O Minotauro V (Costumes Selvagens)

Um conto erótico de Emyrys
Categoria: Homossexual
Data: 06/02/2015 20:45:13
Nota 9.62

O Minotauro – Parte 5 (Costumes Selvagens)

Eu estava sonhando com o mar, não no barco que me trouxera ao labirinto. Eu sonhava com os barco de minha vila, os pescadores saindo para o trabalho, raras tinham sido as ocasiões em que meu pai permitira que eu entrasse nos barcos e nem era meu interesse velejar para longe, mas do balanço dos barcos eu me lembrava. Para cima e para baixo, para cima e para baixo, preguiçosamente. Eu só senti falta do vento, e não me lembrava desse calor. Minhas mãos tatearam, as lembranças voltaram na minha mente a medida que eu acordava e sentia a carne quente e dura sobre minhas mãos, não era o balançar das ondas, era a respiração da fera, da coisa. Senti meu rosto aquecer quando me lembrei do que fizemos no dia anterior, ainda tinha o gosto da criatura na minha boca.

Ainda sem abrir os olhos minhas mãos vasculharam o corpo poderoso que respirava profundamente abaixo de mim, a pele do seu peito era lisa, parecia totalmente esticada sobre os cordões de músculos logo abaixo. Minha cabeça jazia exatamente entre as duas montanhas do peitoral e minhas pernas penduradas ao redor da cintura da criatura. Subindo eu toquei o curioso musculo que servia de base para o pescoço, provavelmente servia para aliviar a tensão da cabeça de touro, ou para sustentar a musculatura quando essa investisse contra algo (ou alguém) minha mãos subiu pelo pescoço, sentindo as veias pulsarem, então afundou em algo crespo, em minha mente veio a memória da barba de Galen, como eu sentia ela quando eu a aparava com uma faca, não confiava em Galen para esse serviço, ele quase se degolou da primeira vez que tentou sozinho, depois disso eu era o único a chegar com uma faca perto de seu pescoço. Mas a criatura não possuía barba, havia apenas o pelo de touro, macio, mas ainda assim pelo. Minha mão afundou na farta barba e subindo toquei em algo liso, maçãs do rosto!

Eu não estava com o Minotauro, aquilo tinha sido um pesadelo, abri os olhos e olhei para o homem no qual eu estava encima. Mas o que me encarou de volta foi o queixo da criatura ainda adormecida.

Aquilo não fazia sentido, eu não havia sentido uma face bovina sob minhas mãos alguns segundos atrás, era um rosto humano. Mas a verdade estava ali, na frente dos meus olhos, olhei para minhas mãos incrédulo, talvez aquilo tenha sido apenas um resquício de sono, uma alucinação.

Um barulho distante chamou minha atenção, algo pesado batendo contra a agua, provavelmente no lago, olhei ao redor e tudo estava quieto, quieto demais, apenas o Minotauro se movia, dormindo.

Com calma me ergui, sentando sobre seu abdômen, observando todos os músculos trabalharem enquanto a poderosa criatura dormia, a fricção de nossos corpos começava a causar um calor em mim.

Só então senti o peso do membro da criatura sobre minhas costas, estava flácido, mas mesmo assim encaixado entre meus glúteos e subindo até a parte inferior das minhas costas, pesava tanto que parte tombava para a direita, estava quente, quase pegando fogo.

A criatura não se perturbou quando desmontei dela e desci da confortável cama de peles, parei para observar o membro dela caído sobre a barriga, minha mão formigava e eu tive vontade de tocar no monstro, a cena toda era surreal, mas além da criatura vi algo mais surreal ainda. A fonte que ficava no meio do pátio do refúgio da criatura estava congelada. O ar não estava frio, o sol da manhã se erguia no horizonte, já iluminando o dia e apagando por completo a noite, não havia nem sequer vento, mas a agua da fonte estava congelada, me aproximei da fonte e deslizei a mão pelo gelo, para minha surpresa minha mão voltou molhada, recuei como se tivesse tocado em ácido, que magia estranha era aquela?

Prestei atenção aos detalhes, uma folha estava suspensa abaixo da arvore, como se tivesse caindo quando algo a tivesse congelado, outras a acompanhavam, borboletas estavam congeladas no ar, e eu fui curioso seguindo esses eventos, um pássaro estava congelado no ar perto das arvores, além delas, mais perto do lago uma coruja voltava com um roedor para sua toca numa imagem congelada no tempo. Apenas eu e o Minotauro não havíamos sido afetados pelo estranho fenômeno. Algo na margem do lago me chamou a atenção, além da cortina de fumaça que se erguia das piscinas havia algo escuro e grande na margem.

Caminhei pela neblina, vendo como minha forma ficava impressa nela, uma nuvem estática. Na beira do lago outra criatura fantástica me aguardava, a princípio pensei ser um lagarto gigante, com focinho esticado, escamas como a de lagarto, mas maiores e mais grossas cobriam o corpo, reluzindo num azul profundo, quase negro, que mudava de coloração a medida que eu me aproximava e o sol incidia sobre um ângulo diferente, assim como o resto ela estava congelada no tempo, a agua ao seu redor parecia explodir, a criatura havia sido pega pela magia quando saia do lago, com certeza era a mesma que me observava no primeiro dia, e a mesma que saltou para finalizar a harpia no dia anterior. Era linda, aterrorizantemente maravilhosa. Eu passei a mão pelo seu focinho, sentindo as escamas grossas arranhando minha pele, sua pata era quase da altura dos meus ombros, atrás dela o corpo alongava e terminava em uma cauda parecida com a de um tubarão, ainda meio submersa na agua, quando olhei para o lado o olho da criatura estava na minha altura, olhos amarelos reptilianos. Quando os olhos dilataram-se eu dei um passo para trás e quase cai, mas a criatura continuou imóvel como tudo ao seu redor, até as gotas de agua estavam suspensas no ar. Era melhor eu sair dali antes do efeito passar.

Assim que me levantei a criatura ficou transparente. Liquida, então sua forma mudou e na tomou a forma humana, se solidificando na minha frente. Era um homem! Não, algo mais, não era humano.

Era tão alto quanto o Minotauro, sem as partes bovinas, eu podia ver pois o corpo que se solidificava estava completamente nu, em toda sua gloria, o homem parecia ser tão poderoso quanto o Minotauro, apesar de mais esguio.

Quando seu rosto tomou forma e cor pude ver que era realmente humanoide, e lindo. Olhos azuis como o mar, todos os pelos em seu corpo eram loiros, não que ele tivesse muitos, apenas a cabeça e barba eram cobertos de cabelos loiros cacheados, o resto do corpo era liso, até a batata das pernas era lisa, nem mesmo os pelos da virilha existiam, e apenas um cinto que parecia feito de corais coroava o flácido membro que pendia até metade da coxa.

O homem então deu um passo em minha direção, balançando a cabeça e sacudindo os cabelos para secar da aguas restante. Parou na minha frente e abaixou a cabeça me olhando de cima a baixo, me avaliando. Começou a caminhar ao meu redor, sem tirar os olhos de mim, algo me prendia imóvel, por mais que eu quisesse me virar e não perder o homem de vista, eu me sentia como um cordeiro em frente a um leão, estava nú pois minhas roupas haviam se perdido na noite anterior.

“Humano tolo”

Sua voz estava bem próxima do meu ouvido, ele havia se curvado sobre mim por trás, sua voz parecia como ondas se chocando contra as rochas.

“Se ajoelhe diante de um deus.”

Uma força invisível dobrou meus joelhos, me forçando a ajoelhar na grama macia que circulava o lago. O homem andou até minha frente, e quando olhei para cima minha cara estava de frente para a ponta do seu membro, coberta parcialmente pelo prepúcio.

“Você pelo menos sabe quem eu sou, humano?”

Tentei falar mas só pude balançar a cabeça em negação.

“Eu sou Tritão, filho de Poseidon, encarregado de guardar o espirito do Touro Branco. Por anos eu tenho mantido esse labirinto, contido o espirito branco.”

Enquanto ele falava o ar vibrava ao redor, eu estava começando a ficar apavorado, eu estava diante mesmo de um dos deuses do mar das histórias dos anciões da vila. Ele então se agachou na minha frente, erguendo minha cabeça forte pelos cabelos.

“Eu achei que seria necessário mais do que um humano mirrado para libertar o espirito branco de suas amarras.”

Tritão ficou um tempo me encarando, eu não podia desviar dos olhos azuis, eles foram ficando maiores, maiores e me engolindo, então senti seus lábios. Tritão me beijou, mas não foi delicadamente, foi um beijo agressivo, intrusivo, sua língua forçou minha boca a abrir e entrou nela, percorrendo cada espaço livre e enrolando a minha, sugando com força, quando ele me largou eu cai sem forças para o lado, aquilo não foi um beijo, foi uma inspeção.

“Ele está mudando você...”

Então cruzou os braços sobre o peito, pensativo.

“Eu já não posso mais te matar sem perder o controle do espirito branco... Faça um favor a si mesmo, fuja daqui, em breve vou te dar essa oportunidade, se você continuar aqui vou me certificar que seu destino será pior que a morte.”

Então Tritão se transformou novamente no animal marinho e mergulhou no lago, imediatamente o ar mudou ao meu redor, a grama voltou a balançar ao sabor da brisa e os pássaros começaram a cantar na floresta, o feitiço que mantinha tudo suspenso cessou.

Eu ainda estava perplexo tentando compreender o que havia acontecido quando um rugido ecoou pela floresta, pelo campo e pelo lago, fazendo tudo estremecer, o Minotauro acordava e achava que eu havia fugido.

Um sentimento estranho tomou conta de mim, eu temia desaponta-lo? Eu devia ir até ele e acalma-lo. Mas antes que eu tomasse qualquer atitude a terra começou a tremer com a força de seu trotar, a criatura surgiu furiosa pela floresta, galopando com tudo em minha direção, tentei mostrar que não estava fugindo, assumi uma posição submissa e me ajoelhei em seu caminho, erguendo as mãos.

A criatura parou bem na minha frente, podia sentir seu bufar quente no topo da minha cabeça. A fera farejou meu rosto e soltou outro urro, esse tão próximo que me fez rolar pelo chão, quando me recuperei ela continuava rugindo, mas desta vez contra o lago, nos minutos seguintes ela praticamente devastou a margem desse, arrancou pedras gigantes da borda como se fossem pedrinhas e as atirou contra o lago, fez o mesmo com arvores que tirava da terra com raízes e tudo, como se arrancasse grama. Entendi após um tempo que ele havia sentido o cheiro de tritão em mim, e desafiava o titã a enfrenta-lo, mas o lago continuou sereno, sendo agitado apenas pelos objetos atirados contra ele. Então a besta se lembrou de mim, em um piscar de olhos estava sobre mim, sua mão se fechou sobre meu pescoço e me lembrei da facilidade com a qual ele havia arrancado as pedras e atirado no meio do lago, os troncos das arvores se partindo como galhos secos. Mas a fera não tinha toda essa determinação em me sufocar, seu aperto em meu pescoço era firme e ia aos poucos me cortando o ar, mas se quisesse ela teria arrancado ou esmagado minha cabeça muito mais rápido do que aquilo. Eu decidi agir antes que meu destino fosse selado, estendendo as mãos ao máximo toquei no pesado e flácido membro da criatura, segurando entre as mãos a cabeça dele, erguendo até minha boca eu beijei a ponta.

A criatura tremeu toda e soltou algo parecido com o gemido, enquanto eu sentia aquilo crescer em minha mão e pressionar sua entrada em minha boca me dedicava mais a tarefa de agradar a fera. Em poucos segundos ele começou a escorrer na minha boca e conforme eu sorvia o liquido mais eu tinha vontade de engolir o pedaço de carne, o que antes não cabia foi aos poucos deslizando para dentro causando uma ardência no meu maxilar e no fundo da minha garganta, uma sensação de querer mais, logo eu estava com ela entrando em minha garganta, eu gemia ao redor dele e empurrava minha cabeça em direção a virilha da criatura que agora urrava, com a mão na minha cabeça mas sem pressionar.

O prazer que eu sentia em receber a fera estava além de palavras, meu corpo todo respondia e reverberava com o pênis monstruoso que agora abria caminho pelo meu esôfago. Novamente aquela sensação de algo errado com meu corpo crepitava, um som molhado de algo se rompendo na minha garganta, mas meus olhos viraram e meu próprio sêmen se espalhou pela grama aos meus pés. Minha mão já podia alcançar as coxas grossas da criatura e quando tentei me equilibrar me apoiando nela ainda de olhos fechados a sensação que tive foi estar passando a mãos por coxas fartas em pelos e músculos, mas humanas, dessa vez não abri os olhos, enquanto o pedaço quente de nervos pulsava e invadia minha garganta eu alisava as coxas da criatura, eram de forma humana, não curvadas como as da fera eram, distorcidas como as de um animal para sustentar seu peso, eu não alcançava até o chão, mas queria chegar até lá para saber se o que havia ali eram pés humanos ou os cascos da fera. Nesse momento o membro da criatura pulsou em minha garganta e começou a inundar minhas entranhas enquanto a fera se sacudia com a força de seu orgasmo, foi tão intenso que durou cerca de um minuto, assim como no dia anterior. Enquanto seu gozo me preenchia até o limite e além minha barriga inchava e um pequeno calombo se formava onde meu estomago ficava. Quando o suprimento da criatura se esvaiu ela removeu o órgão da minha garganta, criando um alto som de “ploc” seguido de uma queimação intensa na minha garganta.

Cai para trás e abri os olhos, encarando as pernas mais animais que humanas da criatura, um couro grosso e cheio de pelos cobria o lugar, a forma e textura nada igual ao que eu havia sentido antes, o sêmen da criatura provavelmente estava me causando delírios.

Fui erguido do chão e aninhado no peito da fera, soltei um suspiro enquanto era carrega, com as mãos em meu estomago senti o calo diminuir, seja lá o que fosse meu estomago estava absorvendo a substancia.

Fechei os olhos e cochilei, eu realmente, contra todas as probabilidades, me sentia seguro com a criatura.

Voltei a mim quando fui mergulhado em agua quente, me descobri no colo da criatura, mergulhado na piscina que ficava em seu santuário, a fera havia se sentado na piscina e me posto em seu colo, a agua quente contra meu corpo me revigorou e me acalmou, senti cada musculo relaxar, a piscina era cercada de pedras brancas e a fera pegou uma dessas e esmagou em sua mãos, tornando a pedra em farelos e espalhado na piscina que com o peso da fera havia transbordado. A agua ao nosso redor pareceu efervescer e borbulhar, o Minotauro pegou um rolo de algo parecido com algodão e passou a esfregar meu corpo, suas mãos gigantes e ásperas me manipulavam como se eu fosse um boneco, mesmo assim eu podia sentir um certo zelo por parte da fera, o que eu senti antes quando estava de olhos fechados não me saia da cabeça. Eu senti um ser humano sob minhas mãos, mas ao abrir os olhos eu via o Minotauro. Minha vontade naquela hora era toca-lo, mas eu não me atrevia a mexer, a criatura estava empenhada em sua tarefa de me deixar limpo, além do mais, eu não consegui decifrar sua expressão, pelo rosto bovino eu mal podia dizer se ele estava olhando para mim. Depois de esfregar toda minha parte superior a fera me largou e se inclinou na borda da piscina, abrindo os braços e apoiando na borda com braços tão massivos que quase abraçaram a piscina toda.

Eu entendi aquilo como um aviso de que agora era minha vez de cuidar dele, eu alcancei a borda da piscina e peguei um dos rolos estranhos e macios e com cautela comecei a esfregar o peito da fera, enquanto fazia isso percebia que seus mamilos iam ficando eretos, digo eretos pois eles estavam realmente inchando. A pele que tinha sob minhas mãos envolvia poder, a cada respiração da criatura eu podia sentir se movendo por dentro dela.

Depois de esfregar e sentir em minhas mãos cada pedaço do peitoral do monstro parti para seus braços, um de cada vez, se a piscina não fosse circular e pequena para a criatura eu provavelmente teria que nadar para realizar o serviço. Enquanto esfregava as duas colunas comparei com a única referência de corpo masculina que eu tinha, o corpo da criatura era uma versão gigante de Galen, mais definida e mais poderosa.

Quando terminei com os braços fui para o pescoço e cabeça, para alcançar todo o pescoço tive que me pendurar no torso dele, só então, colado em seu corpo, percebi meu estado de excitação, minha ereção deslizava por entre a cavidade dos músculos no peitoral da criatura, quando eu ia me afastar senti uma de suas mãos me prenderem ao seu corpo , com uma só mão ele envolveu meu traseiro e começou a me esfregar contra seu peito, a mim só coube abraçar seu pescoço e aproveitar o momento, me esfregar na montanha incrível de músculos que era o Minotauro.

Senti então um dos seus dedos deslizarem e procurar minha entrada, a entrada dele foi uma ardência dolorosa que logo se tornou prazer quando ele começou a usar o dedo engatado a mim como gancho para me esfregar nele como se eu fosse a esponja.

De maneira repentina a criatura desalojou o dedo de mim e quando ia protestar senti algo quente como carvão em brasa encostar em minha entrada. Com as mãos apoiadas no peito da criatura senti sua respiração acelerar, o suor se formava e escorria pelos peitos mas ele foi paciente e não forçou a entrada, apenas ficou parado esperando minha decisão. Guiado pelo tesão do momento eu forcei o quadril para baixo, o membro da criatura forçou como pode, a fera gemia baixinho se agarrando com força as pedras da piscina mas não fazia movimentos, o som das pedras se quebrando sob seu aperto diziam quase ele tentasse forçar algo terrível iria acontecer.

Com efeito, por mais que eu tentasse, o membro da criatura não me penetrou, o Minotauro se inclinou e me beijou, fazendo com a língua o mesmo ritual que havia feito diversas vezes antes, enquanto sua língua adentrava minha garganta e assumia o formato fálico eu sentia a tora de carne tentar forçar seu caminho dentro de mim por baixo, ele melava com abundancia lubrificando o máximo possível, mas não era possível a entrada, de maneira súbita a criatura me ergueu no ar e me girou, me deixando de costas para ela e então me segurou paralelo no ar com uma mão sobre meu abdômen. Achei que ele ia me empalar como havia feito com as crianças no labirinto, mas para minha surpresa o que senti em seguida foi sua língua forçando passagem no meu anel, no seu estado de desejo não houve muito aviso e nem muita delicadeza e eu urrei de dor e prazer ao ser invadido, ele usou outra mão em meu peito e me pôs para chupar um de seus dedos. Era uma demonstração de puro poder, eu que não devia pesar nada para ele estava agora erguido em suas mãos, espetado em sua língua, sendo movido para frente e para trás enquanto meu membro em riste esfregava contra a mão que segurava meu abdômen, me levando ao orgasmo em segundos, eu senti ele gemer mais forte em mim enquanto eu convulsionava ao redor de sua língua e depositou dentro de mim mais do liquido que havia depositado em minha garganta enquanto os jatos do gozo espirravam de seu membro no meu, em meu abdômen e peito, olhando para baixo pude ver as contrações violentas que seu membro sofria enquanto espirrava, parecia uma serpente grossa se debatendo. Novamente isso durou cerca de um minuto, e no fim a piscina estava coberta do liquido. Quando o Minotauro se recuperou nos lavamos em uma outra piscina próxima e sem me tirar de seu colo ele me carregou de volta para o seu santuário.

Comentários

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22/03/2015 16:39:12
Perfeito!
20/02/2015 03:37:47
10
07/02/2015 22:10:17
Nossa cara teus contos sao muito bons. Posta com mais frequencia pfv
07/02/2015 10:55:53
Muito bom. Eu também sou apaixonado por mitologia grega. Seu conto está cada vez melhor. Aguardo o encontro dele com o pai e o irmão, onde ele irá depreza-los kkkkkk Conitnua logo. Aguardando a nova postagem. Nota 10.
07/02/2015 09:12:42
No caso de Tritão ele pode assumir a forma que quiser. A maldição de Hector arrasta 3 pessoas com ela em um ciclo infinito, mas nem sempre as tres estiveram juntas, por exemplo, depois do terceiro ciclo(que acontece em uma tribo na africa) Gabriel aprisiona o terceiro espirito na forma do touro branco,ele fica removido do ciclo por algumas eras e retorna agora, já Gabriel acho que não está nesse ciclo. Já Emyr segue seu próprio ciclo, sua alma procura uma ancora que só o dragão pode proporcionar a ele, sua jornada acaba se cruzando com a de Hector varias vezes com um fim trágico para os dois, pelo que deu para entender do Emyr agora ele foi corrompido pelo minotauro, ficou preso no labirinto e se tornou meio imortal,ele já percebeu que precisa morrer para voltar ao ciclo e encontrar seu destino
07/02/2015 02:07:02
Ai já tava pensando que você tinha desistido de postar. Vounlerne depois volto aqui para comentar.
07/02/2015 01:38:13
Espere aí. Vou supor que, com base no que entendi de suas informações, a ilha onde o labirinto, e as criaturas nele contidas, era Creta que foi abandonada há muito tempo por causa do minotauro. Então o fauno é uma das pessoas que ficou na ilha? E o tritão também... Ou ele serve de mensageiro para poseidon? (escrevi com dois S's no comentário anterior, mas tudo bem, errar é humano rs). E Gabriel é a reencarnação de uma das criaturas (bem antigas, já que aprisionou e plsteriormente entregou o espírito da criatura para poseidon) desta história? Sobre as encarnações de Hector, serão apresentadas de maneira linear, ou "aleatórias"? Esta provavelmente não é a primeira, aquela que deu origem a tudo. Você pretende desenvolver o início de tudo, ou ao longo das eras tudo vai sendo explicado?
07/02/2015 01:37:28
Amando apenas.. As vidas passadas vão ser contadas nessa história? Ou em outras separadas?
07/02/2015 01:32:59
Ahhhhh eu achava q a maldição era dele se devia ao fato dele conseguir libertar o Minotauro e como consequencia os Deuses puniram ele. Mas ok. So espero que vc não suma novamente eu realmente amo seus contos.
07/02/2015 01:02:35
Jamais iria pensar que a criatura do lago era um tritão. Sempre imaginei um dos filhos de posseidon como a versão masculina de uma seria (parte de cima humana, parte de baixo peixe). Maaaaaass, né, a versão humana é bem da safada. Não gosto de loiros, mas confesso que desse aí até aceitava uns tapinhas hahahaha. Uma coisa: é impressão minha ou toda vez que o Hector grego engole o esperma do minotauro ele fica sonolento?
07/02/2015 00:59:18
Bom, esse pedaço eu não vou explicar nessa historia e conversar com vcs por aqui faz bem pro fluir da historia, então lá vai. O espirito do touro branco que tomou o corpo do filho do rei Minos é um espirito muito antigo, criado junto com a maldição que atingiu Hector, ele foi removido do ciclo pela criatura que habita agora em Gabriel por causa de sua origem "infernal" e foi entregue a Poseidon, quando o Rei Minos se rebelou contra o deus dos mares ele liberou o espirito do touro branco sobre Creta, ele encarnou no corpo do filho do Rei (que provavelmente já estava morto), enlouquecido. o touro destruiu Creta, via em todos o semblante do amante mas ninguém era capaz suporta a"masculinidade" do Touro, foi quando houve a fuga da ilha, quem ficou sucumbiu as perversoes do Touro e se tornou uma criatura mitica no labirinto erguido por poseidon para aprisionar a fera, será que existe um homem por debaixo da fera? Ou Hector vai descobrir que dentro do Minotauro existe algo pior?
06/02/2015 23:40:21
Ooh
06/02/2015 22:22:05
Amando demora a postar n meu lindo
06/02/2015 21:35:54
Não, a maldição dele é muito mais antiga, no encontro com o minotauro ele já está preso no ciclo, conforme eu contar as outras vidas dele vai ser divertido adivinhar quem é quem
06/02/2015 21:29:14
Então foi por decidir ficar com o Minotauro q ele foi amaldiçoado?!
06/02/2015 21:26:55
Faz outro amanhã, a parte humana do minotauro parece ser um tesão kkkk.quando ele vai ser penetrado pelo pau dele kkk

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