Os Garotos do Rugby #2- Ajoelhados aos meus pés

Um conto erótico de Rafael
Categoria: Homossexual
Data: 06/02/2017 09:38:46
Nota 10.00

A água fria caia em meu corpo, eu tentava esvaziar minha mente daqueles corpos sensuais que simplesmente queimavam na minha cabeça. Eu sentia meu pau duro no meio das minhas pernas mas evitava olhar para baixo, ignorava meu pau e meu corpo, fechei os olhos, as imagens de Kiko estouravam na minha cabeça em milhares de imagens fractais. Porra, sempre tive um tesão enorme naqueles moleques, sempre contive aquilo, afinal sou um homem casado, tenho um filho já. Eu sempre soube desse desejo mas isso nunca foi problema para o meu casamento. Sempre separei as coisas, caçar sempre foi longe de casa e do círculo social, algo para descarregar meu tesão.

Mas aquilo, aquele moleque que eu convivo há tanto tempo, aquele moleque que era só mais um mimadinho com a vida feita, porque aquele tesão, porque aquilo agora. Meu corpo tenso queimava debaixo da água gelada.

Lembrei das costas fortes e negras de Marcos, a bunda redonda, empinada, as nádegas perfeitas, as coxas grossas, o corpo liso, o jeito que a água escorria por sua barriga tanquinho, completamente trincada. As veias que permeavam todo aquele corpo suculento. Perdia a respiração olhando aquele moleque espetácular.

Lembrei de Juan, a água caindo no seu tórax forte, os mamilos grandes que apontavam para frente, os poucos pelos que formavam o famoso caminho do mal, as duas pintas que ficavam em cima dos seus lábios vermelhos que eram carnudos e abrigavam dentes brancos. A sua bunda era tão apetitosa quanto a de Marcos, as coxas grossas, o seu pau que mesmo mole era grande e se unia a um saco espetácular.

Kiko veio por último, cara de pivete arteiro, o corpo grande, pesado, a barriga saliente, o peitoral grande, a cor branca e o corpo liso, seus olhos verdes e sua boca vermelha que juntos formavam uma dupla perigosa. Suas costas largas e fortes, sua bunda era a mais linda de todas, grande, redonda, empinada, lembre quando ele abriu a bunda, mostrou sua frutinha, era rosada, lisinho.

Segurei meu pau, as veias pulsavam revoltadas com o esforço que elas faziam bombeando sangue naquela carne, deixando a fenda da cabeça vazar uma quantidade grande de baba, o que molhava a extensão do meu pau.

21:45

Eu não dormia, rolava na cama, estava apenas de cueca, ar-condicionado ligado, mente a mil e meu corpo queimava, me deixava suado. Eu não podia ir até lá, não podia cair no jogo daqueles moleques, eles poderiam estar aprontando uma comigo, seria bem do feitio deles.

Fechei os olhos, abri os olhos.

Bebi água, meu pau doía, eu não pensava nem em bater uma pois no estado que eu estava eu ia surtar de tesão.

Confesso que acabei escutando meu diabinho interior. Me olhei no espelho antes de sair, estava de cueca boxer branca, ajeitei meu pau na cueca e sai pela porta do meu quarto.

Fui até eles, bati na porta.

- Entra - Ouvi a voz de Kiko.

Abri a porta, quase morri com a cena, era algo que eu gostaria que cada um de vocês estivessem lá para ver, juro. Mas vou tentar narrar a cena dá melhor maneira possível.

O quarto era grande, havia camas com lençóis brancos espalhadas, bem ao centro, em uma única cama, Kiko, Juan e Marcos estavam de quatro, os três de jockstraps pretas, as bundas abertas, lindas, queria chupar aquelas bundas até o mundo acabar. Os três rapagões são três homens grandes, pesados, meu pau doía e dava fortes guinadas para cima como se aqueles rabos fossem hipnóticos. Andei calmamente, respirava fundo, me controlava ainda. Vi Kiko virar o rosto para trás. Seu sorriso ardeu, seus olhos brilhavam maliciosos.

- Quem sabe a gente não melhora com umas palmadas, Treinador? - disse Kiko com voz manhosas rebolando aquela bunda enorme pra mim.

- Pode ensinar a gente a obedecer os homens mais velhos e poderosos que nós. Mostrando quem manda, Treinador? - disse Juan me olhando. Sua bunda dançava me provocando.

-Pode colocar a gente de castigo, ajoelhados sem ter o que beber, faça a gente refletir olhando nos seus olhos e se a gente for bonzinho você dá pra gente leite, o que acha Treinador? - disse Marcos, aquele rabo me chamando.

Fui chegando perto, ajoelhei no chão, aquelas bundas ali, pra mim, me chamando, cada cuzinho piscando em um ritmo diferente. Três docinhos que eu queria me fartar, me lambuzar. Enfiei a cara no meio da bunda de Kiko, respirei fundo e senti aquele aroma de cu que só um expert em cu poderia sentir, minha boca encheu de água, salivei. Meti um tapa na bunda dele e ouvi seu gemido grosso, meti mais um tapa, mais forte, que gemido enlouquecedor ele soltara, meu corpo tremia e o suor começava a escorrer. Minha língua foi até seu botaozinho abertado, senti ele se retrair ao primeiro contato com a minha Língua, depois ele se soltou, lambi de novo, seu gosto espalhando por cada cm da minha boca, soquei a língua ali no meio deixando o moleque sem ar, abri a bunda, enfiando a boca ali, beijava seu cu como se fosse uma boca, os seus gemidos eram indecentes, me alucinavam. Rebolou na minha boca, socava a língua naquele cuzinho, mordia as nádegas, cuspia, lambia.

Juan gemeu com o primeiro tapa, no segundo me chamou de filho da puta, mordi a bunda, abri e cuspi no meio daquel cu. Lambi as pregas em seguida fazendo o garotão gemer como uma gatinha, ele tremia, minha língua percorria seu cu, minha boca beijava aquele cu, a língua pedia aquele cu e eu dava o máximo, me esforçava e pelo jeito que o cavalão Rebolava estava dando certo. Seus gemidos eram fortes e animalescos. Marcos mordeu os lábios com tesão ao sentir meus tapas naquela bunda. Minha língua entrava naquele cu e seus gemidos ecoavam forte dentro daquele quarto, minha boca possuía seu rabo esplendoroso.

Os três se sentaram de frente, me olhavam com tesão, com vontade, estava de pé ali na frente deles, os três Moleques olhando para o homem na frente deles. Foi Kiko quem me puxou pela cueca, os três se juntaram, estavam perto, bem perto de mim. Aqueles olhos enormes me encarando, eles enfiaram a cara no meio do meu pacote, cheiravam, lambiam, mordiam, Kiko mordeu meu pau sob o tecido da cueca, senti meu corpo tremer e esquentar.

Minha cueca foi ao chão, os três tiraram minha cueca.

Meu pau duro pulou na cara dos três, a baba escorria silenciosamente, cúmplice do meu tesão, Quando Kiko tomou em suas mãos achei que ia ter um troço. Os três olhavam meu pau como se fosse um doce.

- Uau, olhem isso - disse Kiko -Isso é macho, entenderam?

- Olha as veias, que rola veiudo. Seu saco é enorme, olha essas bolas - Marcos falava pegando meu saco.

- E a grossura? Esse daqui vai rasgar nós três. Olha isso, mal fecha com as mãos. Que Caralho pesado!

Kiko abriu a boquinha e olhando nos meus olhos foi enfiando na boca, meu corpo explodiu naquele momento, eu assistia aos três ali aos meus pés e não acreditava, Kiko foi engolindo meu pau e me olhando, ao mesmo tempo que Juan lambia minha coxa e olhava nos meus olhos, Marcos fazia o mesmo do outro lado. A boca linda de Kiko se abria para abrigar meu pau, a cabeça grande ficava perfeita nos seus lábios. Quando engolia ele está engasgava e cuspia no meu pau, dei um tapa forte nele, no meio daquela cara linda.

- Mete esse pau na boca, só tira quando eu mandar - eu falei puxando os cabelos dele e ficando cara a cara.

Ele socou meu pau na boca, chupando e olhando nos meus olhos.

Meu CARALHO que digamos, e grande e grosso deixava aquela boca lotada de pau, seus olhos nos meus, Os dois me olhando, as línguas quentes em contato com meu corpo.

O barulho lascivo da boca de Kiko era o único som que se ouvia, ele me chupava com tesão, realmente mamava no meu pau, era selvagem e engasgava na minha rola, cuspia, lambia o Saxo, chupava, mamava, engolia a rola com tudo, seus olhos ardiam, a carinha dele de agradecimento, de agradecimento por seu macho permiter que ele mate sua sede indecente de macho. Acariciei seu rosto suado, limpei o suor da testa dele. Kiko me olhava, sua boca me engolindo, meu corpo sentia seu tesão, ardia com seu tesão, empurrei ele com a mão, puxei Juan, soquei meu pau naquela boca, o moleque chupava tão bem quanto Kiko, que agora chupava meu saco, os dois dividiam meu pau, me olhando, eu fazia carinho em Marcos meio que avisando que a vez dele ia chegar, Marcos me olhava passando a língua nos lábios. Juan babava no meu pau, engasgava também, a boca de Kiko engolia minhas bolas com maestria, sentia um formigamento no saco, agora eles dividiam meu pau, Marcos assistia com inveja, deixei ele ali, gostava de ver ele sofrer. Empurrava os garotões para que eles enfiassem a cara naquele pau, os dois mamando, as bocas se unindo para me dar prazer. Deixei eles se empolgarem, quando estavam loucos me chupando, empurrei os dois, mandei os dois chuparem cada bola minha, sorri pra Marcos.

- Sua vez, Garotão.

Marcos sorriu, socou meu pau naquela boca carnuda, os três me olhavam, socando meu pau na boca Marcos babava, os dois sugando meu saco, eu gemia, fechei os olhos e senti o poder de ter aqueles três garotões ajoelhados aos meus pés me chupando.

Comentários

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24/07/2017 21:52:18
Delícia delícia.
06/02/2017 21:03:14
Tesao demais
06/02/2017 18:27:26
Muito bom aguardo continuação
06/02/2017 14:41:49
Nossa que tesão delicia
06/02/2017 13:35:47
Kra, que conto é esse?! Adorei o capítulo! Tô com meu pau pulsando aqui no short!
06/02/2017 12:28:29
Muito bom!

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