AMAR NÃO É PECADO- Tortura sem limites.

Um conto erótico de Jhoony Faangy
Categoria: Homossexual
Data: 04/02/2015 12:39:54
Nota -

Cap.68 Tortura sem limites.

Eu- Seu nome não é Jhon Sully Vagner.

Rafa- É!! Quem tem um nome desses? Ninguém.

Vagner- É claro que não, é só um pseudônimo assim como Jhone.

Will- Só por curiosidade, por que você se diz especial? O que tem de diferente em você?

Rafa- Ele deve ser um Jhone de alto nível.

Vagner- Eu não sou um Jhone, não me compare a eles.

Eu- Como você matou ele?

Vagner- Eu não o matei, ele está preso no porão dessa cabana.

Alex- Nossa! Sozinho você capturou ele e vivo.

Pietro- É bem mais do que isso, olhem bem pra ele.

Rafa- O que tem?

Pietro- A questão é: "O que não tem?" Não vejo um arranhão se quer nele.

Eu- Fale logo! O que tem de tão especial em você que o tornar diferente dos Jhones?

Vagner- Eu estou transpus.

Rafa- Nossa que interessante! Só que não, porque isso todo o Jhone faz.

Vagner- Ele é sempre ignorante assim?

Will- O tempo todo.

Eu- Se explique.

Vagner- Eu me transpus para um nível completamente diferente. Vocês já sabem como funciona a tranposição e já devem saber o que ela é em detalhes. Bom, para melhor entendimento de vocês, um Jhone tende a desenvolver uma segunda personalidade que chamamos de Jhone, quando ele surta por estar com muita raiva, isso eleva seus níveis cerebrais e físicos, seu Jhone com o objetivo que lhe é dado, assume o controle do corpo para que este não fique descontrolado. Mas me digam, o que aconteceria se um Jhone surtasse e apenas sua mente se transpusesse? Bom, então surgi eu, um Jhone que não precisa se transpor pois já está transposto permanentemente, porém apenas em níveis cerebrais.

Rafa- Ele disse pra você explicar.

Pietro- Ou seja, você é a segunda personalidade desse corpo e tem total controle sobre ele.

Vagner- Total controle não, tenho a mente mais desenvolvida, o que me torna um excelente estrategista porém, não posso tomar atitudes próprias quem não sejam do interesse pessoal do meu eu original.

Will- Qual o seu tal objetivo?

Rafa- Pra quê tanta conversa furada, vamos logo lá fazer aquele Dremon falar para onde levaram o tal luciferiano.

Will- Não Rafa, primeiro vamos procurar saber melhor sobre esse cara, estou cansado de ser usado por eles.

Vagner- Muito bem, meu objetivo é o mesmo de um Jhone.

Eu- Proteger.

Vagner- Exatamente.

Will- Proteger quem?

Vagner- Quem o meu eu quer que eu proteja.

Laede- Eu não sei não, não confio nesse cara.

Pietro- Eu muito menos, posso ver algo estranho em seus olhos. Mas me diga uma coisa, se o seu objetivo é proteger o que o verdadeiro dono do corpo quer que proteja, então é possível que isso tenha algo a ver conosco, ou pelo menos com quem estava lá ontem a noite, o que dá nos dá grandes chances de supor que você já conheça algum ou alguns de nós. Estou certo.

Vagner- Talvez.

Nesse momento ele olhou para mim. Will notou o olhar dele.

Will- Foi o Tio Jhone quem o mandou aqui?

Vagner- Querem a minha ajuda ou não?

Will- Rafa.

Rafa- Por enquanto. Mas vamos ter que ficar bem de olho nele.

Alex- Olha, ele tem cara de senhor, parece ser bem maduro e responsável, é até exitante.

Vagner- Como vocês jovem dizem " EU NÃO CURTO ESSAS COISAS".

Alex- Até meus 9 anos eu também não gostava.

Rafa- Sossega essa rabo sua Maria Leiteira.

Alex- Do que você me chamou? Vou te mostrar a Maria Leiteira!

Will- Hooooo! Deu! Chega vocês.

Pietro- Pensem bem. Somos só nós, não tivemos a menor chance contra um só Dremon, não sabemos nada sobre eles...

Rafa- Por enquanto.

Pietro- Vamos precisar de toda ajuda possível.

Will- Por que confiar nesse cara? Podemos pedir ajuda para o Jhonnee Boy.

Rafa- Não vamos por ele em risco Will, ele já tem seus problemas.

Eu- Ele está certo, não vamos querer que aconteça com ele o mesmo que aconteceu com o Douglas.

Rafa- Bom, a conversa está boa mas eu tenho que ir, mais tarde eu volto.

Will- Vai pra onde?

Rafa- O Noah chegou não fazem três dias, tenho que comprar umas roupas pra ele, ensinar algumas coisas sobre a cidade, e apresenta-lo formalmente não é? Afinal ele é meu filho.

Will- Não, claro, tudo bem, nós cuidamos daqui.

Rafa- Pode me emprestar o cartão? To meio seco de grana.

Will- Está na minha carteira, ali no balcão.

Eu- Não podemos perder muito tempo, cada segundo conta, vamos ver se conseguimos descobrir algo com o Dremon.

Vagner- Hun!

Laede- Will, podemos conversar lá fora um pouco?

Will- Agora?

Laede- É importante.

Will- Háaa! Claro, já saquei. Pietro assuma daqui.

Vagner- Posso assistir sua forma de tortura?

Eu- Quem aqui vai torturar?

Vagner- Hahah! Como pretendem fazer ele falar algo sem tortura-lo?

Pietro- Ele é um Dremon, talvez ele mereça.

Eu- Não vamos tortura-lo.

Pietro- Você me ouviu Erick? Ele é um Dremon, você tem mais experiência com eles do que eu, sabe muito bem o que eles fazem.

Eu- Tudo bem, mas vai ser nosso ultimo recurso.

Entramos no porão e lá estava o Dremon preso em correntes e todo esticado no chão. Ao vê-lo notei que já estava bem ferido.

Eu- Parece que já fizeram isso.

Pietro- Apanhou feio amigo.

Dremon- Ser pego com a guarda baixa é desvantagem.

Vagner- Sair correndo também não ajuda.

Dremon- Eu não estava correndo, estava... ganhando tempo pra pensar. Hora, quem temos aqui, é aquele menino lobisomem.

Eu- É comigo coisa feia?

Dremon- E teria outro menino lobisomem aqui?

Eu- É assim que vocês me chamam agora? Eu não sou lobisomem, sou um semi.

Dremon- Já comeu corações, se banhou em sangue, deu a chance pra alguns de nós fugirem só pra ter o prazer de nos caçar, isso é ser selvagem. Você nem sabe quem é.

Pietro- E você sabe?

Vagner- Preciso de uma bateria de carro.

Vagner subiu as escadas nos deixando sozinhos.

Pietro- Vai nos contar onde fica a base de vocês.

Dremon- Por que eu contaria? Vão me matar mesmo, a não ser que não tenho sangue pra isso.

Pietro- Você não vai morrer, acredite, vai desejar mas não vai morrer.

Dremon- Vão me torturar?

Eu- Pelo seu bem é melhor começar a falar onde fica a base.

Dremon- Por que querem tanto saber? Vocês não vão ter a menor chance de conseguir invadi-la.

Pietro- Acontece que dois amigos nossos estão atrás de um Luciferiano que vocês capturaram, aparentemente esse Luciferiano deve ser alguém importante e queremos ajuda-los a resgatar, ou melhor a roubar ele de vocês.

Dremon- Eu não sei de nada.

Pietro- Vai bancar o durão?

Dremon- Um pouco.

Will entrou no porão junto ao Vagner que estava segurando uma bateria de carro.

Will- Não vamos tortura-lo.

Vagner- Isso aqui não é uma entrevista, se quiserem que ele fale, esse é o único jeito.

Will- Sou totalmente contra isso.

Eu- O que vai fazer com essa bateria?

Vagner pegou dois cabos de chupeta pra carro e os engatou na bateria.

Will- Não vai tortura-lo!!

Vagner- Isso aqui não é pra torturar ele.

Will- É pra quê então?

Vagner pegou os cabos e prendeu nas correntes, colocava e tirava.

Eu- Ei!!

Dremon- Haaaaaaaa!!!

Will- Ficou paralisado, não disse nada, ficou ali, parado, só olhando e sem expressões, como se estivesse longe. Pietro também não fez nada, o único que podia fazer algo era eu, mas eu realmente queria fazer? Por mais que no fundo seja o que mais se quer, o que deve ser feito é a coisa certa.

Empurrei Vagner e tirei os cabos das correntes.

Eu- Combinamos de sem tortura.

Vagner- Isso não foi tortura.

Eu- Não foi tortura. - dei alguns tapinhas na cara do Dremon e abri seus olhos- Ei, olhe pra mim. Está vivo?

Dremon- Hahaha! Vocês não tem sangue.

Vagner- Ele só estava enrolando pra não ser torturado para que possa aguentar tempo o suficiente pra ser rastreado, a bateria era pra dar um bom choque em seu corpo, chips rastreadores são muito sensíveis.

Eu- Podia ter matado.

Vagner- Nunca torturou alguém na vida não é?

Pietro- É melhor vocês ficarem lá em cima, eu aviso se precisar de alguma coisa.

Eu- Vão torturar ele não vão?

Vagner- Seu amigo não parece bem, é melhor tirar ele daqui.

Olhei para o Will e ele ainda estava em choque.

Eu- Will! Ei, amor, você está bem? Olhe pra mim, olhe pra mim!

Will- Hun?

Puxei o Will para cima das escada, ficamos no lado de fora da casa, esperando que Pietro e Vagner descobrissem algo.

Eu- O que foi Will?

Will- Nada, é só que... eu não gosto de falar disso.

Eu- Tem a ver com o seu não é?

Will- Sim.

Eu- Eu sei, o Rafa me contou a sua experiência, e com detalhes, detalhes até de mais.

Will- O que tanto ele falou?

Eu- Tudo. Eu não te culpo, você foi basicamente forçado a fazer aquilo, era só um adolescente.

Will- Eu não sei quanto tempo mais posso aguentar isso. Eu só queria minha vida de volta, aqueles dias em que tinha que fazer as tarefas de escola e os trabalhos, ter que ir na casa dos amigos, voltar para o meu trabalho normal, o futebol no fim de semana lá no campinho e... as noites no morro azul com... deixa pra lá.

Eu- Com o Douglas não é?

Will- Não que eu não te ame mas... ele veio primeiro, e se eu tivesse que escolher, eu não o trairia.

Ver o Will naquele estado, imaginar por tudo o que ele passou, tudo que perdeu, eu mal conseguia imaginar a dor que ele carregava por dentro, não era um bom momento para se ter ciumes do Douglas. O que fiz então?

Fui até Laede e Alex, pedi para eles tirarem o Will da cabana e enrolarem ele por algum tempo.

Laede- Eu queria conhecer melhor os outros e ver o que estão fazendo.

Alex- Depois podemos visitar o Ramon no hospital. Pode levar a gente Will?

Will- Claro, mais tarde.

Alex- Eu quero ir agora, e preciso dar uma volta na cidade.

Will- Tudo bem, Ercik vem com a gente?

Eu- Não, eu ou ficar, quero comer algo e depois dar uma trainada em umas coisas que estou aprendendo, se tenho um livro na minha cabeça cheio de técnicas, é bom saber fazer bom uso.

Will- Olha lá heim! Não se esforce muito, conhece os riscos.

Eu- Eu sei, tchau amor.

Will me deu um beijo e foi ligar o carro, Laede ficou na janela me olhando, era provável que alguma coisa ela sabia, dava pra ver em seu olhar, uma cara de desaprovação.

Assim que Will saiu eu entrei no porão, o que vi foi Vagner dando socos no Dremon até ele falar.

Pietro- Achei que fosse ficar lá fora.

Eu- O Will saiu, eu assumo daqui, recomendo que saiam se não tiverem estômago pra isso.

Vagner se escorou na parede.

Pietro- O que vai fazer?

Peguei pregos e martelo em um gaveta.

Eu- Ou sai daqui, ou não me interrompa.

Dremon- Vamos brincar de quê?

Eu- Jogos mortais. Tem algo para nos contar sobre onde se escondem? Não? Ótimo, isso era tudo que eu queria ouvir.

Peguei um prego bem grande, pisei em sua mão direita, abri ela, e posicionei o prego bem no centro da mão.

Dremon- Você não tem cor... - Antes que ele pudesse terminar de falar, preguei com uma martelada, sua mão ao chão - Haaaaaa!! Haaaaa! Huf Huf!

Fui até sua mão esquerda, pisei em cima dela, abri a mão e fiz o mesmo.

Dremon- Haaaaa!! Vocês não... Haaaaa!! - Desta vez preguei um dedo - Huf huf!! Haaaa!!

Pietro- Erick.

Olhei sério para Pietro.

Eu- Ou é ele ou você.

Pietro ficou quieto, ele sabia que eu não estava pra brincadeiras.

Preguei cada um de seus dedos ao chão, quando não sobraram mais dedos, eu teria que ver outra coisa pra fazer. Ele já estava quase chorando, seu corpo suava e tremia sem parar.

Dremon- Não tem mais dedos...

Eu- Pra sua sorte eu sei ser bem criativo.

Usei o martelo para quebrar seus joelhos, seu gritos pareciam me dar prazer, eu sabia que não era a coisa certa a se fazer, mas no fundo era isso que eu queria. Por que eu deveria me preocupar em ser bom ou não, eu já estava condenado a ir para o inferno só por ser um semi.

Dremon- Haaaa!!! HaHaaaa!! Dói, pare!!

Eu- Acabamos de começar, temos o dia todo pela frente ainda.

Dremon- Por que... Haaaaaaaa!!!

Desta vez quebrei seu pé esquerdo, o torci com muita força até ficar fora do lugar, todo mole.

Dremon- Por que... mudou de... por que mudou de ideia?

Eu- Por causa de gente como você que os Jhones surgiram, por cause de gente como você que o Will sofre tanto, vocês trouxeram o inferno para nós, e eu vou corrigir isso.

Dremon- Sem piedade?

Eu- Piedade? O ultimo Dremon com quem lutei não demonstrou a menor piedade, por que eu deveria mostrar alguma? Piedade é pra quem teme ir para o inferno.

Dremon- Haaaaaaaa!!! Eu falo!

Pietro- Deu, ele disse que fala Erick, já chega.

Eu- Eu não acredito.

Procurei por qualquer ferramenta que eu pudesse usar para tortura, o que encontrei foi um maçarico. e um espeto de ferro.

Pietro- Só não mate ele né?

Eu- Não se preocupe, isso não vai mata-lo.

Pietro- Não foi isso que eu quis dizer.

Eu- Fica xiu.

Esquentei a ponta do espeto com o maçarico até ficar vermelho, assim que ficou vermelho, aproximei devagar em seus olhos, lagrimas já estavam escorrendo, ele mordia os próprios lábios.

Eu- Isso pode dor um pouquinho.

Enfiei bem devagar o espeto em seu olho esquerdo, foi até nojento porque ficou pedaços grudados na ponta do espeto.

Dremon- Haaaaaaaaa!!!! Haaaaaaaaaaa!!!!!! Pare por favor.

Eu- Por quê? Você matou meus amigos sem dó nem piedade, bom, teria matado se fosse uma arma de verdade. Sabe, as pessoas nunca mudam, e nunca entendem umas as outras, estão sempre brigando, não conseguem entender seus motivos, vivem se metendo na vida umas das outras, mas sabe o que é um fato? Elas só se entendem quando as suas sentem a mesma dor. Então sinta a dor que muitos Jhones sentiram em suas mãos, sinta a dor que as pessoas diferentes e inocentes sentiram! E no fim me diga se você me entende.

Vagner- É melhor fazer uma pausa ou ele vai morrer.

Eu- Não, ele é um Dremon, é bem machão, não é um viadinho como eu, ele aguenta. Não é? Dremons são machões, eles fazem o que Deus quer! Não é? Deus não gosta de homem negro, de criança deficientes ou de homossexuais. Então reze, reze muito para Deus te salvar.

Pietro- Erick, dor demais pode mata-lo, se ele morrer não vamos descobrir nada.

Vagner- Embora Dremons tenham um bom porte físico e resistência, ele está certo.

Eu- Faca, preciso de uma faca.

Subi até a cozinha a procura de uma faca bem afiada, quando achei, Pietro interveio.

Pietro- Deixe ele descansar um pouco, você está indo rápido demais.

Eu- Eu disse pra não se meter.

Pietro- Vai mata-lo Erick!

Eu- Pois que ele morra.

Por alguns segundos eu parei e pensei, realmente eu não podia simplesmente mata-lo. Então procurei uma seringa, desci até em baixo no porão e perguntei ao Vagner:

Eu- Dremons tem doenças?

Vagner- Dependendo a doença eles matam.

Eu- Aids.

Vagner- Eles matam.

Eu- Que bom, então não corro o risco.

Tirei um pouco do meu sangue e injetei no pescoço dele.

Vagner- Método de torturo um tanto... diferente. Acho que uma agulha no pescoço não deve dor mais que um ferro quente no olho.

Eu- Isso aqui é pra ele não morrer, é sangue de semi, se ele tiver um pouco dentro dele, possa ser que ele não morra.

Vagner- Que bela conclusão.

Eu- Tive uma experiência com um semi em Bariloche, porém com ele pode ser que não funcione, então ao invés de beber, eu coloquei dentro dele. Vou te dar meia hora, depois eu volto, até lá, vou pensar nas piores torturas possíveis.

É, para mim a meia hora passou devagar, para ele passou muito rápido.

Vagner- Já voltou? Ainda não deu meia hora.

Eu- Eu sei, mas pra mim não precisei de tanto tempo pra ter efeito o sangue de semi. Vamos lá, agora você não vai morrer.

Vagner- Estou curioso pra saber o que vai fazer.

Eu- Uma faca tem muitas utilidades, uma delas é corta, arrancar membros de você está fora de cogitação. Então o que posso fazer?

Passei a faca bem devagar em seu rosto, o suficiente para perfurar a pele mas não pra matar.

Dremon- Eu falo...

Com minha unhas fui puxando ela devagar, a pele é muito resistente pra ser arrancada e se não souber fazer vem pedaços enormes de carne, e então tem que cortar novamente pra que tenha uma tira para puxar, assim fui fazendo, arrancando pedaços de sua pele do rosto, dos peito, dos braços. Foi o que mais demorou ficamos ali até o fim da tarde.

Will chegou com Laede, Alex e Ramon, ouvi o barulho do carro quando chegaram.

Eu- Traque a porta.

Vagner trancou a porta e ficou segurando para que ninguém interferisse. Will estava dando risada, podia ouvi-la ali de baixo.

Ao abrir o peito do Dremon, quase sem forças para gritar, ele apenas resmungou.

Ouvi Will conversando com o Pietro.

Will- Cadê o Erick?

Pietro- Não respondeu, ele ficou se reação, apenas olhou para a porta que levava para o porão.

Will- Essa não!

Will correu até a porta do porão e quase a pós a abaixo.

Vagner- Aqui está muito cheio, espere sua vez.

Will- Erick! Abra essa porta! Pare com isso!! Vamos logo, abra essa porta!

Will deu chutes na porta mas era difícil usar força pra derrubar uma porta quando e tem alguém segurando ela e uma escada na passagem.

Will- Alguém me ajude a abrir isso aqui!

Laede- Eu não tenho força.

Ramon- Mãos queimadas.

Alex- Isso é muito bruto.

Pietro- De que adianta agora se ele tá a tarde toda nisso?

De repente outro barulho de carro, quando ouvi era a voz do Rafa. Notei que Will tinha parado, imaginei que ele tivesse ido pedir a ajuda do Rafa pois juntos os dois teriam forças pra moer a porta como rinocerontes.

Eu- Vamos ficar aqui a noite toda, então trate de ficar acordado.

Dremon- Eu te entendo.

Eu- Que bom, menos pior.

Dremon- Eu finalmente te entendo Douglas, sua história, eu entendo sua dor.

Eu- Mas eu não sou o Douglas.

Dremon- Por que continuar a negar? Bom, não importa, eu só te entendo agora.

Eu- Você entende?

Dremon- Só uma coisa que não. Por quê? Por que continua fugindo de você mesmo?

Eu- O que quer dizer com isso?

Dremon- Eles estão trabalhando para nós, foram eles quem capturaram o Luciferiano.

Eu- Waltty e Styve?

Dremon- Jhones e Dremons trabalhando juntos para um bem ainda maior, é contra nossas leias, mas fazemos o possível, se realmente quer mudar tudo, não espalhe isso. O morro do macaco, eles estão lá, em uma casinha atrás do morro do macaco.

Eu- Mais alguma coisa?

Dremon- Não, isso é tudo.

Eu- Então vou te trazer paz.

Usei a faca para perfurar seu coração, não esperei muito, fiz o mais rápido possível. Agora que ele já tinha aprendido, não tinha mais porquê continuar sofrendo.

Vagner- Você não disse que com sangue de semi ele não poderia morrer?

Eu- Sim, eu disse, mas tinha me esquecido que semi mata semi, ele até que aguentou bastante.

Enquanto isso, no lado de fora.

Will- Rafa! Que bom que está aqui, me ajude a abrir uma porta!

Rafa- Já tentou usar uma chave?

Will- Sem brincadeiras, é sério.

Sarah- Então é aqui que vocês tem se escondido esse tempo todo?

Rafa- Ha! Oi Sarah! Como está?

Will- Sarah? O que está fazendo aqui? Rafa, você trouxe ela aqui?

Sarah- Seu imprestável!! Idiota, retardado mental! Vocês ficam todos esquisitos, somem do nada e vem na maior cara de pau me perguntar como estou? Eu fiquei tão preocupada!

Rafa- Calma Sarah, agora estamos aqui. Ok! Calma, eu explico tudo.

Sarah- Explicar o quê? Tá na cara que vocês estão aprontando alguma. O que vocês estão fazendo aqui?

Eu- Will, Rafa, ele falou, acho que sei para onde o Waltty foi.

Sarah- Ai meu Deus! É você?

Eu- Eu não sou Deus.

Sarah- Você está vivo! Ai meu Deus! Não pode ser verdade.

Eu- Essa é a Sarah? Achei que ela fosse mais alta.

Sarah- É você sim! Não to acreditando! Vou ter um treco depois de arrancar a cabeça de vocês. Eu preciso tocar.

Rafa- Tocar o quê?

Sarah veio correndo até mim e quando pensei que ela ia me abraçar, ela parou.

Sarah- Ué! Por que você está todo sujo de sangue? De novo. Você sempre aparece sujo de sangue. Ai não importa, deixa eu ver se é você.

Sarah puxou meu cabeço pra trás, olhou meu gogó, as orelhas, abriu minha boca.

Sarah- Está um pouco mudado mas é você. Tenho que ver uma coisa, vire de costas.

Olhei para o Rafa, ele fez gesto de desentendido. Quando me virei Sarah abaixou minha calça.

Eu- Que isso? Tá maluca?

Rafa ficou espantado.

Sarah- Cadê aquela pinta que você tinha na bunda?

Rafa- Eieieiei! Como sabe de pinta na bunda do Douglas?

Will- Esse não é o Doug!! Ele não é o Doug!

Will entrou dentro da cabana, quando passou por mim, passou me olhando nos olhos e bravo.

Sarah- Do que está falando Will? Ele é o Doug.

Fui atrás do Will e quando o vi ele deu alguns passos para trás, passou as mãos na cabeça e se sentou na escada, puxou as mãos para o rosto e quando percebi, Will estava chorando.

Will- Foi você que matou ele?

Vagner- Não, foi seu namorado.

Desci as escada para chegar até o Will e quando cheguei nele, ele se esquivou de mim e saiu de perto, pensei em ir atrás dele mas o que eu poderia dizer?

Sarah- O que está acontecendo aqui?

Laede- É melhor você não ir lá em baixo.

Sarah- Não me encoste, e não se mete comigo garota!

Sarah olho da escada, se inclinou e viu o corpo no chão, quando viu ela colocou a mão na boca e saiu correndo.

Sarah- Você não é o Doug.

Rafa- Sarah! Espere, por favor, vamos conversar.

Sarah- Conversar? Rafa! Vocês mataram um homem!

Rafa- Eu sei, mas não foi nós, não exatamente. Tem muita coisa que temos que te contar!

Sarah- Por que não contou antes?

Rafa- Nós tentamos mas vocês não acredita. O Will falava pra você e olha só o que você fez, por sua causa ele foi internado e agora tem um rastreador na cabeça que o pai dele colocou em sua cabeça por culpa sua.

Sarah- Vocês estão loucos. Eu vou chamar a polícia.

Rafa foi até o carro do Will e puxou uma arma.

Rafa- Me perdoe Sarah, você não pode ir até entender tudo que está acontecendo.

Sarah- Rafa, não faça isso, pelo amor de Deus, abaixe a arma.

Rafa- Não se preocupe, não vou te matar.

Rafa atirou em Sarah colocando para dormir, levou ela para um quarto e lá ficou sentado esperando ela acordar.

Eu- Vou tomar um banho, alguém poderia limpar lá em baixo para mim?

Saí e deixei todos lá, não falei mais nada. O que poderia dizer, só segui meus instintos, aquele Dremon merecia, quando finalmente me entendeu, eu não podia mais deixa-lo vivo, não daquele jeito, sem um dos olhos, dedos pregados, pele arrancada, pernas quebradas.

Tomei meu banho, levei 1 hora para terminar, quando sai estavam todos na sala exceto Rafa e Sarah.

Todos estavam me olhando, cheguei perto do Will e sentei ao seu lado, quando fui para beija-lo ele se esquivou virando o rosto.

Eu- O que foi?

Will- Temos que conversar.

Eu- Sobre o Styve e o Waltty?

Will- Não, sobre você.

Eu- O quê?

Pietro- Fizemos uma votação e a maioria acha que você é um perigo.

Eu- Por que isso agora?

Will- Você tem assumido um papel de semi, até agora eu consegui te controlar e impedir que matasse alguém, mas hoje, eu falhei, e por falhar, vi que sem mim, você não se controla e age como um semi.

Eu- Will, quando que eu agi feito um semi?

Pietro- Erick, você sabe o que os demônios fazem no inferno?

Samoel- Minha mãe dizia que eles torturam almas pelo resto da eternidade.

Pietro- Hoje eu vi um demônio na minha frente.

Eu- Por que estão fazendo isso agora heim? Se eu não fizesse vocês dois fariam!

Pietro- Alguns socos e tapas, talvez até alguns cortes, ou tortura mental, mas você... Você arrancou a pele dele, pregou seus dedos e quebrou o máximo de ossos, eu sai de perto porque quando tentei falar com você, seus olhos estavam pretos e ao redor avermelhados, me deu medo.

Ramon- Sua transposição é estranha, não é como descrevem nos livros ou como o Trivão nos mostrou, é como um animal.

Eu- Vagner, você é um Jhone, se não é sabe como eles são e me diz. Eu não fiz como um Jhone deveria fazer?

Vagner- Não. Os Jhones não tem sentimentos, eles matam sem exitar, torturam sem exitar.

Eu- Foi o que eu fiz.

Will- E por que tinha que ser você?

Pietro- Não tem sentimentos Erick! Você sentiu prazer o tempo todo, estava sorrindo.

Eu- Eu não estava sorrindo, eu só estava...

Pietro- Feliz?

Will- Quando dormimos juntos você me arranhou todo, tenho as cicatrizes ainda, na hora do sexo parece pouca coisa mas quando me vi no espelho, me assustei.

Laede- Eu avisei Will, ele está se tornando um demônio, se não, já está se preparando.

Will- Ajudaria mais se você contasse tudo que vai acontecer.

Laede- Você sabe que não posso, eu só posso dar pistas, mexer com o tempo é perigoso, eu posso piorar as coisas. Eu tentei te alertar mas você não se tocou.

Eu- Do que ela está falando?

Will- Ela me disse que você iria matar o Dremon. Mas eu, eu confiei em você.

Eu- Eu tinha que mata-lo, ele sabia onde estávamos. O que queria que eu fizesse? Soltasse ele pra ele chamar uns amigos?

Pietro- Ele não sabia, Vagner o trouxe inconsciente.

Will- Você vai ficar aqui treinando com os outros por algum tempo até voltar ao que era.

Pietro- Eu tenho algumas magias de amor e alegria que posso fazer pra tentar te trazer um pouco de calma e paz.

Will- Nós tiramos o guarda-roupas do seu quarto e a cama, agora só tem o colchão, isso pra você não receber mais uma visita inesperada do Breu.

Eu- Tudo bem, se for pra conseguir a confiança de vocês de volta, eu faço o que for preciso.

Me levantei e fui para o quarto.

Will- Pra onde vai?

Eu- Para o meu quarto, rezar.

Will- Não vai nos dizer onde o Waltty e o Styve estão?

Eu- O Vagner sabe. Boa noite.

Miguel- Mas são só 18:50 hrs.

Will- Não vai nos contar o que descobriu sobre o Waltty?

Eu- O Vagner pode contar.

Alex- Matam um Dremon e fazem todo um alvoroço, matam minha cobra e não fazem nada.

Laede- Calma amiga, calma.

Vagner- Atrás de Morro do Macaco, em uma casinha. Parece que seus amigos tem trabalhado com Dremons.

Will- Por quê?

Vagner- Não seu, isso foi tudo que ele disse.

No meu quarto me deitei para pensar em tudo que estava acontecendo. porquê eu fiz aquilo. Se eu estava me tornando o que não queria. Agora Dremons e Jhones trabalhando juntos, com certeza as coisas estavam ficando mais sérias, ou então Waltty e Styve estavam nos traindo.

Algumas horas depois sai para beber água, encontrei Sarah e Rafa na cozinha.

Sarah- Então você não é o nosso Doug?

Eu- Não.

Sarah- Que pena.

Eu- Você contou tudo pra ela?

Rafa- Contei.

Eu- Tudo?

Rafa- Tudo.

Sarah- É difícil de acreditar, mas ao ver tudo que vocês tem aqui, quanta gente está envolvida, as conversas, é meio difícil de acreditar que todos estão loucos, a não ser que seja tudo mentira e vocês estejam planejando roubar um banco.

Eu- Hahah! Não, não vamos roubar um banco migucha.

Sarah- Tem certeza de que não é o Doug?

Alex- Tem um celular tocando!!

Rafa- Atende!

Alex- Hello Rany! Quem tá falando?

Sarah- Vocês são idênticos. Irmãos talvez? Ele tinha um irmão sabia?

Eu- Não, sem chances.

Alex- Erick é pra você!

Atendi o telefone e tive uma surpresa, a voz era do Styve.

"Styve- Erick?"

Eu- Alô! Fale.

"Styve- O Will está aqui, e o Waltty está dando explicações para ele."

Eu- Que ótimo, manda um abraço, tchau.

"Styve- Calma, por que tanta pressa? O Will nos contou o que houve aí, e sabe, o Waltty está contado umas coisas sobre você que tu não vai gostar."

Eu- Pode ser mais direto?

"Styve- Tudo bem, O Tio Jhone meu deu cartas brancas graças a você, ele decidiu que você deve ser preparado para assumir o lugar dele, venha comigo que você será o novo Tio Jhone."

Essa agora? Será que ele estava de brincadeira? Eu iria conhecer o Tio Jhone, até mais, iria me tornar ele, e então poderia por um fim em tudo, era perfeito, porém arriscado, podiam estar armando alguma pra mim. Por outro lado eu era um semi, não podia morrer tão facilmente.

Eu- Eu aceito, quero ser o novo Tio Jhone.

"Styve- Mas antes, você tem um teste de fibra, pra saber se tem condições de ser o Tio Jhone, conhece as regras, Jhonhes não tem sentimentos, não tem emoções."

Eu- Que teste.

"Styve- Mate aquele Dremon que te persegue, se conseguir, ele vai te tirar do país e te levar para um lugar descente aonde será treinado e preparado."

Não podia ser mais fácil, aquele cara já me incomodava há muito tempo.

Eu- Onde posso encontra-lo?

"Styve- O que te faz pensar que eu sei?"

Eu- Você disse que eu teria que mata-lo, além disso, tem trabalhado com Dremons, algumas coisas você deve saber.

"Styve- Garoto esperto! Em um galpão, ele vai lá várias noites, vá bem preparado, porque aquela área lá é na dele, e tem que ser hoje, antes que o Will te encontre, porque se ele te encontrar... Vou te passar as coordenadas."

Finalmente eu teria a chance para acertar as contas com o Dremon, ele quase matou o Will e o Rafa, e ainda enfiou sua espada na mão da Laede, matou vários Jhones, estava na hora de alguém por um fim nele, e o único que poderia fazer isso, era eu. Nessa, eu iria ganhar.

Eu não podia sair de mãos vazias, então procurei pela caixa com itens para uma missão, peguei a maioria dos equipamentos do Trivão, sai escondido, aproveitei que Rafa estava babando pela Sarah, eu não podia me despedir, não voltaria mas tudo que fosse fazer, seria pra mudar tudo isso, se me tornasse o Tio Jhone, eu iria deixar o Will e Rafa em paz e colocaria todos os Jhones para trabalhar no caso LUCIFERIANISMO.

Alex- Vai pra onde desse jeito?

Eu- Desculpe Alex, tenho que tirar uma pedra do sapato.

Alex- Volte logo. Promete?

Eu- Boa noite Alex. Se cuide.

As mensagens e fotos chegaram no celular, o galpão ficava em Blumenau e era um pouco afastado da cidade, tive que pegar um ônibus até lá perto, quando cheguei lá procurei pelo Dremon e não o encontrei, pude supor que ele deveria ser algum adolescente universitário ou formando do ensino médio ois em nossos encontros ele aparecia depois das 22:00 hrs, mais cedo aos finais de semana.

Enquanto isso Will chegava com Waltty e os outros na cabana.

Waltty- Quem é essa garota? Quem são essas duas garotas?

Will- Hàaa é! Eu esqueci de contar. A baixinha é a Sarah e outra é a Laede.

Waltty- A vidente? Que ótimo, cadê o Pietro? Preciso de uma informação dele, é do seus assuntos.

Pietro- Estou aqui, atrás do sofá.

Rafa- Estava nos espionando?

Pietro- Não, imagina, é que caiu uma moeda.

Rafa- Moeda, sei.

Waltty- De uma olhada nesse desenho que o Luciferiano fez, se parece com a capa de um livro mas nunca vi nada parecido.

Pietro- É o diário de São Cipriano, se o encontramos podemos fazer bom uso, mas tem que ser o original.

Rafa- Macumba?

Pietro mostrou a língua para o Rafa.

Sarah- Credo, até com isso vocês se envolveram?

Waltty- O que mais pode me dizer sobre ele?

Pietro- Há boatos, de que suas páginas estão espalhadas pelo mundo e de difícil acesso, o que tem são copias, talvez falsificações.

Waltty- E você sabe quem é ele?

Pietro- Bom, existem muitos rumores, entre eles que ele foi um santo, um Papa africano, um demônio, um feiticeiro e...

Laede- Alquimista, mais famoso por suas experiências sobrenaturais, como fantasmas, espíritos demoníacos, invocações, expurgações, pactos, seu livro na verdade é um diário, e com ele podemos saber como lidar com tudo que vamos enfrentar.

Rafa- E você sabia disso tudo.

Laede- Eu sei, de algumas coisas, bom, quando durmo eu posso ver mais do que 5 minutos do tempo, porém não posso revelar nada, se não tudo muda pra pior.

Waltty- Agora que temos o Erick para nos auxiliar,podemos saber onde cada um deles estão e ajuda-los antes que os Luciferianos os encontrem.

Pietro- Encontrar ás páginas do livro?

Waltty- Não, os semis, eles precisam de muito sangue de semi pra um ritual.

Will- Cadê o Douglas? Onde ele está?

Rafa- Vishh! Endoidou de vez!

Sarah- Ele vê o Doug não é? O que eu faço? Finjo que também estou vendo?

Rafa- Claro.

Sarah- Will, vou me levantar e você olha se eu não sentei em cima dele.

Will- Parem de bobeira. Eu estou falando do Erick. Cadê o Erick?

Alex- Ele disse que iria tirar uma pedra do sapato.

Waltty- O quê? Por que não me disse isso antes?

Will- Tirar um pedra do sapato? Se ele começar a matar, o sangue de semi-demônio dentro dele vai começar a falar mais alto.

Até o Dremon aparecer, eu passei um gel inflamável em vários lugares do galpão, um gel que não libera cheiro, assim poderia ser surpresa, preparei todo o lugar para enfrenta-lo, dessa vez nós acertaríamos tudo. Subi em cima dos cabos de aço do galpão e fiquei esperando por ele.

Quando ele chegou, caminhou até o centro, e então pulei lá do alto, meu corpo estava acostumado com as transposições parciais, assim não sentia tanta dor.

Eu- Finalmente cara a cara novamente. Aqui estou eu, vamos resolver isso de uma vez por todas, estou cansado de lutar com você sem um motivo.

Dremon- Então você veio mesmo? Hoje não terá tanta sorte, agora posso te matar semi.

Eu- O que te faz tão confiante disso?

Dremon- Por que hoje estou sem luvas, usando um anel que meu pai me deu, esse anel me protege contra várias coisas, da morte, do toque dos Luciferianos, feitiços, e me permite matar semis.

Eu- Como minha coleira. bom, hoje eu descubro o porquê que você me odeia tanto.


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