DOM GRISALHO E BIANCA

Um conto erótico de DIRETOR
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 07/11/2011 11:23:29
Nota -
Assuntos: Sadomasoquismo, Sexo

Meu nome é bianca, e vou contar-lhes o novo encontro com o meu DONO: DOM GRISALHO. Se eu esqueci alguma coisa é porque a minha alegria foi muita em poder revę-lo. Procurarei ser a mais detalhista que me for possível. Posso falar a vocęs que nunca AMEI tanto como amo meu Senhor, nunca pensei que viria a fazer a algum homem o que faço a Ele, e digo a vocęs com extrema alegria e esperando que Ele se sinta feliz com a minha submissăo e total devoçăo.

Como a espera por estar aos seus pés parecia interminável. A ansiedade já estava me prejudicando no trabalho, năo sabia quando Ele haveria de vir, quando Ele iria fazer-me servir-lhe. Pois moramos em cidades distantes, com cerca de 1.000 kms. de separaçăo.

Até que Ele avisou-me que chegaria ŕ semana vindoura, fiquei feliz, precisava correr contra o tempo para organizar tudo para poder estar ŕ disposiçăo D’Ele. No dia anterior a sua vinda, fiz todo o necessário para que estivesse ao agrado do meu Senhor no dia seguinte. Fiz as unhas, o cabelo e a depilaçăo com todo o esmero, do jeito que Dono gosta e acima de tudo, merece. Mais vez estava indo ao encontro de DOM GRISALHO, parecia até que era a minha primeira vez dada a excitaçăo em que me encontrava.

Fui ao aeroporto buscá-lo, na capital de meu estado, Belo Horizonte. Ao descer a rampa de acesso do desembarque meu coraçăo disparou, ele estava vindo em minha direçăo. Ansiosa, encaminhei até ele, năo queria perder um minuto. Estar ao lado dele, nos primeiros momentos é sempre constrangedor, pois me sinto quase nua, exposta, uma vez que, em face da distância, nossa relaçăo se dá muito mais no plano virtual, e como já devem imaginar, é através da net que ele me conduz e domina totalmente a mim, jamais deixo de cumprir suas ordens ou exigęncias. Já fiz coisas para ele que jamais fiz para qualquer outro ser humano. Acho que a Internet e a confiança que tenho nele facilitam as coisas, mas, voltando ao assunto quando nos encontramos, năo consigo deixar de me sentir infantilmente envergonhada. Cumprimentamos-nos com um abraço discreto, beijei-lhe a măo direita como devia e logo nos encaminhamos para o estacionamento em direçăo ao meu carro.

Para minha surpresa ele pediu que eu fosse ŕ frente, aprecei o passo e corei, pois, de alguma forma, senti seus olhos crivados no meu bumbum protegida pela saia que vestia. Andei mais alguns passos quando o senti ao meu lado, com um sorrisinho discreto nos lábios, falou baixinho: Tá linda bianca!!! Ao passo que eu, sinceramente respondi: Lindo está o Senhor... Chegamos ao carro, trocamos um beijo e imediatamente nos dirigimos para a minha cidade e mais especialmente a minha casinha (como eu falo dela, rsrsrs), porém, antes de chegarmos lá precisava contar uma coisa ao meu Senhor, estava com um pouco de medo, mas, um pouco antes de chegarmos criei coragem e comecei a falar. Pela minha entonaçăo ele percebeu se tratar de algo desagradável. Encorajou-me. Comecei de mansinho, dizendo que havia sido uma correria antes da viajem, que tive que deixar as coisas no trabalho em dia... Ele me cortou, dizendo: Fale logo vadia!!! Sentindo-me uma tola, burra e esquecida falei: - Meu Dono esqueci as meias que queria em casa (mas năo era só isso) e, junto com elas, esqueci a minha coleira. Sabia que ele năo iria gostar, sabia que uma cadela que se preste năo sai de casa para uma sessăo e esquece a coleira. O olhar dele me gelou, sorriu e disse: bianca como fez isso? Como esqueceu a coleira que te dei de presente e te expliquei que teria que usá-la, SEMPRE, SEMPRE, que estivesse na minha presença? Enrubesci, a última coisa que eu queria era decepcioná-lo. Acho que ele sentiu meu pesar e, por isso, disse: Tudo bem, bianca... Mas sabe que as coisas năo irăo ficar assim, será castigada por isso. Respondi, imediatamente: - Sim, Senhor!!! Obrigado pela compreensăo, Senhor...

Nesse momento, já estávamos na entrada de minha aconchegante casinha, entramos, mas antes Ele mandou retirar nossas coisas do carro. O vi pegando com cuidado a bolsa colorida que eu já conhecia, era ali que Ele trazia seus utensílios e brinquedinhos que utilizava em nossas sessőes. Entramos e fomos direto ao quarto e, uma vez mais, a tensăo tomava conta de mim como da primeira vez. Ele, como que pressentindo minha inibiçăo, me tomou nos braços em um beijo longo, hiper merecido para nós dois, uma vez que a saudade que nos assolava era imensa. Conforme já fizera anteriormente, meu Dono sentou-se em uma cadeira próxima a uma mesa, calmamente, como em um ritual começou a retirar as coisas da bolsa. Conforme ele ia retirando, por antecipaçăo a excitaçăo ia me tomando inteirinha, afinal, sabia que tudo aquilo seria utilizado para o nosso prazer.

Ao final, abriu uma garrafa de vinho, esticou as pernas e indicou-me para massagear seus pés cansados da viagem, procurei fazer o melhor possível para aliviá-lo do stress originado pela longa distância percorrida para encontrar-me.

Em seguida ordenou-me que eu fosse tomar um banho. Eu ainda năo havia me acostumado e, por isso, quando Ele, já dentro do banheiro mandou que eu me despisse, ficando apenas de meia 3/4, enrubesci. Ele ficou ali parado, me olhando enquanto tirava a roupa. Assim que terminei me chamou, fez com que eu me sentasse no seu colo para entăo dizer: - Linda!!! Mexeu na minha bocetinha toda melecadinha por sinal, elogiou, já estava completamente excitada com os seus beijos. Quando mandou que eu me virasse de costas, sabia que ele iria gostar, pois adora a minha bundinha, rsrsrsrs.

Em seguida fui para o banho, ele ficou ali, o tempo todo observando. Năo comentou quase nada, somente observou que eu lavasse muito bem a buceta, pois ele estava ansioso para fazer a inspeçăo. Logo que sai do banho Dom Grisalho ordenou que eu me deitasse na cama com os braços e pernas bem abertos, pois iria verificar a minha depilaçăo. Aproximou-se com a pinça em punho. Olhou detalhadamente, năo encontrou nada, nenhum pelinho sequer, caprichei muito. Se existe uma coisa que meu Dono detesta săo pęlos. Parabenizou-me, mas percebi pela sua expressăo que ele queria muito ter usado a pinça. A técnica utilizada na inspeçăo era muito excitante, afinal, enquanto procurava algum pęlo, meu Senhor aproveitava para acariciar minha buceta, que nessa altura, continuava todinha molhada. Sabia que meu primeiro castigo estava por vir, dessa vez seriam tręs. Confesso que no último męs havia sido uma cadela desobediente e rebelde, estava, de fato merecendo e, por isso, quando ele ordenou que eu me deitasse sobre seu colo com o bumbum para cima năo hesitei. Confesso que adoro o spanking do meu Senhor, e quando ele começou a bater, o tesăo que já estava alto, deu um salto.

Inicialmente, meu Dono me daria 15 palmadas. As primeiras serviram para aquecer meu bumbum, porém, lá pela metade das quinze, a freqüęncia da pancada começou a me fazer sentir dor, eu arfava enquanto contava, e uma vez ou outra, errava a contagem, aumentando assim, o número de pancadas. Quanto mais doía, mais excitada eu ficava, e minha buceta já estava completamente molhada. Dom Grisalho, percebendo isso, fez com que eu ficasse de quatro, acariciou minha bunda, sentiu o calor advindo das palmadas, em seguida, sem dó, pegou um chinelo, bateu mais um pouco. O local a essa altura, já estava totalmente dolorido, e quando eu pensei que já estivesse acabando, ele pegou um cinto de couro, se aproximou, dando a primeira cintada. Gemi de dor, mas mantive a contagem. Mais uma - duas... Năo suportei e gritei. Nesse momento de forma irritadiça, meu Dono falou: NĂO QUERO OUVIR MAIS NENHUM RUIDO, ENGOLE A DOR CADELA!!! Se gemer ou gritar vai apanhar cada vez mais, ENTENDEU? Imediatamente, respondi: Sim Senhor, entendi... Depois disso ele bateu mais algumas vezes, sentia o couro do cinto machucando minha carne, mesmo a dor sendo grande, mantive o silęncio, pois sabia que se năo o obedecesse, o spanking năo acabaria tăo cedo. Ao final, quando olhei minha bunda e vi as marcas deixadas pelo meu Senhor, quase gozei. As marcas das măos e do cinto se misturavam, fazendo um lindo desenho. Depois disso, ele ordenou que eu me deitasse e esperasse de bruços sobre a cama. Foi até a mesa e pegou lá um chicote. Quando percebi as intençőes dele tremi, năo sabia o que fazer, afinal, já havia negociado que eu ainda năo estava preparada para receber os castigos provenientes de chicote.

Timidamente, quando ele se aproximou da cama perguntei: O que vai fazer com isso, Senhor? E ele, com um sorriso sarcástico respondeu: NĂO SABE O QUE EU VOU FAZER CADELA BURRA? Na mesma hora, lembrei das tolices que eu havia feito alguns dias atrás, de como tentara enganar meu Dono em năo dar-lhe a atençăo que sou devedora a Ele. Lembrando disso gelei e decidi que agüentaria qualquer coisa para me redimir perante meu Senhor. Ele ordenou que eu enfiasse o rosto no travesseiro e que năo emitisse um ruído sequer. Mesmo tomada pelo pânico obedeci, senti uma lágrima de medo molhar o travesseiro. Năo permiti que ele visse, afinal, năo queria parecer uma cadela medrosa. Ele estava me deixando maluca, meus dedos já estavam perdendo a circulaçăo de tanto que eu apertava o travesseiro, esperando a primeira chicotada, que ao final, năo veio. Ele estava apenas testando minha submissăo e até onde eu seria capaz de ir para satisfazę-lo. Agradeci por ter me comportado de acordo com as expectativas dele, pois sempre era recompensada de acordo. Meu Senhor é muito rígido, mas extremamente justo - o que faz com que eu o ame cada vez mais.

Depois de ter me beijado e acariciado, o semblante dele se transformou, senti que o primeiro castigo estava por vir, por isso, obedeci imediatamente quando ele ordenou que eu me encostasse-se a uma parede do quarto. E enquanto eu aguardava, ele começou a distribuir alguns prendedores sobre a cama. Pegou alguns deles e se aproximou. Depois disso começou a me lembrar todas as burradas que eu havia feito, de como eu era uma cadela vadia e de como merecia o castigo, ao passo que eu servilmente concordava com tudo. Senti o primeiro prendedor no lado direito do meu seio direito. Ele foi distribuindo calmamente os prendedores pelos meus seios. Enquanto os colocava ia falando, me lembrando da minha condiçăo de escrava e cadela. Deixou para o final os mamilos. Nesse momento, a dor já era intensa, tinha dez prendedores pendurados pelos meus seios. Enquanto eu ficava ali, parada, com os braços para trás, já suando frio devido ŕ dor, meu Senhor andava pelo quarto, voltou com mais um prendedor na măo, apenas um. Quando ele ordenou que eu colocasse a língua para fora năo acreditei, aquilo além de dolorido era muito humilhante. Ele, percebendo minha hesitaçăo falou: ANDA bianca!!! COLOCA LOGO ESSA LÍNGUA PARA FORA!!! Finalizou dizendo, com um riso no olhar: Năo vai doer nada, vocę vai ver... Imediatamente coloquei a língua para fora para receber o prendedor. Ŕ medida que o tempo ia passando o desconforto aumentava. O dia estava relativamente frio, e eu năo agüentava mais ficar ali, nua, com aqueles prendedores pelo corpo. Ele se afastou de mim e quando voltou, trazia nas măos um gancho, desses utilizados em açougues, confesso que me assustei. O quę será que ele faria com aquilo? Logo fiquei sabendo. Ele introduziu um aponta do gancho na argola de minha coleira, e com a outra saiu a me puxar pelo quarto. Maldosamente ria e perguntava: Năo queria passear com seu Dono Cadela? Imediatamente eu respondi: Sim, Senhor queria muito. ENTĂO ANDA CADELA!!!! E conforme eu ia andando, ele ia puxando o gancho para cima, me fazendo andar na ponta dos pés. Ele debochava da minha situaçăo e perguntava ironicamente: Por que está andando na ponta dos pés bianca? ANDE DIREITO SUA PUTA!!!! Mesmo com medo de ser ferida pelo gancho, voltava a colar os pés no chăo, para em seguida, ter que levantá-los novamente. Demos mais algumas voltas pelo quarto, até que ele resolveu me conduzir novamente ŕ parede. Assim que eu fiquei novamente na posiçăo de pernas abertas com os braços cruzados nas costas ele começou a retirar os prendedores, năo os apertava para retirar, apenas puxava. A dor era insuportável, principalmente quando o sangue voltava a circular pelo local.

Retirou todos, exceto o dos mamilos. Toda aquela situaçăo havia me deixado extremamente excitada. A humilhaçăo aliada ŕ dor fez com que eu gozasse ao simples toque dos dedos do meu Dono, que só queria testar a minha excitaçăo depois do castigo. Embora eu tivesse acabado de gozar, ainda estava muito excitada, por isso, quando o meu Senhor ordenou que eu voltasse para a cama e que ficasse de joelhos sobre a mesma com os braços para trás, seria capaz de fazer qualquer coisa. Por isso, quando ele veio com as cordas me mantive quieta. Ele amarrou meus pulsos e tornozelos, me deixando imobilizada com a bunda para cima. Nessa posiçăo meu Dono explorou meu corpo, tocou minha buceta, minha bunda, meu cuzinho... Eu já năo agüentava mais de tesăo, queria sentir seu pau dentro de mim, na minha boca, mas ele năo permitiu. De vez enquanto ele dizia alguma coisa, como: viu Bianca, minha cadelinha, viu como vocę é vadia? E esfregava mais minha buceta. Tá sentindo como a tua buceta fica molhada quando te amarro e humilho? Ao passo que eu respondia: Sim, Senhor... Sou muito puta, muito vadia mesmo... Quando eu já havia esquecido o desconforto das cordas e estava totalmente melada, ele puxou os prendedores dos mamilos, a dor foi fascinante, me fazendo gozar na mesma hora. Nesse momento, eu sinceramente achei que ele iria me comer, afinal, eu já havia gozado duas vezes e continuava louca de tesăo, ele também deveria estar sentindo o mesmo, porém, năo foi isso que aconteceu, eu teria que esperar um pouco mais pelo seu pau. Depois de me desamarrar, Ele me conduziu até uma cadeira de madeira. Mandou que eu me deitasse, dizendo que agora me aplicaria o segundo castigo. O fato de eu năo saber o que estaria por vir me deixou nervosa novamente, porém, ele logo me esclareceu o que aconteceria. Eu sentiria a cera quente da vela na minha pele. Antes de me vendar, meu Dono, bastante diligente me explicou que eu năo corria risco de queimaduras, que năo precisava me preocupar, enfim, quando ele terminou de me vendar, eu já estava completamente excitada outra vez. Logo nos primeiros pingos, descobri que aquilo passaria a ser um dos meus maiores fetiches, conforme ele ia pingando o meu tesăo ia aumentando e eu confesso, năo acreditei quando gozei, uma vez mais, apenas sentindo o toque do meu Dono aliado ŕ cera quente.

Dom Grisalho, vendo minha excitaçăo também năo se conteve, e eu exultei por dentro quando senti que ele dava seu pau excitado para mim, sua cadelinha vendada mamar. Deliciei-me passando a língua, lambendo, chupando aquele pau que tanta saudade me dava. Depois de ter pingado a cera por todo meu peito e abdômen, ele fez com que eu me virasse de costas, ficando de quatro para que pudesse pingar nas minhas costas e bumbum. Agora a sensaçăo era diferente e eu comecei a dar sinais de desconforto, pois o calor da cera parecia querer queimar meu traseiro bastante sensível devido ao spanking. Meu Dono năo admitiu minhas queixas, fazendo com que eu me calasse na hora. A queimaçăo provocada pela vela me enlouquecia, por isso, quando o senti me penetrando, năo resisti, gozei nas primeiras estocadas. Depois disso, meu Senhor me usou e muito, de todas as formas. Entre uma metida e outra, me colocava de quatro e me fazia arregaçar a buceta e a bunda, nessas horas, além de me lamber e me foder com os dedos, também forçava meu cuzinho deliciosamente, como a prepará-lo para o que viria depois. Chupou-me inteirinha, com sua língua sedenta esfregava minha buceta e ia em direçăo ao meu cuzinho. Assim meu Dono me comeu, e entre uma metida e outra, colocava seu pau duro, explodindo de tesăo na minha boca. Adoro a forma como ele fode minha boca, me deixando passar a língua pela cabeça, descendo de cima abaixo, primeiro vagarosamente, depois com força. Como que querendo me castigar, entre uma chupada e outra, ele metia o pau bem lá dentro da minha garganta, me fazendo engolir até o talo. Fez isso várias vezes, até que as lágrimas escorressem e que meu rosto estivesse completamente avermelhado. Quando percebia que eu estava sem ar ou engasgando tirava o pau todo babado e batia no meu rosto, para logo em seguida meter na minha buceta novamente, gozei duas vezes dessa forma e já năo agüentava mais ŕ vontade de sentir o gosto da sua porra. Queria muito que ele gozasse na minha boca. Como que lendo meus pensamentos, ele me tirou da cama com força, me fez ficar de joelhos no chăo para que eu pudesse voltar ao boquete. Depois de algum tempo ele afastou minha cabeça, fazendo com que eu me inclinasse, minha bunda estava bem empinada, e meu rosto quase alcançava o chăo. Comigo nessa posiçăo, com um dedo enterrado no meu cuzinho, enquanto eu beijava seus pés, meu Dono gozou, gozou muito. Quando o orgasmo veio, fez com que eu levantasse minha cabeça, para entăo, poder derramar todo o seu leite na minha cara de vadia.

Após esse momento me senti recompensada, feliz por saber que eu, uma mera escrava, brinquedinho do meu Senhor, podia dar-lhe tanto prazer. Depois de ter gozado ele pediu que eu ficasse imóvel por alguns instantes, pois ele iria fotografar meu rosto banhado de porra. Depois disso, tomamos um demorado banho de banheira, tomamos um vinho, conversamos algumas amenidades, enfim, matamos a saudade que tínhamos um do outro. Em alguns momentos sentia certa tristeza, pois sabia que o nosso tempo estava se esgotando, tínhamos poucas horas mais para ficarmos juntos. A nossa química era perfeita e depois de algum tempo ali, conversando e trocando caricias, voltamos a nos excitar. Dono ordenou que eu me sentasse na beirada da banheira, de pernas bem abertas. Assim, comigo ali, toda arregaçada, ele começou uma deliciosa siririca, esfregava minha buceta com maestria, me chamando de putinha safada, me deixando novamente molhada, porém, năo continuou por muito tempo, ordenou que eu continuasse, que deixasse ela bem molhada, pois meu terceiro castigo estava por vir. Fiquei ali, um pouco constrangida me masturbando para o meu Dono, que dentro da banheira, me observava avidamente.

Antes que eu pudesse gozar, saímos da banheira. Secamos-nos e voltamos para o quarto. Já no quarto Ele olhou fixamente para mim dizendo: tenho certeza que nunca mais irá esquecer sua coleira... Meu estômago gelou. Aquela altura, eu nem me lembrava mais que năo estava portando minha coleira. Sem que eu pudesse argumentar, fez com que eu me encaminhasse para a cama e amarrou minhas măos nas costas, colocou uma ballgag na minha boca e fez com que eu inclinasse o corpo para frente, até encostar o rosto no travesseiro. Comigo nessa posiçăo, começou a explorar meu corpo, mais especificamente meu rabinho. Lubrificando-o com KY, entremeando carinhos na xana com tapas na bunda. Quando percebi que aquilo năo permitia que eu engolisse a saliva e que, portanto em pouco tempo eu estaria babando, me senti extremamente excitada. Uma vez mais percebi que as situaçőes em que ele me colocava em posiçăo humilhante mexiam comigo. Meu Dono estava decidido, como castigo por eu ter esquecido minha coleira, iria me enrabar até eu năo agüentar mais, e ainda, para completar, eu năo iria poder me mexer nem gritar. O Senhor de mim sabe o quanto sou sensível para sexo anal, pois năo é algo que eu pratique com freqüęncia, mas a forma como ele estava acariciando meu rabinho e a baba escorrendo da minha boca, estavam me deixando cheia de tesăo. Ele sentiu com os dedos minha buceta molhada, e entăo năo esperou mais. Meu senhor ordenou que eu empinasse mais minha bunda, lambuzou mais um pouco meu cuzinho com o gel, enfiou um dedo e brincou um pouquinho ali, em seguida colocou seu cacete na minha bucetinha e brincou mais um pouquinho. Foi entăo que ele colocou devagarzinho no meu rabinho, comecei a rebolar enquanto ele me batia nas nádegas e me chamava de vadia, cadela, vagabunda. Ele batia pra valer, doía muito, e eu resmungava cada vez mais. Foi introduzindo aos poucos o seu caralho duro no meu rabo. Apesar de eu estar muito excitada e meu cu totalmente lubrificado, gemi de dor. Ŕ medida que ele ia metendo, a dor ia aumentando, e quanto mais eu gemia e tentava gritar, mais a baba escorria da minha boca, molhando completamente os lençóis. O tesăo dele também foi crescendo, e toda vez que eu tentava levantar a cabeça, ele a enfiava novamente no travesseiro. Em alguns momentos pensei que iria sufocar, mas ele estava sempre atento, deixando que eu levantasse a cabeça nesses momentos. Nesse ponto, ele tirou todo o pau do meu cu, e perguntava: - Vai esquecer de novo a Coleira sua Puta? Eu tentava responder, mas a ballgag em minha boca năo deixava, entăo ele metia sem dó todo seu caralho explodindo de tăo duro até o fundo do meu cu e tirava todo em seguida, e voltava a perguntar:- Vai esquecer a coleira que eu te dei Bianca safada, Vagabunda Boqueteira?...E tornava a socar o cacete inteiro no meu rabo. A essa altura, ele já estava socando meu cu com a toda a força, e aquela dor que eu senti no começo se transformou em um tesăo intenso, gostaria de estar com a boca livre para pedir que ele metesse mais, até o fundo, que me fizesse gozar gostoso com o pau enfiado no rabo. Enquanto ele apertava com força meu quadril e batia na minha bunda eu mexia gostosamente, aumentando o ritmo ao passo que o orgasmo se aproximava. Năo demorou e eu gozei mais uma vez loucamente, como uma cadela ensandecida. Quase chorei, pois o sufocamento da gag e a força de seu pau dentro de mim aliada ao orgasmo me tiraram as forças. Logo em seguida e urrando de prazer ele também gozou! Cuidadosamente ele retirou o pau ainda duro do meu ânus, me desamarrou e retirou a gag da minha boca. Sorriu ao ver o lençol lambuzado com a minha saliva...

Depois disso ficamos exaustos e meu Senhor decidiu que precisávamos descansar um pouco, tomamos um banho e nos deitamos, afinal dali a poucas horas teria que partir, deixando tudo aquilo para trás. Ficamos em silęncio por alguns instantes, ele pediu que eu me deitasse no seu braço. Nesse momento, apesar d’Ele nunca falar a cerca de sentimentos senti que nutria além do desejo de dominaçăo, carinho por mim... Ficamos ali, aproximadamente uma hora, falamos amenidades e ressonamos. Antes que eu partisse Dono me amou novamente, gozamos juntos dessa vez, fechando com chave-de-ouro nosso encontro perfeito.

Assim foi durante dois dias intensos, fui usada, abusada pelo meu DOM GRISALHO. Tudo que podíamos fazer, fizemos, eu completamente feliz, pois servi o melhor homem que conheci em toda minha vida. Precisávamos voltar para o mundo real, nos últimos instantes juntos, antes de partir, era necessário comer algo. Ele decidiu que faríamos isso na rua. Ele me levou e me alimentou. Durante a refeiçăo, trocávamos olhares furtivos e cúmplices um para o outro. Quando acabamos, meu coraçăo começou a apertar, năo permiti que ele percebesse. Tinha vontade de lhe dizer muitas coisas, principalmente como a nossa relaçăo estava mudando a minha vida, os meus conceitos e os meus sentimentos. Achei melhor calar, talvez um dia encontrasse a forma e o momento adequado de falar estas coisas ao meu Senhor, afinal, isso năo era o mais importante, o mais importante, para mim agora, é continuar servindo meu Dono e Senhor, sendo sua escrava e satisfazendo o seu menor desejo. Foi pensando nessas coisas que cheguei ao aeroporto, nos despedimos com um beijo demorado e a certeza de que outros encontros aconteceriam.

Partiu, fiquei cheia de saudade, já sabendo não nos veríamos tão cedo, mas com uma sensação de gratidão no coração. Acredito, ser esse o melhor momento na vida de uma cadela, quando ela percebe que mesmo o Dono não segurando a guia ela não quer ir a lugar algum onde ele não esteja, por isso, me sentindo uma cadela perdida, fiquei com enorme pesar, afinal para onde quer que eu estivesse voltando, meu Dono não estaria lá para me guiar...

Este Conto é Real, espero que tenham gostado. Vivido por bianca, serva de DOM GRISALHO.


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