O que fazem os homens

Um conto erótico de Filho
Categoria: Homossexual
Data: 25/11/2017 14:20:24
Nota 9.00

Havia uma beleza na diferença entre os corpos deles, aquele contraste entre o corpo maduro e forte de um e o corpo jovem e levemente mais delicado que o outro. O corpo forte, cheio de músculos por conta dos anos usados com trabalhos braçais envolvia com uma força paterna, mas as mãos fortes desciam pelo corpo do outro, entrando no meio das nádegas brancas e joviais, a mão grande, forte entrava ali com uma malícia que fazia com que o dono daquele corpo jovial exalasse seu êxtase pela boca, com gemidos indecentes que motivavam o que quer que estivesse no meio das pernas daquele homem maduro.

Os dois se beijavam, a boca jovem sugava a língua do homem mais velho, enquanto a barba dele deixava o rosto dele vermelho.

Assim que mais um beijo se encerrava, os olhos do homem maduro brilharam em minha direção, possuídos por uma maldade quase insana, cheios de um desejo ardente que eu jurava que podia sentir queimando a minha pele. Eu estava parado assistindo aquela cena, meus olhos vidrados com os corpos entrelaçados, completamente nús.

Quando o mais jovem se juntou ao mais velho, o rosto dele exibia uma vermelhidão, ele sorriu com uma cara de safado, enquanto o homem falava com sua voz rouca, baixinha, mas ainda assim, extremamente poderosa.

— Venha, meu garoto - disse meu pai, abraçado de maneira erótica com meu namorado - Papai vai ensinar o que fazem os homens.

Apresentei Renato para meu pai quando completamos três meses de namoro, ambos com 19 anos, estávamos no calor do nosso relacionamento, desafiando as leis com horas intensas de sexo, que alegria descobrir em Renato um amante tão voraz e tão dedicado na cama. Nunca passei por nenhuma situação constrangedora com relação a minha sexualidade, meu pai, mesmo com a aparência rústica de homem trabalhador nunca emitiu nenhuma opinião preconceituosa com relação ao meu namoro. Foi simpático ao conhecer Renato. E eu percebi que meu namorado havia se impressionado com a beleza do meu pai.

Meu pai se chama Roberto, mais conhecido com Betão, um homem corpulento de 52 anos. Alto e forte, tem o corpo peludo, másculo, com uma leve barriga por conta de suas cervejinhas na hora do lazer. Não fiquei espantado com a cara de Renato, eu sabia e sempre soube que meu pai chamava a atenção.

Depois de apresentados, até brinquei Renato sobre o ocorrido, ele tentou disfarçar com as bochechas vermelhas, mas eu sabia que meu pai fascinava muitos garotos da minha idade que tinham sonhos regados a fantasias com homens mais velhos.

O que eu não sabia era que Renato realmente fantasiava com um homem mais velho, descobri na cama, duas semanas depois, ele me confessara que tinha muita vontade de se relacionar com um homem mais velho, mais experiente. Entrei na brincadeira, comecei a perguntar que tipo de homem ele queria, e ele me descreveu meu pai com exatidão.

—Você tá falando do meu pai- Falei ainda suado do nosso sexo.

—Claro que não, você é doido? - ele disse com pouca convicção.

Deixei quieto, mas vira e mexe voltava no assunto, percebia que eu também gostaria de me envolver com um cara mais velho, procuramos em aplicativos um macho mais velho, mas poucos nos interessavam.

Foi em uma sexta feira que a loucura começou a dar sinais de vida. Tinha visto meu pai chegar da academia, estava todo suado, e quando ele foi para o banho, roubei sua cueca suada, cheirava macho puro. Quando Renato chegou aquela noite, nos enfiamos no meu quarto enquanto meu pai estava na sala, mostrei a ele a cueca. O tecido preto ainda meio molhado de suor. Sorri cheirando a cueca, mostrando meu pau duro como pedra. Ele pegou no meu caralho, e me perguntou o que era aquilo.

—Uma cueca usada - eu respondi.

—De quem? - ele perguntou mas já sabia a resposta.

—Do meu pai - eu disse com maldade nos olhos, mostrando e chamando ele para enfiar o nariz no tecido, para dividir aquele cheiro de macho.

Ele nada disse, mas segurando meu pau com firmeza, enfiou o nariz junto a mim, juntos nos masturbamos, lambendo o tecido e sentindo aquele cheiro puro de macho. Quando a punheta atingiu um nível selvagem eu comecei a brincar com a fantasia de Renato.

—Imagina o cheiro do saco dele? Você tá imaginando não tá? Eu sei que tá… Agora imagina o gosto desse homem nas nossas bocas…

—Ele é seu pai-ele disse baixinho.

—Cala a boca - eu disse intensificando a punheta-Fala pra mim, fala como você faria. —Eu me enfiaria no meio das pernas dele agora, enfiando o nariz naquele saco, enfiando a minha língua só pra provar a textura do saco…

—Você é safado demais- eu gemi.

—Voce quer saber mais?

—Quero- eu disse encarando ele nos olhos. Pedindo mais informações da sua perversão com relação ao meu pai.

—Eu ia pegar o pau dele com as duas mãos, lamber a Cabeça, cuspir naquela rola, enfiando na minha Boca, enquanto você assistia, batendo uma…

—Você quer que eu assista?

—Quero,quero você chupando meu cu, deixando ele bem lubrificado para o seu pai.

—Você vai ser a puta dele.

—Só se você assistir.

Gozei, espirrando porra na suas mãos, ele gemeu ao gozar, ficamos ali, nos olhando enquanto a cueca suada do meu pai jazia sob nossos pés.

E então, a partir desse ponto, nos dedicamos a espiar aquele homem, meu pai, observando o quanto ele era robusto, suas costas largas, sua cara de macho, sua voz grossa e rouca, seu volume suculento, as mãos grandes, o peso do seu andar, quando ele Coçava o saco, Renato me olhava, e quando eu o comia, ele pedia meu pai, pedia o pau do meu pai, juntos imaginávamos como seria servir aquele homem.

O que eu não sabia, mas hoje eu sei porque meu pai me conta essa história com prazer, é que meu pai acompanhava essa loucura de perto, inclusive começando a ficar mais tempo sem camisa, batendo punheta no banheiro, deixando ambos enlouquecer com nossas fantasias.

Meu pai era um baita de cafajeste, um filho de uma puta, um macho gostoso, e eu não sabia, mas eu juro, eu juro por Deus que eu desvendei aquele macho.

Percebi que havia algo no ar quando senti que meu pai Estava, de certa maneira, dando em cima de Renato, sorrindo mais, encarando meu namorado, se exibia, largado no sofá, usando Bermudas minúsculas, exibindo aquele pacote orgulhoso por ter dois ninfetos obcecados com sua beleza.

Papai era viúvo, eu nem havia conhecido a minha mãe, e nunca, digo, nunca havia visto ele com outra mulher. Mas eu sabia que ele se aliviava de alguma forma.

Foi em um sábado que eu cheguei em casa, parei na porta porque ouvi um barulho, era uma voz baixinha, gemendo.

Meu corpo esquentou enquanto meu coração subiu a Boca. Eu queria mais do que tudo Flagrar meu pai no ato, Imaginava isso, pensava nisso obcecadamente.

Entrei como uma criança que se esconde para pegar biscoito na cozinha sem mãe ver. Entrei lentamente. Foi quando eu vi aquela Cena que fez meu corpo todo explodir em um tesão que me queimou a inocência. Eu parei observando aquilo, meu pai estava completamente pelado, era tão grande, tão másculo, peludo, Sua boca beijando a boca de Renato com uma fome sensual, buscando o interior da bunda carnuda do meu namorado, enfiando os dedos nele, enquanto Renato gemia como uma puta, deixando aquele homem fazer o que quisesse com ele.

Senti meu pau duro na calça, tão duro que eu não Lembrava de sentir um tesão tão gigantesco quanto aquele.

Foi quando ele me viu, sorrindo com a maior cara de pau, olhou nos meus olhos,Renato acompanhou seu olhar, me encarando nos braços do meu pai.

— Venha, meu garoto - disse meu pai, abraçado de maneira erótica com meu namorado - Papai vai ensinar o que fazem os homens.

Eu não falei nada, não tinha voz, não tinha condições de falar qualquer coisa ali. Mas meu corpo pediu aquilo, fui andando até eles. Meu pai me puxou para perto deles, arrancou a minha camiseta, meu namorado beijou a minha Boca com fogo, lambendo meu céu da boca, enquanto os dedos do meu pai passeavam pelos meus mamilos.

—Beija ele - pediu meu namorado - Seu pai também quer, seu pai também pensa nisso.

Encarei meu pai, ele me deu um olhar tão safado, tão filho da puta, eu nunca tinha visto aquele lado do meu pai, nunca havia tido uma pista desse macho sacana e lá estava ele, me esperando para um beijo.

Me aproximei dele, sentindo o corpo dele emanar um calor pecaminoso. Nos olhamos de perto, olho no olho e tudo desapareceu. Sem perguntas, sem explicações eu aos 19 anos, compreendi que meu pai morria de tesão por mim.

A língua quente dele lambeu meus lábios enquanto meu namorado assistia com os dedos do meu pai socados no seu cu. Quando a língua dele passou sensualmente nos meus lábios eu puxei meu pai num abraço, enfiei a minha língua na boca dele. Nos beijamos, com força, com tesão animal, dois machos, não mais pai e filho, mas dois amantes. Nossas bocas se envolveram em um beijo tórrido, cheios de significados, cheio de uma paixão reprimida pelas regras de uma sociedade que simplesmente condenaria esse amor. Meu namorado assistia em silêncio enquanto pai e filho se acertavam, buscando nos beijos nossas respostas, senti o gosto do meu pai, a umidade quente do interior de sua boca, como uma fruta proibida, tão saborosa, sua barba raspando no meu rosto quase sem barba, sua força, sua sensualidade gritando dentro da minha boca, ele puxou meu corpo para ele, enfiando a sua mão dentro da minha calça, procurando meu cu, enfiando-se ali, dominando eu e Renato com facilidade. Nós dois, ali, sentindo os dedos grossos do meu pai, soltei um gemido que ecoou dentro da boca deliciosa do meu pai.

—Quanto tempo que imaginei como seria o calor do seu cu, agora estou sentindo na minha mão, você é delicioso, meu filho. Eu nunca havia pensado em você dessa maneira, porque você se tornou esse homem tão delicioso?

—Pai…

—Não fala nada, só não tira essa boca do meu corpo.

Deixei minha boca escorregar para seu pescoço, onde aproveitei para sentir o cheiro do seu corpo, aquele cheiro de suor, aquele cheiro de homem que tanto me fascinara.

Meu pai buscava nossas bocas, intercalando entre eu e meu namorado, seduzindo as duas presas, tão dominadas, tão completamente dele.

Renato buscou minha boca, todo cúmplice, meu pai assistiu com prazer, dedando nossos rabos que piscavam cheios de vontade.

Os dois me ajudaram a me livrar das roupas e pela primeira vez fiquei nu na frente do meu pai. Os olhos de papai me olharam apaixonados. Foi nessa hora que tive a visão maravilhosa do seu falo.

Papai era dono de uma serpente grossa, uma rola cheia de veias que pulsavam ameacadoramente, tão poderoso, tão belo, a Cabeça muito vermelha babava em silêncio fazendo-se valer a fome da besta.

Segurei aquela rola e meu pai urrou, fechando os olhos enquanto eu pegava com firmeza naquele caralho. Minha mão mal fechava em torno daquele pau grosso.

—Toma em sua boca, meu filho- ele pediu baixinho, em uma súplica que jamais sairia da minha mente.

Eu e Renato nos abaixamos, ajoelhados perante nosso Macho Alfa. Papai era ainda mais forte visto daquele ângulo.

—Enfia na sua boca- gemeu meu namorado.

Abri a boca sentindo minha saliva escorrer tamanho era meu desejo por aquele membro. Deixei que minha língua entrasse em contato com a fenda que babava para mim,eu olhei para meu pai ao fazê-lo. Ele. Mordia o lábio inferior com ansiedade, olhando a boca do filho babar. Enfiei a cabeça na boca, ele fechou os olhos, eu fui mais fundo, socando de uma vez aquela serpente tão selvagem. Senti o gosto íntimo do meu pai, enquanto a boca de Renato beijava as virilhas dele. Encarei meu namorado com Aquele rola pulsando na minha língua. Nos dois, cúmplices daquele pecado, enquanto meu pai observava nossa fome pelo seu mastro.

Tirei a da boca, observando meu rastro de saliva, servi para Meu namorado, que enfiou com rapidez na sua boca, metendo aquele pai com vontade dentro da sua garganta, aproveitei para enfiar o nariz nos pelos dele, sentindo aquele cheiro da cueca, meu cu pulsou, olhei para cima para flagrar o olhar indecente que meu pai lançava ao meu Namorado.

Colocamos o pau no meio de nossas bocas, beijando com as línguas tão sensuais disputando os muitos centímetros daquele caralho poderoso. Os dois olhando nos olhos de meu pai, que passava as mãos carinhosas nos nossos cabelos, nos trazendo para perto dele, cercados por suas pernas grossas e peludas. Meu pai sentou no sofá, as pernas abertas, largado no sofá, pronto para que ambos o servissem.

Foi uma loucura desesperada, os dois enfiando aquele caralho nas bocas, ele babava junto a mim, deixando aquele cacete ensopado. Os fios de saliva conectavam nossas bocas naquele cacete. Nos olhávamos cheios de desejo, aquela rola pulsava, tão deliciosa, tão poderosa, ele empurrava minha cabeça, fazendo eu engolir aquele pau com tudo, enfiavamos até a garganta, era prazeroso ver meu namorado esconder a caralha do meu pai na sua boca. Depois a rola saia, escorrendo uma saliva volumosa, eu enfiava na minha boca, ouvindo os gemidos intensos do meu pai, que assistia calado, deixando ambos trabalharem naquele pai com total liberdade.

Lambiamos suas bolas enormes, sugando seu saco, metendo as línguas nas virilhas, enfiando o nariz nos pentelhos. Ele segurava a base daquele caralho para que eu o enfiasse na boca, ele ria ao ver minha fome, nos beijavamos dividindo o sabor do meu pai, do pau do meu pai.

Quando Renato socou a rola na garganta, eu afundei sua cabeça ali, fazendo ele foder aquela rola com vontade, fazendo ele engasgar com a pica do meu pai pulsando na sua garganta. Encarei meu pai, submisso, fazendo ele ficar de boca aberta, nossos olhos cheios de malícia, enquanto a boca do meu namorado babava na sua rola. Buscamos nossas bocas, beijando demoradamente, sensualmente, ele experimentando minha boca com seu gosto pela primeira vez.

Soltei Renato que cuspiu na rola do meu pai, engasgando, todo vermelho e suado, ele beijava as coxas do meu pai, assistindo nosso beijo.

Meu pai me puxou com tudo, me colocando no seu colo, abrindo minha bunda, passando aquele pau babado e duro nas minhas pregas. Nos beijando, percebi ele guiar a boca de Renato direto para meu cu, senti então a língua do meu namorado ali, gemi provocando meu pai, agarrando os cabelos da nuca dele, meu pai foi direto para meus mamilos, sugando com sua boca quente enquanto a língua de Renato entrava no meu cu. Ouvia o barulho da boca do meu namorado, sugando meu rabo com vontade, ele passava a rola do meu pai, tão dura, tão forte nas minhas pregas, me fazendo delirar com aquele toque tão masculino.

Ele socava a rola na boca, cuspindo no meu cu logo depois, deixando tudo muito babado.

Encarei meu pai, cheio de tesão.

—Chupa meu cu - eu não pedi, eu ordenei.

Ele deixou ali no sofá, se juntou a Renato, os dois agora chupando meu cu, se beijando enquanto dividiam meu rabo. Eu tremia, mordendo o sofá, louco de tesão sentindo aquelas línguas nas minhas pregas, ouvia seus beijos melados, imaginava os olhares deles para meu cu que piscava sem parar. E então, eles enfiavam ali, juntos, senti meu pau na boca de Renato, enquanto meu pai brincava com sua língua, eu passava as mãos pelos meu corpo me sentindo tão delicioso, tão quente, meu corpo todo arrepiado, rebolava para eles, Renato sugando meu pau, meu pai no meu cu. Eles trocavam de lugar, e eu respirava ofegante tremendo, senti meu pai enfiando dois dedos no meu cu, mordia o sofá para no gritar.

Renato assistia meu pai enfiando os dedos no meu cu, olhando a maneira como os dois dedos grossos dele me alargavam, me preparando para o inevitável.

—Come ele - ouvi Renato pedir com malícia - Fode seu filho.

Eu sabia que Renato estava amando aquilo, sabia que ele queria ser a única testemunha daquele pecado porque ele adorava frisar que eu era filho dele, que aquele mago enfiando a língua no meu cu era o meu pai.

—Você quer dar pra mim, filho? - meu pai perguntou com um falso tom de questionamento, porque ele sabia que eu queria, ele via no meu cu que eu eu queria. Olhei para ele, abrindo as nádegas com as minhas mãos, piscando para ele, respondendo sua pergunta óbvia.

Ele colocou Renato deitado no sofá, enquanto meu namorado chupava minha rola e eu a dele, ele tinha a visão maravilhosa do meu pai se ajeitando para me comer, ouvi meu pai cuspir na mão, sabia que ele estava nesse exato momento lubrificando aquele caralho para enfia-lo no meu rabo, tremia com a rola de Renato dura na boca.

Senti as pinceladas, a cabeça forçando a entrada, agarrei o pau de Renato com força, enquanto meu pai afundava aquele caralho grosso nas minhas entranhas. E quando entrou, meu Deus, quando entrou eu gritei, sem me segurar, eu gritei de dor e tesão, sentindo o quão grosso meu pai realmente era. Senti aquela dor prazerosa quando a pica invade. Fechei os olhos deixando meu pai entrar no meu rabo, relaxando muito bem para que nada atrapalhasse sua empreitada para o centro do meu corpo, sentia a mão forte dele segurando minhas ancas, dando apoio para aquela estocada.

Quando penetrou por completo, me larguei em cima do corpo do meu namorado, enfiando a rola dele na boca. Meu pai então começou a bombar, perdi a linha ao sentir aquela primeira bombada, ele metia forte, com intensidade. Meu cu rasgando logo de cara, Renato chupava meu pau, observando a rola grossa do meu pai fazendo um estrago no meu rabo, eu saia que ele queria aquilo também, eu sabia disso, imaginei sua inveja ao ver o caralho do nosso macho entrando no meu cu.

Meu pai agarrava minha bunda com suas mãos, puxando meu corpo para junto dele pelas carnes. Ouvia seus urros intensos conhecendo o interior quente do meu corpo, conhecendo a musculatura do meu rabo que piscava intensamente no pau dele, meu cu apertado, tão quente, ele tremia, eu sentia o corpo dele tremendo, quente, rijo, imaginava a cena que Renato estava tendo ali debaixo, vendo a rola do meu pai entrando com tudo no meu cu, assistindo o saco dele balançando enquanto ele fazia aquele gingado de quando um macho como ele se alimenta.

Enfiava a rola de Renato na boca, enganando com força, deixando ele mais duro ainda, abria bem meu cu para que papai pudesse se enfiar cada vez mais fundo dentro de mim. Rebolei para ele, meu pai gemeu de agrado, batendo com as mãos enormes na minha carne. Enfiava e tirava, com força, com rapidez, me deixando sem ar quando ele socava tudo e com saudades quando arrancava quase por completo, mas rapidamente ele enfiava até a talo, eu descontava meu tesão na rola de Renato que eu nunca tinha visto tão dura.

Era delicioso ser comido enquanto sentia a boca do meu namorado envolvendo meu caralho por completo, meu pai bombava com violência, socando bem fundo, era intenso, agarrava minhas nádegas a ponto de me machucar, mas quanto mais ele me machucava, mais eu queria sentir a dor que ele proporcionava.

Ele me puxou pelos cabelos, fazendo minhas costas grudarem no seu peitoral peludo, suado, forte e poderoso, me enforcou num abraço másculo, metendo bem forte, com Renato ali debaixo, ele me agarrava, chupando minha orelha.

—Toma, filhão - ele gemeu agarrado ao meu corpo, metendo forte, Renato dando um show de boquete - Toma esse pau, que delicia esse cu, que cu quente, meu Deus do céu, que cu é esse, meu menino?

Agarrei os braços do meu pai, me segurando, ele metia mais forte ainda, enfiando com muita força, eu tremendo, sentia o suor dele escorrer pelo meu corpo, sentia o cheiro dele dominando a sala, me inundando com sua luxúria, me consumindo, me domando, meu rabo era dele, sentia meu pau na garganta de Renato, a rola do meu namorado dura, babando na barriga, ele assista a pica durassa do meu pai bombando, nos beijamos, ele sugando minha boca com desespero, querendo meu gosto, querendo meus beijos, eu suguei sua língua, nos encaramos pela primeira vez com seu pau no meu cu.

—Esse cu é meu, você me entende? Esse cu é minha morada, é minha casa agora- papai usava um tom de ameaça, um tom perigoso cheio de verdade — Não tem pra ninguém, a partir de hoje, esse cu é meu.

Ele me agarrou, pegando meu corpo, me deitando de ladinho, metendo bem forte, Renato deitou ao meu lado, nos beijando ele segurando minhas mãos enquanto meu pai afundava mais e mais aquele cacete grosso no meu cu.

Imaginem a cena, eu de ladinho, recebendo toda a violência do meu pai, concentrada no meio do meu cu, meu namorado me segurando, me dando apoio, beijando minha boca. Aquilo me fez subir pelas paredes, nunca havia me sentido tão sexual e sensual. Renato começou a socar seus dedos no cu, olhando nos meus olhos como se implorasse para sentir o que eu sentia, nossas bocas unidas, respirando juntos, ele captando meus gemidos indecentes e meu pai bombando como um tigre, um animal selvagem.

—Tá na sua hora- gemeu meu pai para meu namorado.

Tirou o pau de mim sob meus olhares de protesto, sentindo o enorme vazio que ele deixara em mim. Pegou Renato com facilidade, colocando ele de ladinho, beijei Renato enquanto papai entrava nele, meu namorado, o homem que eu amava, gemendo como uma cadela no cio sentindo a rola do meu pai alargando seu rabo como eu jamais fui capaz de fazê-lo.

Renato me encarava, levando aquela tora no cu, meu pai olhando nos meus olhos, comendo ele com força, mostrando aos dois quem mandava naquela porra. Eu alisava o rosto fogueado de Renato, que tremia suando enquanto papai o Devorava.

Nossas línguas circulando, brincando sensualmente, enquanto eu sentia a vibração da voz de Renato com seus gemidos cheios de verdade. Meu pai beijava-lhe o peito, chupando seus mamilos com aquela boca enorme, o pau de Renato duro como pedra, enfiei na boca, ele se contorceu ao sentir pai e filho dividir o seu corpo, gritava um grito silêncioso, com a boca aberta em choque com o prazer que estava sentindo. Sua pica babava, estava dura, latejando, tão deliciosa quanto o fato dele estar cavalgando no meu próprio pai.

Quando achamos que nada superaria o tesão, meu pai colocou os dois sentados na sua coxa, mandou que fodessemos o seu caralho, deitados no seu peitoral, eu sentava, fodendo aquele caralho que pulsava com a minha malícia, meu pai gemia, segurando os dois com uma facilidade bestial. Depois o pau saia de mim e entrava em Renato, que pulava com vontade fazendo papai gemer, busquei a boca dele, enfiando a minha língua, sentindo o gemido rouco do meu pai. Deitados naquele peitoral largo, brincando de foder aquela rola deliciosa, dividindo aquele macho, usando o pau dele. Papai acariciava nossos corpos, gemendo gostoso, assistindo a nossa disputa pelo seu pau.

Fizemos ele gozar com as bocas, os dois ajoelhados, enfiando aquele pau com uma fome desesperada, papai explodiu em um gozo desesperador, urrou, estava todo suado, largado, enquanto ambos ficávamos com o rosto molhado com sua porra grossa e muito branca, enfiando aquele pau ainda duro nas bocas ávidas, limpando seu gozo, brincando com seu leite, cuspindo um na boca do outro. Gozamos aos seus pés, juntos, tremendo e encharcados com o suor do nosso macho, papai acariciando nossos rostos meados de porra, rindo baixinho.

—Minhas putinhas! - ele disse carinhoso assistindo eu e meu namorado enfiando seu caralho melado nas bocas cheias de tesão.

Encarei meu pai, ele sorriu pra mim e ali soubemos que nossa relação jamais seria a mesma, tínhamos encontrado nosso homem mais velho, nosso macho alfa e servi-lo seria, a partir daquele dia, nossa única missão. Eu e Renato nos beijamos com aquele caralho pulsando no meio de nossos lábios, nos encarando apaixonados, enquanto meu pai tinha espasmos por conta da sensibilidade do seu pau. Não tínhamos a mínima pressa de sair do meio daquelas pernas, não tínhamos nada mais interessante do que estar ali, onde sabíamos que era o nosso lar. No meio das pernas do meu pai, aprendendo o que fazem os homens.

Comentários

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08/01/2018 15:27:03
bom
05/01/2018 11:40:58
Amei!
02/12/2017 23:58:52
http://kxcontos.blogspot.com.br/ novo site galera! Visitem! contos e muita putaria
29/11/2017 02:18:35
Mto bom
28/11/2017 18:38:31
Engraçado que o povo reclama de incesto mas nao deixa de ler...hahaha
26/11/2017 01:33:11
NADA CONTRA RELAÇÕES INCESTUOSAS, APENAS NÃO CURTO RELAÇÕES A TRÊS OU TIPO SURUBAS. RELAÇÃO PRA MIM É A DOIS, SEJA INCESTO OU NÃO.
25/11/2017 19:12:12
Um belo conto,apesar de achar essas relações incestuosas esquisitas ainda mais a três.

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