Descobrindo os Limites do Prazer - Capítulo XII

Um conto erótico de Nassau
Categoria: Heterossexual
Data: 06/09/2015 23:48:05
Nota 9.00

Depois do efeito devastador que a entrega da medalhinha a Mayara, que durante mais de meia hora não se desgrudava de Eduardo, chorando em seus ombros, eles finalmente puderam tomar as providencias para sair. Ele iria levá-la às lojas da Rua José Paulino, mas antes, tinham que resolver o que fazer com Carlinha que dormia a sono solto na mesma cama que eles haviam abandonado meia hora antes. Todavia, quando finalmente conseguiram tirar a menina na cama a hora já ia tão avançada que foram obrigados a levá-la eles.

A manhã foi um pouco corrida, o que não impediu o trio de se divertir muito. Carla demonstrou ser uma garota muito bem humorada, inteligente, sempre fazendo comentário engraçado sobre as coisas que iam vendo e assim conquistando a simpatia dos outros dois, o que acabou por se transformar em uma convivência amistosa. Mayara, a que mais ria de Carla, chegou até mesmo a comprar um vestido que ela elogiara em uma das lojas em que estiveram. Como acabaram as visitas quando já passava das doze horas, Eduardo as levou a uma churrascaria para almoçar.

Apesar de o almoço ter se passado na mais perfeita ordem, um detalhe intrigou ao homem que esperava uma reação de surpresa de Carla diante do luxo e dos preços apresentados, porém, a garota parecia ter experiência em frequentar locais como aquele, pois, em momento algum, estranhou qualquer coisa, agindo sempre como se já pertencesse àquele tipo de ambiente.

Mais tarde, ao deixar Carla na casa dela, Eduardo ficou ainda mais desconfiado. É que ele esperava levar a menina em um bairro da periferia em vez de deixá-la no Bairro do Morumbi, diante de uma enorme e luxuosa casa, onde ela foi entrando sem a menor cerimônia depois de despedir com um selinho nele e em Mayara. Quando comentou suas desconfianças com ela, ela disse apenas:

– Vai ver aqui mora a tal da Fernanda.

Sozinhos pela primeira vez, Mayara aproveitou para falar do presente, agradecendo-lhe mais uma vez. Ele, sentindo-se até um pouco desconcertado diante de tantos agradecimentos, tentou minimizar dizendo:

– Diante de tanto prazer que você tem me proporcionado, foi pouco. Você merecia bem mais.

– Você está se referindo a noite que teve com a Carla?

– Também. Foi realmente muito boa. Mas não é apenas isso. Desde que você chegou aqui que minha vida tem sido muito rica em sexo e prazeres.

– É que para mim também foi muito bom. – Mayara então olhou para ele com carinho e depois falou com malícia. – Só tem uma coisinha, com relação a esta noite com Carla, eu fiz com segundas intenções.

– Segundas intenções? – Então pode ir abrindo o jogo.

– É muito simples querido. Eu gostaria que hoje à noite, você se lembrasse disso e agisse pensando sempre em meu prazer em primeiro lugar.

– É mesmo? E o que vai acontecer esta noite?

– Já esqueceu? – Depois, fazendo carinho nas pernas dele, completou: – Esqueceu mesmo ou está só se fazendo de desentendido.

– Não sei do que você está falando não.

– Você não se lembra que me prometeu levar naquela casa de encontro de casais?

– Ah! Isso? Lógico que me lembro. E pode deixar, no que depender de mim, você terá todo o prazer que puder aguentar.

– Você jura mesmo?

– Juro. – Eduardo dizia isso em tom de brincadeira. Mayara aceitou a brincadeira, riu junto com ele, mas depois completou séria.

– Vou cobrar isso de você.

Como a tarde já avançava, foram para casa e tiraram a tarde para descansar, dormindo e recuperando as forças gastas em uma noite de muita atividade sexual.

Quando chegaram no local de encontro de casais, ficaram um pouco decepcionado ao serem informados de que até aquela hora, apenas um casal tinha chegado, porém, diante da insistência da recepcionista de que o os frequentadores habituais costumavam chegar depois das vinte e três horas, acabaram aceitando ficar e, ao ver que o casal ainda estava vestindo roupas normais, resolveram imitá-los e se instalaram em uma mesa no American Bar, bem próximo ao casal. A primeira coisa que distraiu a atenção deles foram os dois atendentes do bar. Um deles, um rapaz loiro e bonito e assumidamente homossexual e o outro, uma mulher morena dona de um corpo sensacional, usando saltos altíssimos e andando com elegância, cabelos negros e compridos cascateando em seus ombros, mas que ao se aproximar deles para entregar o pedido que fizeram, puderam notar que se tratava de um belo travesti.

O casal do lado, percebendo a surpresa dos dois, puxou assunto comentando sobre a beleza do travesti e revelando que, além de barman, a travesti que se atendia pelo nome de Rayssa, proporcionava um belo show de strip todas as noites, adiantando que esse espetáculo normalmente ocorria depois da meia noite. O importante nesses comentários é que os quatros logo fizeram as apresentações e, por sugestão deles, passaram a ocupar uma única mesa.

Era um casal que costumava frequentar o lugar e ambos passaram a oferecer as informações sobre o funcionamento da casa e de seus frequentadores normais. O que mais chamou a atenção de Mayara e Eduardo foi a descrição dos tipos de casais, principalmente de casais montados, o que quer dizer, pessoas que se juntam apenas para poderem entrar no local, sendo que, o mais comum, é que a mulher seja uma garota de programa e o homem seu cliente. Segundo eles, nesses casos, a mulher costuma ficar na parte de baixo bebendo e alheia a tudo, enquanto o homem vai para a parte de cima para tentar pegar as esposas dos outros, o que normalmente conseguem, pois os frequentadores casados não costumam ficar pedindo certidão de casamento para transar.

– O que manda é o tesão. Se o cara é gostoso, quem é que está interessado se ele está com a esposa ou com outra qualquer. – Comentou Isabel, a esposa.

– E o seu marido não se importa? – Perguntou Mayara curiosa.

Quem respondeu foi Evandro, o marido.

– Se é para realizar uma fantasia ou saciar um desejo dela, que mal há?

Eduardo ficou olhando para ambos, Isabel, uma loira de olhos azuis e cabelos oxigenados curtíssimos, dona de um rosto pequeno e perfeito, com aparência de boneca, era de estatura baixa, devia estar abaixo de um metro e meio, mas de corpo proporcional. Usava um vestido branco, curto, decotado e apertado e por abaixo apenas uma calcinha da mesma cor, o que era notado pela transparência do vestido. Mas o que também era notado eram suas pernas roliças e seios médios e firmes. Evandro devia contar com um metro e setenta centímetros de estatura e, pelo que indicava seu corpo, praticava exercícios constantemente. Era moreno e, pelo que se podia perceber pelo colarinho da camisa esporte que usava, tinha o corpo cabeludo, o que já podia ser notado por seus braços desnudos. Usava calça jeans e um sapato esporte, sem meias. Era um casal simpático que respondia às perguntas que eles, novatos naquele tipo de experiência, não paravam de fazer, sempre com bom humor. Houve sim um momento de estresse, quando Evandro perguntou se eram casados e Eduardo hesitou em responder. Foi Mayara quem acabou respondendo, falando a verdade sobre o fato de eles nem namorado serem, mas quando começou a contar que conhecia Eduardo já em outra cidade e de que o conhecera através de um casal, onde a primeira vez que o vira fizeram uma das maiores surubas que, no dizer dela, já havia participado, Isabel se interessou e foi ela que começou a fazer perguntas, arrancando tudo o que acontecera entre eles. Nem mesmo a aventura dela de transar com um desconhecido em um restaurante foi omitida.

Todavia, ao entrar nesse assunto, um clima de tesão surgiu entre eles e Isabel foi se tornando mais provocante, se insinuando, não só para cima de Eduardo, como também de Mayara. Foi ela que passou a tocar em ambos quando se dirigia a eles e também foi dela que partiu a proposta de fazerem um jogo.

Na verdade, ela foi muito hábil. Primeiro dirigiu a conversa para jogos e informou aos dois que havia uma mesa de sinuca próxima a piscina, contando a seguir que, em uma determinada ocasião, fora disputada por dois homens naquela mesa e o que ganhou transou com ela em cima da mesa. Mayara comentou que devia ter sido uma curtição e não demorou muito para que ela lançasse o desafio. Veio de repente, sem nenhuma preparação:

– Por que não jogamos nós duas. A vencedora leva esses dois gatos para um quarto lá em cima.

– Olha lá hem! – Riu Mayara ao responder. – Eu posso ser muito boa nisso e levar os dois.

– Então tente querida! – Respondeu Isabel com um brilho estranho no olhar.

Aceito o desafio, estabeleceram as regras e Isabel foi gentil, deixando que Mayara fizesse os primeiros lances importantes e acertasse as primeiras bolas. Quando o jogo ia pela metade, ela mostrou então que era hábil naquele jogo, limpando a mesa e ganhando com sobras. Então, rindo da outra, a mulher pegou seu marido e Eduardo pelo braço e disse:

– Vamos meus amores. Vamos fazer um aperitivo antes de festa começar.

Mayara não conseguiu entender o que ela pretendia dizer com “antes da festa começar”, já que, para ela, ir para a cama com dois homens já era uma senhora festa. Só que isso ela iria descobrir ainda naquela mesma noite.

O casal seguiu para uma escada que dava acesso ao piso superior e Mayara ficou os vendo sumir aos poucos, então se dirigiu ao bar e pediu uma bebida, preparando-se para esperar. Só não sabia que ia ter que esperar tanto.

Enquanto isso, no andar de cima, o casal havia entrado em uma suíte e não passou despercebido para Eduardo que Evandro trancou a porta ao entrarem. Logo que entraram, a loirinha se atirou em seu pescoço e deu-lhe um beijo na boca, fazendo com que sua língua invadisse a boca do homem e ali começasse a serpentear, como se a procura de alguma coisa escondida. O marido se postou então atrás dela e puxou o zíper que descia até a altura de seus quadris e, ato contínuo, puxou o vestido para cima, interrompendo o beijo que parou apenas o tempo necessário para que ela se visse livre da roupa. Sem para de beijar a Eduardo, ela começou a desabotoar sua camisa e, quando a tirou completamente, começou a beijar o peito, barriga e mamilos dele, enquanto suas mãozinhas desabotoavam o cinto, abria o zíper e, para espanto dele, contou com a ajuda do marido para abaixar sua calça e cueca, livrando seu pau que, de tão duro, bateu na barriga durinha e lisa da mulher que, ao sentir aquele feixe de músculos quente de encontro a sua pele, curvou-se um pouco e o abocanhou. Bastou ela ficar abaixada para que Evandro fosse para trás dela, puxasse sua calcinha branca para por suas pernas, deixando-a completamente nua.

A primeira transa não demorou. Ela fez com que Eduardo se deitasse de costas na cama, subiu sobre ele montando-o, apoiou as duas mãos em seu peito e foi se abaixando até que sua xoxota, com pelos totalmente loiros, assim como seus cabelos, encostasse na ponta de seu pau. Aí, o marido a ajudou, pegando no cacete duro e direcionando para a entrada da buceta dela que foi se abaixando, envolvendo a pica grossa de Eduardo em suas carnes macias e quentes. Isabel fez uma verdadeira festa em cima de Eduardo. Gritou, puxou os cabelos dele, cavalgava desvairadamente e com velocidade para depois ir se levantando lentamente até quase fazer com que o pau saísse de dentro dela e depois ir se abaixando ainda mais lentamente, contraindo os músculos de sua xota e massageando o pau do homem que, sem poder se controlar mais, gozou ruidosamente. Isabel, que já estava em seu terceiro gozo, deixou-se cair de lado e ficou gemendo até que sua respiração voltasse ao normal.

Depois disso, conversaram mais um pouco e depois transaram novamente, fazendo uma dupla penetração em Isabel que se soltou de tal forma, promovendo um escândalo que só não foi ouvido em toda a casa em virtude do quarto estar trancado, Desta vez porém, apesar de todo o entusiasmo do casal, não houve como Eduardo de concentrar na transa, uma vez que ele não parava de imaginar o que estaria fazendo Mayara sozinha naquela casa. Não demorou muito para que o casal percebesse a falta de interesse de seu novo parceiro e acabaram desistindo, não sem que Isabel e Evandro deixassem de dizer a ele que aquela devia ter sido a pior transa que eles tiveram e que ainda bem que ainda era cedo, podendo eles compensar o tempo perdido com outros homens mais interessados com ele.

Entre agradecido por poder ir até onde estava Mayara e preocupado com os sentimentos do casal, ele foi encontrá-la no bar. Já vestida com o roupão e calçando uma sandália havaiana, ela sorriu ao vê-lo. Quando ele perguntou por que ela já havia se trocado, ela disse rindo que havia resolvido entrar na piscina e ele se admirou, perguntando;

– Na frente de todo mundo?

– Todo mundo não que a casa está quase vazia. Teve casais chegando e alguns até pararam para olhar, mas nada mais sério. – A expressão da moça não deixava dúvidas que ela estava adorando a situação e, para provocá-lo ainda mais, pegou a mão dele e foi dirigindo-a para debaixo do roupão, numa clara intenção de mostrar ao seu homem que não usava nada além do roupão.

Depois disso ela o conduziu até o vestiário para que ele também trocasse de roupa. Eduardo tirou a roupa que havia vestido depois de transar com Isabel e tentou, sem sucesso, manter a cueca, o que a loira não concordou, dizendo que ela tinha a intenção de manter o pau dele acessível durante todo o tempo. Depois passou a ele informações que tinha obtido conversando com os funcionários, rindo quando disse que a travesti havia lhe dito que era comum ela ser convidada a ir para uma suíte com algum casal e depois, mais ainda, quando informou que um artista muito conhecido na mídia havia alugado a casa por uma noite, levando para lá convidados, muitos deles famosos, para uma noitada daquelas. Eduardo, que não se ligava muito em artista, sorriu tentando demonstrar algum interesse. Voltaram então para o bar onde já havia mais de dez casais acomodados nas mesinhas. Mayara disse que estavam aguardando um show erótico de um casal e que depois a maioria subia para as suítes, sendo que, a mais procurada, era a que ficava aberta.

– Como assim aberta? – Quis saber o homem.

– Aberta oras. Tem uma cama e é lá que acontecem as maiores orgias. – Vendo que conseguira finalmente a atenção dele, continuou: – Têm também duas que são fechadas com treliças, assim, os casais ficam transando dentro enquanto os outros assistem.

– Qual você achou mais interessante.

– Ah! Quero tentar todas. – Respondeu Mayara rindo muito.

Eduardo olhou para ela com incredulidade. Depois, lhe veio a mente o episódio no banheiro masculino do restaurante e um frio lhe percorreu a espinha enquanto sorria sem graça para ela. Era uma sensação estranha, pois ao mesmo tempo em que o ciúme parecia um animal revirando seu estômago e sua face queimava, um tremor na virilha e seu pau dando sinal de vida lhe indicavam que a situação o excitava. Resolveu então deixar tudo ao acaso, afinal, pensou ele, Mayara era apenas sua amiga. Então se deu conta que a moça sacudia seu braço, como para lhe chamar a atenção e, ao olhar para ela, ouviu-a dizer:

– Onde você estava?

– Aqui mesmo, por quê?

– Não parecia, – sem dar chance para ele dizer mais nada, ela continuou, – olha só quem está ali.

Eduardo olhou para o lado que ela indicava com um leve balançar do rosto e viu apenas vários casais sentados normalmente em volta as mesinhas e não viu ninguém conhecido, comentando isso com ela que explicou que uma moça que acabava de se levantar e saia da sala se afastando deles morava no mesmo prédio que ele.

– Como você sabe?

– Encontrei com ela no elevador duas vezes. Uma delas com o marido. – Só que eu não estou vendo o marido dela ali.

– Vai ver ele está em outro lugar.

– Deve ser. – Completou ela encerrando o assunto e voltando-se para ver o show que se iniciava.

Eduardo olhou e ainda viu a moça a que ela se referia parar a saída do bar, olhar para trás e, ao ver que estava sendo observado, apressar-se em direção ao corredor que levava aos vestiários. Percebeu ser uma mulher muito bonita, ainda nova, usando já o roupão de banho, mas ainda de saltos altos. Seus cabelos eram de uma cor de cobre, lisos e caiam-lhe até o meio da costa. Mesmo usando o roupão, caminhava com desenvoltura em cima dos saltos altíssimos. Quanto ao corpo, não deu para saber como era, já que a roupa que usava não permitia isso. Virou-se para comentar algo com Mayara e desistiu ao ver que ela estava vidrada no casal que se despia e se tocava, fazendo posições extravagantes. Percebeu o interesse dela pela pressão forte que ela fazia em sua mão que ela acabara de segurar. Forçou-se a ficar ali assistindo. Logo desistiu de ficar olhando para o casal que a essa altura já transava diante de todos e ficou observando os presentes, agora sim, se interessando pela reação de todos, tão diferentes, pois enquanto uns, a exemplo de Mayara, olhavam vidrados para o espetáculo, outros pareciam sequer saber o que se passava ali, com casais conversando entre si, outros se tocando enquanto se beijavam. Uma cena em especial chamou mais a sua atenção. Uma mulher sentou-se ao lado de outra que estava acompanhada começando a beijar a mulher, no que foi acompanhada pelo homem que estava junto com a mesma. Não demorou para que a vítima daquele delicioso assédio estivesse com o roupão aberto, tendo seus seios chupado pelo homem enquanto se retorcia com a mão da outra sumindo entre suas pernas.

Quando contou esse fato a Mayara, ela quis saber por que a cena do casal com a mulher o excitara mais do que a transa dos artista. Pensando no assunto, ele disse que talvez seja pelo fato de que o casal de atores, sendo pagos, faziam aquilo por obrigação, enquanto os outros estavam fazendo por tesão mesmo. Na verdade, pensou ele com seus botões, agora que a maioria dos casais subia para o pavimento superior, onde se localizavam as suítes, era que o verdadeiro show iria começar. Sem qualquer palavra a respeito, seguiram atrás.

Não tiveram nenhum trabalho para acharem a suíte aberta, uma vez que era para lá que quase todos se dirigiam. Antes, pararam alguns minutos diante do quarto cercado com treliça, onde dois homens acariciavam duas mulheres que, inteiramente nuas, se chupavam num estupendo sessenta e nove. A cena deixou Mayara muito excitada, fazendo com que logo ela puxasse Eduardo pela mão em direção à suíte aberta.

Ao chegarem ali, viram que a um dos lados havia dois degraus de cimento, cobertos com um carpete macio, onde alguns casais se sentavam para assistir à confusão de corpos que se contorciam na enorme cama colocada no centro do ambiente, a partir da parede do lado. Viu que havia espaço na assistência e pensou em se dirigir para lá, quando Mayara o puxou para o outro lado da cama. Ambos foram até a parede, onde uma Saliência a cerca de um metro do chão, permitia que as pessoas se sentassem lá. Ela fez com que Eduardo se sentasse e depois se encostou entre as pernas dele, obrigando-o a manterem-na aberta, ficando de costas para ele. Não demorou e a mulher que estava do lado direito deles começou a passar a mão na perna dele, subindo, indicando que procurava por seu pau, aonde logo chegou. A situação fez com que ele ficasse de pau duro, o que Mayara logo notou, levando a mão para trás e ajudando a mulher. Do outro lado da mulher, uma morena baixinha, um pouco gorda e sem muitos atrativos, um rapaz moreno, bem mais novo que ela, olhava para a cama com interesse, sem sequer se preocupar com o que ela pudesse estar fazendo. Eduardo, que abraçara Mayara por trás, começou a tocar os seios dela e foi descendo, tocando os dedos em seus pelos e procurando por sua xoxota. Ela então abriu as pernas para facilitar os carinhos de seu homem que notou que dali já estava escorrendo o suco de seu desejo. Sem pensar, fez com que ela se virasse e começou a beijá-la, passando a mão agora em sua bunda macia. Foi então que tudo começou.

Sem convite nenhum, um homem de aproximadamente trinta anos que estava ao lado da cama acariciando uma mulher que, de quatro, era estocada por um negro forte e gritava pedindo mais, afastou-se dela e parou atrás de Mayara, ficando a olhar seu corpo. Sem saber de onde tirou a idéia, Eduardo levantou o roupão dela, expondo sua bunda aos olhos gulosos do homem que, entendendo ser aquilo um convite, chegou mais perto e, muito timidamente, deu um leve toque no bumbum que se revelava a sua frente e, ao perceber que não houve nenhuma reclamação começou a fazer carinhos ali.

Mayara gemeu baixinho e o homem olhou para Eduardo que, com um simples olhar, deu a entender que sua aproximação era bem vinda. Ato contínuo, ele se aproximou mais, encostando-se nela e deixando-a espremida entre os dois. A moça se assustou e olhou para Eduardo que, olhando-a nos olhos, disse:

– Hoje não é para ser o seu dia? Então aproveite.

A loirinha arregalou os olhos para ele e depois, controlando seu espanto, sorriu e empinou mais a bunda para trás, pressionando o pau do homem que, agora tinha certeza que era aceito, tanto é que a pegou pelos quadris, puxando o corpo dela mais ao seu encontro. Mayara então levou a mão para trás e tentou encontrar o pau dele que ainda se escondia atrás do roupão no que foi ajudada por ele que abriu a roupa e levou a mão dela até seu pau que foi alisado de cima abaixo, numa avaliação de tamanho e grossura. Novamente a moça arregalou os olhos e disse baixinho ao ouvido de seu homem:

– Nossa querido, é enorme.

Achando que isso tinha deixado a mulher ainda mais excitada, ele respondeu apenas:

– Então aproveite.

O rapaz, ouvindo a resposta de Eduardo, foi dirigindo o pau em direção a bunda dela. Mayara, muito espertamente, colocou-se nas pontas dos pés, abriu mais a perna e, pegando na base do pau, dirigiu a cabeça para a entrada de sua buceta. A manobra foi facilitada pelo fato do rapaz regular com ela em altura. Então ele foi forçando a entrada e a cabeça entrou. Mayara debruçou a cabeça no ombro de Eduardo e gemeu alto, depois mordendo o roupão dele. Sem dar tempo a mais nada, o homem foi enfiando lentamente o pau que entrou queimando as entranhas da loirinha que, mesmo mordendo a roupa de seu companheiro, não pode deixar de dar um gritinho.

Foi um grito baixo e leve, porém, o suficiente para despertar a atenção dos que estavam próximos e que, parando com o que faziam, passaram a assistir a foda que ocorria perto deles. Com o pau quase totalmente dentro dela, ele parou, levando as duas mãos e pegando seus dois mamilos entre o polegar e o indicador de cada mão, apertando-os levemente. Quando ela foi reclamar da dor nos seios, ele afastou-se retirando o pau até quase a cabeça e socando-o novamente de uma vez. Um novo grito, desta vez um pouco mais alto e mais três casais se aproximaram para assistir. Então ele começou o movimento de vai e vem fazendo Mayara começar a gemer. Ela passou a beijar Eduardo na boca, abafando assim os seus gemidos, o que durou muito pouco, pois logo ela começou a gozar e falar alto:

– Ai meu amor, que pica gostosa esse homem tem. Ele está me fodendo amor. Olha como ele me come gostoso. Eu vou gozar... Ai que gostoso. Estou gozando amor.

E gozou sem se importar que estivesse rodeado de tanta gente que sequer conhecia, o que, aliás, parecia lhe dar ainda maior prazer. O jovem também não resistiu e gozou junto com ela, falando obscenidades baixinho apenas para o ouvido do casal. Mal gozou, o rapaz se afastou e foi se juntar a uma loira bonita que estava deitada na cama, a mesma que ele estava acariciando antes de ir se juntar a Mayara e Eduardo. Ela, com a cabeça ainda no ombro de Eduardo, lhe dizia baixinho:

– Ai que pena, eu queria dar tanto hoje. Só que comecei do jeito errado, com um pau desse, minha xoxota não vai aguentar muita coisa.

– Bobagem sua. Daqui a alguns minutos você vai estar querendo mais.

Depois, por sugestão dela, desceram a escada, contornaram a piscina e entraram nos aposentos onde funcionavam as duchas e as saunas, onde encontraram dois casais. Um deles era Evandro e Isabel que o cumprimentaram friamente e continuaram a se lavar, o outro, era ninguém menos que a garota que Mayara dissera ser vizinha dele e algo estranho aconteceu, ao tentar ir conversar com a moça, ela viu a outra se afastar e sair apressadamente do local, acompanhada pelo seu homem que fazia cara de que não estava entendendo nada. Eduardo não pode deixar de olhar com olhar guloso para a moça que, segundo explicou depois para Mayara, achara linda. Ela tinha um rosto oval, claro, com os lábios bem delineados, um nariz fino e perfeito e os olhos verdes que, oblíquos, pareciam os de uma mulher oriental, dando uma beleza ainda maior aos seus traços finos. O corpo era uma verdadeira escultura. Os seios médios, firmes, com os mamilos de um rosa bem claro apontados para cima, uma cintura fina, dando a impressão que, se Eduardo a segurasse com as duas mãos, poderia fazer com que os dedos de ambas as mãos se encontrasse e depois se alargavam para formarem um quadril perfeito e uma bunda firme, arrebitada e grande. Sua buceta, coberta por pelos claros e transparentes, deixavam a mostra um grelinho pequeno e depois se fechava, como se os lábios estivessem propositalmente sendo comprimidos. Mayara fingiu não dar importância ao olhar guloso com que o homem praticamente devorara a mulher e, a despeito do frio, se utilizou da ducha fria e depois entrou embaixo do chuveiro de água quente, no que foi imitada por ele. Depois se enxugaram, foram até o bar, onde Eduardo pediu duas doses de uísque e, com os copos na mão, subiram as escadas.

– Já querendo voltar lá? – Provocou Eduardo.

– Você estava certo. Acho que já estou querendo mais. – Respondeu a moça com uma expressão de desafio.

Menos de dez minutos depois, Mayara estava de quatro, com o pau de um homem alto e loiro socando sua buceta, enquanto ela chupava uma morena de olhos verdes, baixinha e fofinha, esposa do homem que a fodia. Ao mesmo tempo, a morena chupava o pau de Eduardo que estava de joelhos na cama, beijando a boca da loira, esposa do homem que antes tinha transado com sua companheira. Novamente, fazendo juras de amor a Eduardo, Mayara gozou ruidosamente, chamando a atenção de todos e levando-o a ter um orgasmo longo, enchendo a boca da moreninha que, para não engasgar, afastou o pau dele e deixou que seu rosto ficasse todo coberto de porra.

Novamente desceram para uma ducha, desta vez acompanhados do casal com quem acabaram de transar. Demoraram mais para voltar para o andar superior, com Mayara dando um espetáculo ao ficar nadando nua na piscina aquecida, enquanto Eduardo era cercado pelo casal que demonstrava ter algum interesse neles, pois não paravam de lhe fazer perguntas. Quando chegou a vez dele começar a perguntar, descobriu que eram frequentadores assíduos daquele local, o que despertou seu interesse. Com a conversa com o casal, Eduardo concordou sem pensar quando Mayara lhe disse que iria subir sozinho e que ele fosse encontrá-la depois de alguns minutos. Como a conversa estava boa e a mulher, embora baixinha e um pouco acima do peso tivesse um rosto lindo, ele não percebeu o tempo passar, principalmente quando ela, logo depois de Mayara ter se afastado, começou a acariciá-lo abertamente, levando as mãozinhas minúsculas a acariciar seu pau, sob as vistas do marido que a tudo assistia. Cego de tesão, não houve como recusar o convite dela de transarem na piscina. Ele ficou em pé dentro da água e ela, enlaçando seu quadril com as pernas e abraçando-o pelo pescoço foi se posicionando até que o pau dele entrasse em sua xoxota quente e apertada. Foi uma transa rápida, com os dois gozando logo a seguir, gemendo alto, enquanto o marido, também dentro da água, incentivava a esposa. Só depois de sua respiração voltar ao normal que o homem se lembrou de sua companheira e, pedindo licença ao casal, foi procurá-la.

Eduardo não encontrou Mayara na suíte aberta que conhecia e nem em outra que, mesmo possuindo porta, estava aberta, com três casais se enroscando em cima de uma cama de casal. Olhou para os dois ambientes com treliça, vendo que em um deles dois casais transavam, com ambas as mulheres de quatro e de frente uma para outra e os homens penetrando-as por trás, enquanto o outro estava vazio. Então ouviu o gritinho característico dela e viu uma roda de homens no final de um corredor. Dirigiu-se para lá e sentiu o monstro do ciúme que estava começando a fazer morada em suas entranhas rugir ao ver Mayara, inclinada, chupando o pau de um negro forte, com outro a comendo por trás, enquanto suas mãos acariciavam dois paus, um deles enorme. Mal o homem que a comia gozou, saiu e outro tomou o seu lugar, socando em sua buceta, fazendo-a gritar novamente. Então ela viu Eduardo e alguma coisa no rosto dele fez com que ela enlouquecesse de vez, pois tirando o pau que tinha na boca, virou a cabeça para trás e pediu:

– Por favor, meu bem. Minha buceta está cansada, põe esse pau gostoso no meu cuzinho.

Com uma cara de quem acabara de receber a visita de Papai Noel mais cedo, o homem tirou o pau já melado com a porra de outros que encontrara na buceta dela, posicionou na entrada de seu cuzinho e foi enfiando, sem dó nem piedade.

Mayara gritou, resfolegou, xingou o homem, mas não arredou o corpo e, em questão de segundos, estava rebolando sua bunda gostosa ajudando o homem no movimento de vai e vem, dizendo o quanto era gostoso ser fodida daquele jeito. Então, olhou para o Eduardo e disse:

– Olha meu amor. Ele está rasgando meu cuzinho querido. Você deixa meu bem. Posso dar meu rabinho para eles todos? Posso?

Todos olharam para Eduardo que, dominando a vontade de sair dando pontapé em todos, concordou. A partir daí, foi um massacre. Todos os sete homens ali presente fizeram questão de comer o cu de Mayara que, a partir de certo ponto, nem gozava mais, apenas arrebitava a bundinha, encostava o rosto no corpo de Eduardo que, a pedido dela, tinha se aproximado, e deixava o homem que lhe fodia gozar dentro dela para logo ser substituído por outro. Quando finalmente acabou, ela beijou Eduardo na boca e depois disse baixinho em seu ouvido.

– Lamento te informar, mas acho que estou me apaixonando por você.

– Cuidado com isso querida. Apaixonar-se é perigoso.

Sem dizer mais nada, eles se encararam e começaram a se beijar. Foi um beijo profundo e apaixonado e depois ele a levou para baixou e fez questão de ele mesmo dar um banho nela.

Naquela noite, Eduardo a levou para cima por mais três vezes e, em todas elas, Mayara tinha transado com alguém, sendo que, em uma das vezes, ela e a loira bonita do homem que a comera pela primeira vez, transaram na enorme cama, sob as vistas de uma grande platéia que as aplaudiram.

Finalmente, cansada e saciada, conforme ela mesma disse, Mayara concordou em ir embora. Assim que entraram no carro, Mayara começou a comentar sobre a noite, dizendo agradecida:

– Você foi um companheiro maravilhoso. Eu tenho sorte em ter um homem como você. – E antes que ele respondesse, ela ofereceu – Vou ter que te dar uma recompensa por isso.

– O que é isso querida. Ter você já e toda a recompensa que quero e preciso.

– Ah! Mas deve ter alguma coisa que você queira muito.

Eduardo apenas riu, pensando em seu íntimo que Mayara era uma boba, pois, a despeito do ciúme que sentira, a noite fora muito gratificante para ele que, ao vê-la nos braços de outros homens, sentira um tesão enorme. Seu pensamento foi desviado por uma observação dela.

– Já sei. Vou fazer aquela sua vizinha dar para você.

– Imagina! Não sei se você percebeu, mas todas as vezes que chegamos perto dela, ela dava um jeito de fugir da gente.

– Ah! Quer dizer que se não fosse por isso, você ia querer? – Disse Mayara sem tentar disfarçar o seu ciúme.

– Querer não. Mas se fosse para o nosso prazer, porque não? Afinal, como dizia Marina, amor e prazer são coisas diferentes.

– Olha só de quem você foi lembrar. – Disse a moça, sem tentar disfarçar a raiva que sentiu. Com isso, o silencio prevaleceu entre os dois por um longo tempo, até que ela, agora mais calma, falou: – Tudo bem. A “Marina” sempre esteve certa. Amor é sentimento e prazer é físico. Como o ciúme também é sentimento, ele só pode ser manifestado quando se refere à traição no amor. Sexo então é só prazer, certo?

Uma luzinha vermelha se acendeu no cérebro de Eduardo que se deu conta que, só naquela noite, Mayara já confessara amor ou se referira a ele várias vezes. Mas mesmo assim, tentou manter o assunto:

– Nem sei por que estamos falando sobre isso. A moça passou a noite inteira nos evitando.

– Lógico que tinha que evitar. Ela não estava com o marido.

– Isso é você que está dizendo.

– Deixa que vou tirar isso a limpo. Ela não vai ficar fugindo de mim.

Por mais que desejasse conversar, o cansaço de Mayara era imenso e ela se debruçou sobre os ombros dele e começou a cochilar. Quando chegaram ao prédio em que morava Eduardo, ele a ajudou a caminhar até o elevador e quando ele finalmente abriu a porta de seu apartamento, a pegou no colo, levando-a até sua cama, onde a depositou com carinho. Depois, voltou e fechou a porta, apagou as luzes, foi para o quarto e com muito cuidado, despiu toda a roupa de Mayara, cobrindo-a com cuidado e, antes de entrar embaixo do edredom e a abraçar, também se despiu. Logo foi tomado pelo sono, um sono profundo e sem sonhos.

Quando acordou, já passava das treze horas do domingo.

Agradeço aos leitores que estão acompanhando e passo o e-mail que criei para quem quiser entrar em contato. Também criei um perfil no Facebook para conversar com as pessoas que gostam de trocar idéias sobre o erotismo. O e-mail é [email protected]

Comentários

Comente!

  • Desejo receber um e-mail quando um novo comentario for feito neste conto.
12/03/2019 21:47:17
Lendo so agora em 2019 pena q não teve um desfeixo,é como aquela serie que mesmo fora do seu auge vc continua vendo pra realmente ver o final da historia mesmo não empolgando como antes esse é meu sentimento em relação a esse conto enfim vou terminar o que tem pra ler
26/06/2018 00:33:40
Perfeito como sempre....
22/09/2015 03:49:02
Nassau querido, otimo gang bang, como nos primeiros capítulos vc nos acostumou mal, com tantas fodas homéricas, o Kabeça pode ter estranhado...mas a sua narrativa é perfeita!!!!!!
16/09/2015 10:59:42
Venho acompanhando esse série,mas parece que o autor parou de publicar a continuação por algum motivo.Confesso que estou lendo pela qualidade literária,mas a atmosfera erótica das cenas de sexo descritas não é do meu agrado.Leio com menos empolgação que a saga anterior do autor e parece que esta série tem menos popularidade também.O que tenho a dizer é que em geral,os envolvidos ou tem mente aberta ou são solteiros,livres e desimpedidos.Isso faz com que o conto não seja muito vibrante,pois não há nada além do sexo e as descobertas do prazer que amarre a história a outras variantes de ordem moral,psicológica,comportamental,afetiva,familiar,etc.,com a aparição de outros elementos que destoem de toda essa libertinagem.Acho Eduardo um protagonista insosso que é levado por outras pessoas mais persuasivas a novas aventuras.Mas se o nível do conto é satisfatório e prazeroso pros outros leitores,paciência.Mesmo a série não concluída,já deixo meu comentário.Espero que não tenha sido desrespeitoso.
08/09/2015 09:05:01
Excelente!
07/09/2015 13:09:12
Tenho acompanhado com interesse esta série de relatos, porem vou fazer comentários mais adiante. Porem adianto que tenho apreciado. Rui.
07/09/2015 07:33:59
Delicioso, gozei muito lendo
07/09/2015 04:43:03
Super excitante!

Online porn video at mobile phone


pornô filho espia mae buceta peluda em recife pecolecao lambendo a cabecinha gozada na boca pornodoidoxxxvideos nao aguentou e deu uma boradinhaSou uma exibicionista casada e o garoto bate punheta me olhando peladafilmes porno gratis de incestos de coroas iperdotados comendo filhas e netasconto puta cacete rola xota trepada chupar cachorracontos eiroticos leilapornCasa dos contos eroticos novinha namorada do meu primocontos de sexo depilando a sograMulher gostosa dw vestinho coladinhos fudendoContei para meu marido que ele é um cornoPeguei minha irmã bêbada de baby doll e não aguenteininfetinha fudeno egosano com iper dotaxovidio porno das dimenores fasendo sexo da buceta apertadinhaxvideos contosicestoCasadoscontos Vanessinha Diascontos eiroticos leilaporncontos vi uma mulher cagandoinversao sex zoofilia contosConto erotico sou madura vadia e filhoFoto do cara cumendo a mae do melhor amigo na picina do motelcontos eróticos suportando três cacetes com carinho e amorX vídeos / sardentas de osascominha cunhadamorena e baixinha peido no meu pauanda vamos comer a tua mae paneleiro contos pornoboquete da primapatricinha lindaxvideo mechapa meu pau e meu cuconto porno amor em londresxxvidio casada do jorrocontos eróticos menino dá o c* pro padeiroMeu marido virou a minha putinhacoroa ponha cao para chupalaPorno contos incesto familia prazer total qualquer idadeconto de como come meu maridoContos de loiras taradas por mendigos negrossexo tio seu pau e muito grande nao vai caber na minha bucetinha naocontos eroticos feminizaçao do garotinho maenovinha de sainha jeans espremendo e Goliasno cruzeiro com a mae conto eroticoContos eróticos sensua club Padrasto pega a entiada a forçagozando na bunda da safada durmindo d shortinho e corno fumindo do ladoconto erótico velho e ninfetaconto erotico titia camisinha engravidarExércitovidiocontos eroticos sete anosafeminado sendo fodido churrasco por padrastovideos de pornô lela chora iquato gozaconto erotico gay negao dominador gosta de maltratar viado brancocontos.eróticos gay vestido de putinha pro negro da rola grossa e cabeçuda me arrombou e virei sua esposa emiha boceta ta pimicando queru rolacu da dona clotilde contosimagens de vaginas troxudasfui consolar mamae acabei fodendo ela contos eroticoszoofilia cachorro garrando igual garra em cachorraconto corno diamantehomem em trem lotado passa o pau no capu defusca da novinhanovinha ralando de chirte curtinhoxvideos. buçetá de eguacontoerotico eu namorada mae e tiominha cunhadamorena e baixinha peido no meu paucontos eroticos suruba no exercitoporno de mulheres tentando fiji de pica grandedogs adestrado para zoofiliaX vidios minha namorada me obrigou e limpar pau com merda do amanteconto erótico os pedreiros da obra me estouraram bem novinhacontos eroticos um velho me pegou na praiacontos eroticostranzei com uma de 17 aninhoscontos eiroticos leilaporneu vou beijar sua boca chupar sua linguinha você vai se amarrar na minha mordidinhamorena de chorte na ciriricaFudiaponogortavo trasandoesposa gostosa de chorte cortinho seesfregando em outro machosxnxx porno gey contos eroticos novinho pegando priminho no riachoPrefeito Sandy crentinha s***** metendocontos Diretora de escola adora chupar a rola do vigia