão para trás e conduzo seu pênis para a entrada da minha encharcada bucetinha super apertada para aquilo tudo. Ele fica ofegante e na expectativa da entrada triunfal do seu mastro grosso e virgem, pela primeira vez, logo na privilegiada buceta da sua própria mãe. Desço devagar, encaixando seu pênis completamente em mim, até sentir seus testículos e esmaga-los com minha bunda —hmmmmm... Nesse momento, eu e ele, soltamos um gemido de “ai, que delicioso!” ao mesmo tempo. Me senti totalmente preenchida, assim, morrendo de desejos, pego suas mãos e as conduzo até meus seios para que as possa sentir. Começo a me movimentar para frente e para trás com algumas reboladas, ele estava com muito tesão, percebi que ele estava abrindo sua boca enquanto apalpava e olhava meus seios durinhos. Peguei um travesseiro e pus debaixo de sua cabeça a qual ficou bem próximo deles. Martin beija, lambe e os suga com um hálito já quente, suas mãos estão segurando firme na minha bunda, abrindo, fechando, puxando e empurrando, ele estava explodindo de tesão. Eu já não estava aguentando mais, os lábios da minha buceta sentiam todas as ondulações das veias e não iria sair dali para nada! O pênis de Martin estava pulsando forte e duro como uma rocha; eu me debrucei sobre ele e começamos a acelerar nossos movimentos com gemidos altos de prazer, fomos conduzindo as estocadas. A cama parecia que estava saindo do lugar com minhas quicadas e reboladas frenéticas. O som da minha buceta e minha bunda parecia salva de palmas quando batiam contra seu saco. Nossos rostos estavam colados, lavados de suor o qual também colava nossos corpos nus. Que homem! Martin começa a gemer forte e eu com isso, acelero mais ainda; meu filho não estava conseguindo segurar mais nem um segundo e eu já tinha gozado umas duas vezes, quando pensei que íamos mais além, Martin solta — te amo muito, mãe — Eu não consegui me segurar com aquilo que ele falou, comecei a gozar e gemer alto, muito alto mesmo. Meu filho gozou dentro de mim. Seu gozo foi forte, jorrou porra da minha buceta em abundância. Ficamos ali abraçados por um tempo descansando; eu ainda estava deitada sobre seu peito, enquanto recobrávamos a respiração e as forças.

Já recobradas as forças, me levantei do seu peito ainda lavado de suor, dei um beijo em sua testa — Agora a mamãe vai tomar um banho e dormir, tá bem? Você agora é um homem de verdade, parabéns [risos] — Obrigado, mãe. Estou um pouco desnorteado e preocupado. Não paro de pensar no meu pai, mas, muito obrigado — Então esse vai ser nosso segredinho, tá? — tá — Você gostou? — Gostei demais! Sem palavras mãe — Você vai fazer sucesso com as garotas, sabia? Pois me surpreendi com tamanha desenvoltura e pelo instrumento que você possui. Estou até com ciúmes já [risos] — besteira mãe, não a deixarei sozinha nunca, a senhora sempre me terá por perto para lhe fazer companhia quando o papai não estiver — Promete filho? — Prometo.

Assim concluímos aquela noite. Tomei um banho delicioso e fui para cama. Deitada, pensava naquela experiência louca, mais deliciosa que havia tido. Quebrando tabu, consegui ajudar meu filho na sua autoestima e de quebra ganhei mais um homem, meu próprio filho, para me proteger, fazer companhia e para me satisfazer na cama quando o seu pai estiver longe de mim, me fodendo todos os dias, descarregando o poder da sua puberdade e seu pau, grande e grosso, delicioso em mim e para mim somente. Desta forma me conformo mais com a ausência do meu marido.

FIM

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
09/09/2019 17:08:39
adorei, amo incesto e tudo mais...
05/08/2019 10:44:09
Muito bom
30/07/2019 16:58:47
Uma delícia de conto, não resisti e me deixei levar me imaginando nesta situação, gozei MUITO! Obrigado por dividir conosco.
23/07/2019 18:57:02
Texto muito bem concebido, muito bem escrito, excelente mesmo. Adorei. Parabéns.
21/07/2019 19:57:47
Delicia, amo incesto
11/07/2019 13:49:35
Ficaria muito feliz se lessem os demais contos e avaliasse.
11/07/2019 12:53:03
Ótimo conto
11/07/2019 12:39:33
Joia essa história...10
11/07/2019 11:32:27
Muitíssimo bom seu conto, fiquei muito excitado ao lê-lo. Obrigado por essa experiência de leitura.
11/07/2019 10:05:46
PARABÉNS PELO EXCELENTE TEXTO
11/07/2019 08:34:10
DELICIOSO
11/07/2019 06:45:40
Excelente. Não há outro elogio possível
11/07/2019 06:17:07
Muito bom, e muito bem escrito, parabéns

Online porn video at mobile phone


contos gay casado curradovidiopornodemulhe dabucetaenchadaauto escola conto eroticoporno tia mim da seu celula para mim ver olha oqui eu. ajeiHistrias erticas de velho com marombeirasxvedeo filho na aquenta ve sua mae de calsinha e acoxa elacontos eiroticos leilaporndando uma fududinhaconto fudendo o cu da Marilene mãe do DanielMeu primo playbou carioca conto gay cap 3loiro da cicatriz que eu amofilla recrama porque opau do seupai nao entra nabuseta delacoroa rebolando igual cobra debaixo do maridoporno com5homens um na boseta no cu na boa e oresto na pirikitaGoroto ele é virgem e pai agara o pau do garoto conto eroticocontos eiroticos leilapornleila peituda p...a porno parracontos eroticos eu meu namorado e o cachorroxviďeos dormindo ćoroascontos reoticos/lambemo o co da sobrimha de nove anosfesta buctao loucurascontos meu genro me comeu a forcaminhavisinha jemendoA bunda do engraxatecontos de incesto irmao assistindo tv com a irma novinha e comendo ela abracado por trascontos eroticos com nerd tristonhotira esse medo de mim porque eu vir o msrido da minha primq espiando no banheiroxvideo gay minino bateno chutinho de cuecaContos pornos-fudi a mendigaMulheres malhadas dando para jegues caras do pau gigante pornoescritor lipe casadoscontosCesinha virgem transando pela primeira vez com filho do vizinhomeu tio comeu minha bucetinha virgem parte 2 contos eroticosxvideoszoofilia tadinhaApostareiaMarido saiu potrabalho estava carente e dei pro meu cachorrojumento racudo comendo xota da mulher zoofiliaconto erotico me viram.no mato e me comeramcontoseroticocarenteincesto recente mae consentindo o pai com filha contosContos chupei a buceta da janarawww.casadoscontos-O doce nas suas veiasxvideos paacas.com.pemulhe tomando banho no banheiro pelada motrando só a buceta regasadacontos eiroticos leilaporncontos eiroticos leilapornMeu bucetao desemhado no short contosporbodoido papel de paredea vida de um mauricinho apaixonadomorena com os pentelhos enroladinhos trepando gostosoconto erotico enteada safada assediandoconto erptocp metroxxvideos com branquinha rabuda leva gosada na bucetaporno namorada nao gue da cu mai eu votetacontos de sexo depilando a sograporno contos inserto massegemum vidio porno com uma novinha que qque tentolconto erotico pequeno anjo jornadaxvideo chiar a cunhada no banho e comendo nelaCacetes gossosmenina cai em cima do negro jumento.gemer disvairadaleticia postal xvideosfime de porno mae e filhatrazano no banherox porno velho fedeno nefinha novinha amadoracontos erótico minha filha de shortinho curtonao resisti a o rabetao da gostosa da maninha e acabei trasando gostoso com elacontos a putinha dos pivetesso bucetimha de.nehrinhaeu quero ver vídeo pornô primo comendo a prima linda hein galeguinhacontos eroticos de encoxada com marido do ladocontos erotico comi a filha da enprega aforça meti na buceta e no cuConto erotico sou madura e consolo lesbicafilho sentando bambu pornoxvideo mulher negra de decote arumando cada//mostrando os peitoenteada so de calcinha deo mole para o padrasto dotadaocom a permissão da minha esposa eu levei minha filha pro motel pra eu tirar a virgindade do cu dela conto eróticoestrupada cagando filmeputonas d novo hsnburgo d beibi doljaponesinha chupando um pau pelo buraco da parede ver porno 10 minutos gratisconto erotocos minha mulher nao uza causinha nen sutiane ele bate o que Assumimos a bunda da irmãcontos eroticas provoquei meu cunhadocontos eroticos amo velhosporno vidio Avo cumendo aneitalesbicas xvideo.com brigonascontos erotico de puta querendo rolaContos eróticos de gozada na boquinha da madamecontoerotico eu namorada mae e tioXVídeos minha sogra mestre de obra de casaContos eróticos de gozada na boquinha da madamecasadoscontos eroticos meu professor me comeu.a porno namorada nao gue da cu mai eu votetaxvideo de gordinha praguinhaconto gay o meu sonho de consumocontos eiroticos leilapornsossegado sexo mulher cornoNovinha fica facinha e chupa o pau de todo mundo e da a buceta pra vários eo vídeo vazou na internet