Dancei depois do baile de formatura

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Homossexual
Data: 23/12/2010 08:09:49
Nota 10.00

Dancei depois do baile de formatura

Davi era assim. Às vezes eu achava que ele tava na minha, que ele ia até me beijar, e ele me procurava pra me comer dias seguidos, e às vezes ele se afastava e sumia como se tivesse se arrependido de me conhecer. Aquilo me enlouquecia de insegurança e medo de perder a rola rombuda dele. Mas era assim. E logo depois que minha Avó voltou de viagem ele começou a se afastar de novo. Eu fiquei chateada, claro, e até fiz a besteira de ligar pra ele, e quando a Mãe dele perguntou quem queria falar eu falei que era a Sheila, com minha voz naturalmente feminina, mas ela disse que ele não tava e acho até que foi melhor assim.

Mas eu tinha um alívio, que era contar pra todas as minhas amigas como tinha sido o primeiro gozo dando o rabo pro Davi. A coitada da Glorinha então, acho que teve de ouvir a história umas 419 vezes! Até mesmo pra minha Avó eu contei, mas não que tinha sido na cama dela.

Minha Avó entrou de cabeça na minha produçao para o baile de fim de ano da escola. Fomos numa casa de aluguel de roupas de festas lá no inicio da Barata Ribeiro, perto da Princesa Izabel, e lá ela teve verdadeiro cuidado de Mãe comigo. Ficamos uma tarde inteira lá, até que ela estivesse satisfeita. Ela já tinha idealizado um visual pra mim, e isso ajudou muito, senão ficaria perdida naquele mundo de cabides e araras. No final do dia eu tinha um terninho de risca de giz, com colete, bem feminino, combinado com uma blusa de cetin cor de pérola com babados grandes e chamativos, que saíam pra fora do decote do colete e pelos punhos das mangas, e que arrumava com o colarinho por cima do paletó. Era meio New Romantic, como se dizia na época,

Arrumamos ainda uma bota feminina que me cabia bem, de saltinho a meia altura, discreta mas rôxa, e uma bolsinha de mão rôxa, pra combinar. O vestuário tava perfeito, faltava saber o que fazer com o cabelo. Minha Avó tinha um cabeleireiro supercriativo na Viveiros de Castro, o Wander. Ele era uma figuraça!

Wander era loiro, bronzeado, alto, magro, uns 45 anos, e bichérrima. Perto dele eu era um estivador do cais do porto. Minha Avó já tinha falado de mim, e quando fomos no salão juntas foi aquele auê. Tinha ele e o Carlito, outro cabelereiro bicha, que me cercaram de conselhos, de papos bobos de futlidades, e muita coisa divertida. Wander sabia do visual andrógino que eu queria ter na festa, e deu a idéia de um penteado cacheado, quase todo preso, mas com cachos compridos caindo de um dos lados. De uns anos pra cá a mulherada toda gosta de cabelos lisos e chapinhas, e nem imaginam que nos anos 80 era o contrário. Eu, que tinha os cabelos superlisos, tinha que enrolar à beça pra fazer cachinhos.

Wander ainda deu a dica de comprar uma bijou que ele sabia onde tinha, que era uma gargantilha de fita de seda preta e camafeu, e um brinco de um só lado, o lado que o cabelo seria mais preso. Combinamos tudinho para o dia da festa, inclusive unhas rosa clarinhas e maquiagem bem pálida e dark, ficando uns dias sem tomar sol.

Dali até o baile eu vi muito pouco o Davi. Ele foi se distanciando de novo, mas agora eu sabia porque, pois ele ia levar a namoradinha na festa e tinha medo que eu fosse também. Aquilo me grilava, me deixa como dor de corninha, e mais ainda porque depois do que tinha acontecido na casa dele achava que ele deveria saber que podia confiar em mim. Nisso eu tava errada, mas só ia descobrir depois.

Dá pra fazer um resumão do baile. Me produzi toda, passei a tarde de sábado inteirinha dedicada a me arrumar, cabelo, maquiagem, bijous, e como a esperança é a última que morre, por baixo da camisa de babado e do colete eu coloquei meu espartilho, calcinha preta de rendinha, meias 7/8 pretas de rendinhas com ligas. Isso acentuava meu bumbum e quadris no terninho feminino, mas não distoou do visual geral andrógino que minha Avó tinha ajudado a compor.

No baile em si não dancei com ninguém, bebi geral, um pouco fofocando com amigas, e muito sozinha. Zanzei pra lá e prá cá pra ver se dava pra ter um flertezinho com o Davi, mas ele me evitou geral, nem quis passar perto de mim e, pior de tudo, a putinha da namorada virgem dele tava linda num longuete vermelho vinho, com um tomara-que-caia que acentuava seus peitões bonitos. Morri de inveja e bebi mais ainda. Fiquei de pilequinho bem antes do final da festa e a Ritinha escalou o Jabá, que tinha terminado com a namorada e não tava pegando ninguém na festa, pra me levar em casa. Acho que foi minha salvação, porque bêbada como tava arriscava fazer um barraco de bicha louca abandonada.

Lembro que no caminho do clube (acho que foi no Sesc Copacabana mesmo) pra casa o Jabá me levava pelo braço mas com gentileza, aturando meus choramingos pelo Davi. Quando chegamos na porta do prédio eu já tava mais consciente, porque a subida da escadaria tinha ajudado a passar a bebedeira, mas eu fingi que não conseguia andar e subir escadas, pra ele me levar até o quartinho. Ele tava de boa vontade mesmo, e não acho (que merda!) que quisesse se aproveitar de mim. Eu é que já, ainda meio bebinha, queria curar minha dor de corninha me aproveitando dele!

Na subida pra casa eu lembro que fiquei molinha, e me escorando nele, tentando esfregar minhas coxonas no seu pau. Ele, meio constrangido, queria me deixar na porta e fugir, mas eu também fingi que não acertava a chave na porta, e ele abriu a porta da área. Meio que empurrei ele pra dentro, falando que ele tinha dito que tava morrendo de vontade de mijar, e ele foi pro banheiro se aliviar. Aproveitei o tempo e rapidinha tirei as botas e as calças. Já tinha tirado o paletó no caminho, e fiquei de blusa cheia de fru-frus e colete, por cima do espartilho, aparecendo minhas calcinhas de rendinhas, as ligas e as meias. Quando escutei ele saindo do banheirinho eu já tava de quatro com meu rabão apontado pra porta do quartinho, e chamei ele.

Jabá veio, e ficou curtindo a vista, da porta, olhando meu rabão branco emoldurado pelas meias e ligas pretas, meio sem saber o que fazer. Comecei a rebolar devagarinho e com a mais dengosa voz de cachorra que podia fazer perguntei a ele: "Meu rabo é feio, Jabá? Dá pro Davi não querer comer mais o meu rabinho?" "Ele é maluco se não quiser te comer mais, Nandinho!" "Você acha mesmo? Você gosta do meu rabo?" "Olha, Nandinho, eu tenho um primo que gosta muito de comer viado, e ele diz que é muito bom, então dever ser, né?" "Você não quer provar, Jabá? Aí você me diz se o Davi vai querer me dispensar ou não!" "Porra, Nandinho, para de provocar, que não quero confusão pro meu lado".

Naquela hora eu tinha que tomar uma atitude, e sabia, pelo tom de voz, que o Jabá ia querer me comer, mas tinha que agir rápido pra ele não pensar muito. Pulei da cama e sentei nela na beirada dos pés. Olhei pra ele, peguei sua calça pela cintura e puxei pra mim. Já com cara de cínico o Jabá perguntou: "O que que você vai fazer, Nandinho?" E eu, enquanto apalpava a pica ainda meio mole dele, por cima da calça social, respondi "Pára de me chamar de Nandinho! Meu nome é Sheila, e sou BO-NE-CA!!"

Abri cinto e calça rápido, do jeito que gosto, e puxei a cueca um pouco pra baixo com uma mão, enquanto pegava naquela linguiça calabresa escura com a outra. Tinha um cheiro de macho mais forte do que o do Davi, e o cheiro de mijo também era mais forte, um pouco desagradável, ainda com umas gotinhas na ponta das peles, mas eu não tava nem aí. Tava a meia bomba, e o prepúcio cobria toda a cabeça, como se tivesse fimose, mas quando arregacei, ainda meio mole mesmo, veio fácil, e o cheiro forte de rola superou todos os outros.

Não fiquei punhetando muito, caí logo de boca no pau do Jabá, que terminou de ficar duro na minha boca gulosa. Fazia uns 10 dias que eu não via rola, e tava bem carente. Depois de completamente duro eu não conseguia botar todo na boca, como conseguia com o Davi. O pau do Davi era mais grosso, e me abria a goela mais do que o do Jabá, mas o do Jabá era mais fino mas mais comprido, e indo mais fundo na garganta não me deixava engolir todo. Mas não era muito grande. Devia ter uns 18 cm. Eu é que ainda não era craque em abrir muito a goela.

Fiquei abocanhando o pau, engolindo e tirando, lambendo a cabeçona, enquanto fazia carinhos nos pentelhos em forma de molinhas do saco preto dele, e passei a babar muito. Jabá não falava nada, nem gemia, só me fazendo uns carinhos na cabeça, que eu adorei. Parei um pouco com a mamação e fiquei punhetando de leve ele, e perguntei, com vozinha inocente: "Você acha que eu chupo direitinho, Jabá? Acha que o Davi gosta de botar a rola na minha boquinha?" E o Jabá só ria e concordava com uns "Ahãm". Passei a lamber o pau todo, de baixo pra cima, várias vezes, e já tinha babado tanto que sentia o gosto e o cheiro fortes dele misturado com o da minha saliva, o que me dava mais tesão. "Jabá, você acha que eu chupo um pau tão bem quanto uma garota?" E ele só no "ahãm".

Enquanto voltava a mamar a rola, fui tirando o colete e depois a camisa, ficando só de espartilho, sem tirar o pau dele da boca. Quando terminei de tirar a blusa, parei de chupar um pouco e virei as abas do espartilho pelo avesso, pra baixo, expondo meus peitinhos de moça. As pílulas e meus hormônios femininos normais já tinham feito meus peitos ficarem pontudos, por essa época. Toda a área mais roxa das minhas auréolas era um cone pontudo, que terminava nos mamilos, pequenininhos mas durinhos e sensíveis. Babei as mãos e fiquei passando nos dois peitinhos e olhei pra ele com cara pidona, perguntando: "Olha meus peitinhos, Jabá. Olha só! Não parecem de mocinha? Não mereço que o Davi me chame de Sheila?"

A expressão do rosto do Jabá mudou. Ele até agora tinha uma cara cínica, divertida, com tudo o que tava acontecendo, mas vendo meus peitinhos superpontudos ele começou a me olhar com fome. Aquilo era a melhor resposta que ele podia me dar, e me empinei um pouquinho, sentada, pra poder alcançar o pau dele, e fique passando a cabeça do pau babado ora num mamilo, ora no outro, e babando os dois mais ainda pra ficar sempre gostosos na rola dele.

Mamei mais um pouquinho, mas parei de chupar de vez e me levantei, ainda segurando e punhetando o pau dele, e perguntei se ele me fazia um favor. Ele disse que sim, e eu pedi bem assim: "Jabá, mete em mim e me come direitinho, até eu gozar, pra você me dizer se o Davi gosta de me comer ou não?" Ele de novo respondeu que sim, quase com indiferença, e me virei pra pegar meu potinho de vaselina, enquanto o Jabá tirava a roupa.

De costas pro Jabá, com a mão direita escorando no armário e a perna esquerda arreganhada, pisando na cama, comecei a vaselinar meu rabo. Ele, vendo aquilo, começou a me ajudar, e logo enfiava um dedo duro e grande, quase inteiro, no meu rabinho. Aquilo doía, mas eu não ia passar recibo de dor só por cause de um dedo. Fugi logo pra cima da cama, e fiquei de 4, esperando a dor maior. Ainda olhei por cima do ombro e falei: "Olha, Jabá, olha meu rabinho carente de pica! Como é que o Davi não veio me comer hoje?"

O Jabá se ajoelhou entre minhas pernas, apontou sua rola magra pro meu cu, e foi metendo como se fosse uma boceta molhada. Acho que ele nunca tinha comido um cu. Doeu pra caralho, e eu tive que fazer muita força pra me controlar e não sair da reta. Fiquei só nos "ais" e "uis" por um bom tempo. Só depois de uns 5 minutos de bombadas dele, que iam fundo no meu cu, é que a dor foi sumindo e comecei a rebolar que nem a vadia que sou. O Jabá se animou com aquilo, e pela primeira vez, além dos gemidos, me perguntou se tava bom. "Ai, que bom, Jabá! Que pau gostoso!" Eu não achava tão gostoso assim. Na verdade, eu ainda não tinha aprendido a ter prazer de verdade dando o rabo, mas fiquei animando ele com coisas assim, e ele entrou na pilha e falou que ia me comer melhor do que o Davi.

Naquela hora me senti vingada. Sabia que o Davi ia viajar com a família até as festas de fim de ano, logo depois do baile, e achei muita sacanagem ele ter se afastado assim e me ter ignorado por completo. E tinha o ciúme daquela patricinha putona. Quando o Jabá falou aquilo me realizei, achando que tava corneando o Davi. Passei a rir e rebolar mais forte ainda, requebrando junto com os movimento de vai e vem dele, e aquilo ficou mais gostoso, e mais animal.

Jabá foi acelerando, metendo rápido e fundo, mas sem aumentar a força, até que, gemendo um "ai" agudo, encheu meu cuzinho de porra. Dessa vez não é figura de linguagem não. Ele realmente encheu meu cu de porra. Era tanta que começou a pingar do meu rabo na cama ainda com ele dentro, nas últimas bombadas. Ele tirou logo de mim, e o pau, quando saiu, fez um barulho de gosma, quase como se eu tivesse soltado um pum molhado. Era a porra se liberando, e descendo em enxurrada pelas minhas nádegas e coxas, me presenteando com aquele perfume de essência de macho, por eu ter dado prazer pra ele.

Me virei na cama, sentando de lado, com as pernas bem fechadinhas sentindo o resto de porra escorrer, e ainda abocanhei o pau dele, sorvendo todo o restinho de porra que tinha ficado, e deixando ele o mais limpinho que pude. Depois parei, sentei ao lado e fiquei olhando risonha, satisfeita, pra cara dele. Ele me perguntou porque eu não tinha gozado, e aquilo foi tão novo pra mim que fiquei sem ação.

Jabá se arrumou rapidinho, e disse que eu tava entregue, e que ele podia ir dormir em casa. Ainda servi água pra ele, e ele ainda tirou um sarro de mim, dizendo que quem ia gostar do meu rabo era o primo dele, e perguntando se podia nos apresentar. Eu levei na brincadeira e me despedi. Fechei a porta, tirei o espartilho que tava toda ardida dele, de novo, tomei um banho, choraminguei um pouquinho a falta do Davi, mas me punhetei lembrando do Jabá me comendo, e sentindo ainda o cu arder, e dormi.

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