MELHOR DO QUE VIAGRA

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Data: 29/04/2018 00:55:54
Nota -
Assuntos: Anal, Oral, Heterossexual

O HOMEM QUE MATOU MONA – Parte X

A jornalista espreguiçou-se, depois deu um beijo nos lábios do negrão, desejando-lhe um bom dia. Ele lhe respondeu com carinho. Ela esteve tomando banho cantando uma melodia qualquer, que ele não conhecia. Parecia feliz. Perguntou, lá do banheiro:

- Quem é Mona, amor? Você se baseou em alguém para escrever teus livros sobre ela?

- Mona é uma advogada, que certa vez encontrei num antiquário, num dia de chuva. Conhecê-la foi um momento mágico.

- Chegaram a ficar juntos, namorar, essas coisas?

- Estivemos casados por uns tempos. Acho que foi quando comecei a idealizar a personagem do livro. Já nem me lembro…

- Cadê ela?

- Não sei. Depois que nos separamos, cada um seguiu seu caminho.

- Mas por que se separaram?

- Ela tinha muito ciúmes de mim. Confundia cada personagem que eu criava com alguém que ela conhecia. Achava que eu a havia traído várias vezes com amigas dela. Chegou um tempo em que a nossa vida virou um inferno. Passamos a brigar diariamente. Para a separação, foi um pulo.

- Entendo. Estive sonhando com uma mulher muito sensual, de cabelos enormes. Ela era assim?

Ele demorou a responder. Achava estranho ela ter sonhado com alguém que não conhecia. Alguém que ele tinha assassinado. Ou será que não?

- Não. Ela tinha cabelos curtos e sedosos. Era belíssima.

Ela esteve calada por uns tempos. Depois, disse:

- O livro parece, realmente, ser mágico. Tive sonhos estranhos, que pareciam bem reais. Todos, sonhos eróticos. Acordei excitada e quis te chamar, mas você estava dormindo tão tranquilo…

- Agora estou acordado.

- Mas eu menstruei. Estou de “boi”, como dizemos em Recife.

- E daí? Esse “boi” não tem cu, não?

- Oh, amor. Isso é piada velha. - Disse ela, saindo do banheiro, se enxugando. Aproximou-se dele e deu-lhe um beijo demorado. Depois, falou:

- Melhor não. Não quero foder assim. Espere eu estar melhor e transaremos. Até porque temo sujar os lençóis da cama.

- Tenho algo para te dizer: houve três assassinatos ontem. E roubaram a criatura, lá do bar.

- Nossa, pra quê iriam querer um bicho feio daqueles?

- Uma das pessoas assassinadas era justamente a dona do bar. Acho que a mataram para levar o “peixe”.

- Jura? - espantou-se ela – mataram a minha amiga Zefinha?

- Sim. Lhe cortaram a garganta.

- Meu Deus. Tenho que investigar esse crime para o matutino onde trabalho. Se eu conseguir o desvendar, pode ser a minha porta de ingresso ao jornal.

- As duas policiais federais já o estão investigando. Principalmente porque os dois agentes que vieram acompanhá-las também foram assassinados.

- E o que é que você está esperando para me levar até as agentes federais?

Pouco depois, estavam no casebre onde o negrão morava. As duas policiais estavam empenhadas em colher vestígios dos possíveis assassinos. A jornalista esteve conversando com ela e fazendo umas anotações num bloco. O negrão ficou à distância, para não “contaminar” a cena do crime. Aí, o recepcionista apareceu, sem seu uniforme de trabalho. Estava de folga. Perguntou ao escritor:

- Já falou a ela da médica que cuidou de Sandra? Talvez ela possa ajudar nas investigações…

- Falou de quem? - Perguntou a morena da PF, demonstrando que escutava de longe.

- Nada não. - Gritou o negrão.

A morena se levantou, pois estava acocorada examinando o chão, e veio até eles. Disse:

- Você está me escondendo informações. Desde o início, percebi isso. Desembuche por bem, ou terá que fazê-lo por mal… - Ela disse, entredentes, ao negrão.

Ele olhou atravessado para o recepcionista, depois abriu o jogo:

- Há uma médica que mora aqui que andou cuidando de uma amiga do rapaz. Ela sabe do “peixe”. Que ele tem poder milagroso. E tem um companheiro violento. A princípio, pensei que ele tinha atacado a dona do bar para roubar o bicho. Mas a médica me jurou de pés juntos que ele não está mais no povoado.

- Como se chama essa médica? - Perguntou a ruiva Bruna, que também ouvira a conversa. Tinha vindo até o grupo.

- Maria. Não sei seu sobrenome.

- Ela é nova ou velha?

- Já tem os cabelos brancos. - Disse o negro.

- O companheiro dela é um cara magro, com cara de mau?

- Esse mesmo.

As duas policiais se entreolharam. A morena disse:

- Leve-me imediatamente à casa dessa senhora. Com certeza, ela ou o padre são os assassinos da dona do bar e dos meus companheiros.

No entanto, quando chegaram na casa da médica, não havia ninguém. A residência estava desarrumada, como se a doutora tivesse fugido às pressas. A morena soltou um palavrão. Depois, fez uma ligação.

- Oi, Cassandra. Acho que localizamos a dupla do mal, Maria Bauer e seu companheiro assassino. O que faremos?

Esperou alguém falar do outro lado da linha e disse:

- Não, não temos reforços. Ok. Vou te passando os informes.

- Ele vem? - Quis saber a ruiva.

- Por enquanto, não. Está a ponto de findar sua missão. Pediu que investigássemos, mas com cuidado, pois não temos cobertura.

- Entendo. Aquela dupla é infernal. Não nos convém levar essa investigação adiante sozinhas. Não é melhor esperar por teu irmão?

- Não. Arriscamos perder a dupla. Ainda devem estar por perto. Vamos deter o negrão. Talvez a médica venha atrás dele.

- Não existe cadeia no povoado. - Afirmou o recepcionista, que assistia a tudo calado.

- Então, o trancafiaremos no meu quarto!

A morena deixou Bruna continuando as diligências e fez questão dela mesma voltar ao hotel. Veio com o recepcionista, que ficou responsável por trazer o “xerife” até ela, e com o negrão. Quando ambos chegaram ao quarto, a morena falou:

- Este quarto tem grades nas janelas. Você ficará trancafiado aqui até resolvermos esse caso. Desconfio que o padre Lázaro vai tentar te matar. Aqui dentro, será mais difícil dele te alcançar. Eu mesma cuidarei da tua segurança.

- Acredita que eu tenha algo a ver com os crimes?

- Sinceramente, sim. Então, a partir de agora tua vida corre perigo. O padre é perigoso. E muito inteligente.

- Ué, mas não fiz nada contra ele…

- Ele saberá que soubemos que a dupla está aqui através de você, e vai querer se vingar.

- Entendo. Vai ficar o tempo todo comigo?

- Pretendo. - Disse ela tirando toda a roupa. - Mas vou tomar um banho, antes. Tome essa arma e esteja atento.

- Não entendo nada de armas. Melhor que fique com você.

Ela destravou a arma e ensinou-lhe rapidamente como usá-la. Entregou novamente a pistola a ele. O negro falou:

- Não tem medo que eu te renda com esse brinquedo e escape daqui?

- Tente. Não iria longe. E eu estou querendo te proteger. Portanto, esteja atento.

Quando a morena entrou no banheiro e afastou a cortina, levou um murro na testa. Foi projetada longe e caiu com todo o corpo. O padre Lázaro avançou para cima dela, armado de um afiadíssimo punhal. O negro gritou:

- Pare ou atiro. Deixe-a em paz e vá-se embora. Não quero ter que matá-lo.

- O padre olhou bem dentro dos olhos dele:

- Não teria coragem de atirar.

O negro, no entanto, apertou o gatilho. O padre foi lançado contra a parede do box, por causa do impacto da bala no ombro. Mas levantou-se com espantosa habilidade, e partiu para cima do escritor. Este demorou a voltar a engatilhar a pistola. Teria sido rapidamente assassinado, se uma voz não gritasse:

- Pare, Lázaro. Chega de mortes. Este jovem é meu amigo. Não vou permitir que o mate.

- Ele atirou em mim.

- Eu o faria, novamente, se você tentar algo contra os dois. - Disse ela, apontando uma pequena pistola para o ex companheiro. - E você sabe que eu tenho coragem de atirar. Portanto, vá para o nosso novo esconderijo. Rápido, pois pode aparecer alguém alertado pelo estampido. Logo estarei lá, para cuidar desse ferimento.

- Quer deixar a policial viva? Não entendo você…

- Já disse: chega de mortes. Vim dar meu recado, e não matar alguém. Depressa. Vá-se embora.

O padre saiu sem olhar para trás. O negrão relaxou da tensão. Viu a morte de perto, e ainda estava se tremendo. Tentou socorrer a policial, mas a doutora disse:

- Ela está bem. Apenas desacordada. O murro pegou na testa. O meu ex companheiro a queria viva.

- Por que mataram aquelas pessoas, principalmente a dona do bar? Que mal ela lhes fez? Só para roubar um peixe?

- Não matamos ninguém. Nem roubamos a criatura. Acredite em mim.

- Como posso acreditar nisso? Bastou eu te dizer das propriedades curativas da criatura, e logo acontece isso?

- Não fomos nós. Mas tenho interesse nesse animal. Então, dê um recado a essa policial aí no chão: estou disposta a me entregar, por quanto tempo durar as pesquisas que pretendo fazer, em parceria com a PF. Quero fazer algo que esteja dentro da Lei. Até porque não tenho mais os equipamentos necessários para pesquisar.

- Está oferecendo uma trégua?

- Sim. Mas, depois de terminada as pesquisas, quero a minha liberdade de volta. Isso é inegociável. Meu ex companheiro também não entra no acordo. Estará livre, para o caso dos policiais não cumprirem sua parte. Aí, não me culpem pela retaliação.

- Acha que os Federais vão querer esse acordo?

- Tenho certeza.

- E se te prenderem?

- Eu morro. Mas morro feliz. Sei que Lázaro me vingará.

O negrão esteve pensativo, depois perguntou:

- Você tem ideia de quem matou essas pessoas?

- Eu tenho a certeza. Mas não vou te dizer. Não consigo mais confiar em você. Provou que não consegue guardar segredo, e que faz juízo errado de nós. Mas o recado está dado. Vou-me embora. Deve ter alguém subindo, querendo saber que barulho de tiro foi aquele.

- Como entro em contato contigo?

- Eu é que entro em contato com você. Mas, se quer facilitar, volte ao teu barraco por uns dias, sempre à meia-noite.

Quando a morena acordou, ele lhe deu o recado. Não apareceu ninguém para saber o motivo do tiro. A policial viu os pingos de sangue no chão e olhou assombrada para ele:

- Você enfrentou e feriu o padre?

- Sim.

- Uau, garoto. Merece uma foda por isso.

- E o acordo proposto pela médica?

- Deixa eu consultar meu irmão. Não quero essa responsabilidade sozinha. Ela disse que sabe quem é o assassino?

- Sim. Parecia ter certeza.

- Estranho, essa porra querer nos ajudar, agora. Deve ter algo por trás dessa decisão.

- Com certeza. Mas eu arriscaria o acordo. Não vai ligar para o teu irmão?

- Depois. Estar viva me deixa eufórica. Jamais imaginei sobreviver a um confronto com o padre assassino. Por isso, fiquei a fim de foder.

- Assim, de repente?

- Está reclamando do quê? Você não está afim?

- Não é isso. É que estou impressionado com a sua disposição. Quase ainda agora, estava querendo me prender.

- Para te proteger, já tinha te dito. Deixe de lamúrias. Se não quiser me foder, procuro outro…

Num instante, estavam se beijando. Ela foi baixando a boca pelo corpo dele, em direção ao seu enorme caralho. Aí, viu as picadas de injeção em suas coxas. Perguntou:

- O que foi isso? Você se droga?

- Sim, mas de uma forma diferente. Conhece o “Sangue de Cristo”?

- Como você conhece esse composto? - Perguntou ela, cismada.

- A médica já mo aplicou diversas vezes. E, recentemente, tua amiga ruiva também o fez.

- Bruna? Mas isso é segredo da Polícia Federal. Não era para ser usado tão vulgarmente.

- Sem ele, eu não poderia te foder condignamente. Estou esgotado. Já gozei várias vezes hoje.

- Não me diga que tem amostras daquela coisa…

- Tenho pouco, mas tenho. Se me deixar ir ao meu quarto…

- Eu vou com você.

Quando ele lhe mostrou as ampolas, ela pegou uma. Pediu-lhe uma seringa com agulha e ela mesma aplicou o líquido esverdeado nele. O cara deu um berro, depois seu caralho endureceu imediatamente. Ela disse:

- Assim está mais interessante. Mete na minha xaninha, mete.

- Eu prefiro te foder o cu.

- Só se me satisfazer a periquita. Aí, eu deixo.

Ela o empurrou sobre o sofá. Estavam ambos nus. Ela subiu em seu colo, de frente para ele. Beijou-o de língua. Ele apalpou seus seios e lhe lambeu os biquinhos. Ela estava sedenta de sexo. Pegou uma das mãos dele e a colocou sobre a tabaca. Ele continuou lambendo os biquinhos, enquanto enfiava-lhe o dedo na vulva. Ela gemeu alto. Rebolou no dedo dele. Mas afirmou:

- Eu quero esse caralho enorme, e não dedo, porra. Me dá.

Ela mesma apontou o rebolo para a boceta e se enfiou nele. Estava taradona. Com algum esforço, estrepou-se até o talo. Depois disse:

- Agora, fode. E só pare quando eu não aguentar mais...


Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Ehros Tomasini a escrever mais dando dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.

Online porn video at mobile phone


conto a novinha com cinta penianacontos minha tia nick 2vi um negao tonhao rasgamdo a xota da minha esposapadastro de 45 cm no cu da intiada de 24 anosfilmes de diabo comendo ninfetas da belosexokomendo kuvirgenscomendo minha cunhada que veio morar com agente aspanteraseu sou uma mulher casada eu vi minha amiga cheirando minha calcinha no banheiroxvidiocomendo.a novinha sem tirar o chortecontos erótico tenho um amante e meu marido o sabe sexo gayconto meu marido virou minha putamtk contos eroticos coisas do destino capitulo 1Fotos novinlhaa dormindo e sendol abusadaporno negao fas muleca grintaDedando.a.casada.dormindo xvideopornopai fode filia emcanto mae trabalhacliente dando a buceta para os manobristasmachos do pau cabelydos negao ditados brasileiros nuscrente safada contoscemtou xvideo. caserío puxou pro ladoxvídeos i****** filho tenta fudera mãe e ela não quer dar mas acaba conseguindocontosmae e noratitio empurro ate o saconovinha boa com o shorti aberdadodorzinha contos sadomasoquismoai ta machucando meu utero caralho vai devagaxvideos vadias loiras se prozeandobuceta lagar pelo jeguehttp://comto erotico comendo cú menina crentecontoerotico eu,namorada, minha mae e tio jorgemulher trasando cem saber com oltroxisvido irma de toalhacontos erotico,meu genro me enrrabou dormindobiombo banheiro xupa casada videoporbodoido varias enfermeirasjoelma da buceta enchada da o cu pro amigo do seu filho porno doidvideo de prono doido com loiiraasvelho rasgador de bucetaencoixo empregada safada e goza na piacontos gozei na boca da menina deficientemulher adora ver o marido ser fudidowww.xxvideo menina colegial mae calvolgandoirmã linda gostosa dando sua bucetinha virgem para o sermão do atadorapais de academia mostrando o pintauxvidio com mocabiqeamigas chantageadas depois de furta pornomeu amigo comeu minha mulher e ela se apaixono contos de uma depravadaconto erotico macho dominador convida amigos pra foder viadinho submissogosando no rabo da madura e deixa o cacete dentro ate sae toda porraquero ver um vídeo da Cidade de Areia do interior boyzinha de láNoviha cemtano no carahaowww.xvideos.com gay chorando no pau de gutaocontos eroticos d cornopra comer a espozamulheres de 28 anos com muito tesão só puxa calcinha de lado pró kidbengala metehomempicudo cpmendo cadela no cioesperma saindo na cueca cagada/pornoxvideos com sena em saiandafotos. de pirocasde cavalomarguinhos lolinhos novinhos xvideos.comxxx foda da irima imaumullle endurecendo unha pica para tranzairma fasexi irmao pau gadecontos eroticos de trepadas com tias sacanasporno-casados-fas-porno-pelo-buraco-da-paredecontos erticos gays stio seu jairmulher da o cu na cozinha segurando na piaporno surgido depois da conversa heteroContos eroticos velhoO q uza na odor na vajina da mulherSou coroa casada os mulekes rasgaram minha calcinhabrutamontes caio parte 14 pornorola de 19 centrimetros na priquita da mulher X video