A melhor suruba da minha vida

Um conto erótico de Alvinho
Categoria: Grupal
Data: 07/12/2009 16:49:47
Última revisão: 21/10/2010 18:23:37
Nota 8.67

Olá amigos, vou contar para vocês com detalhes uma aventura que com certeza foi a melhor noite da minha vida.

Eu tinha 25 anos e trabalhava num escritório de vendas de alimentos, quando fui enviado pela matriz para dar uma geral numa unidade de distribuição no interior do estado, com cerca de 40 funcionários, entre vendedores, financeiro, motoristas, contabilidade e etc...

Como iria passar pelo menos uns 6 a 8 meses, a empresa me deu uma ajuda de custo complementar ao meu salário e aluguei um apêzinho bacana e tambem um carro de locadora para me locomover.

Lá fiz muitos amigos, pois já no começo era convidado para me enturmar e sempre dava umas voltas com a galera. Como eu era solteiro, me vestia bem e tenho uma boa pinta, eu era bastante admirado pelas meninas da empresa e também da cidade, pois eu era o “cara” que tinha chegado de fora, tinha carrão e todo mundo sabia que eu ganhava bem para os padrões da região.

Eu evitei entrar de cabeça na gandaia, pois eu não sabia onde estava me metendo. Fui contornando alguns convites para sair e aos poucos fui conhecendo as pessoas e definindo quem era quem na história. Comecei a perceber afinidades em alguns e logo descobri quem seriam os meus amigos de verdade e quem estava só a fim de se aproveitar da fama de ser amigão do novato.

Desta lista ficaram uns caras legais casados que me chamavam para uns churrascos em suas casas e também uma turminha de garotas do administrativo. Todas elas eram solteiras, não gostavam muito de festas e tinham aversão as farras e as festas que a galera do comercial fazia.

Eu sempre dava carona a elas, ou melhor, as três, a Sandra, a Flávia e a Michelle, e esta passou a ser minha turminha de almoço, sentávamos juntos e passamos a sair os quatro para jantar ou bebericar.

A Flávia era a mais atirada e a mais feinha do grupo, era meio gordinha, cabelos curtos e sempre pintados de um vermelho escuro, tinha umas espinhas no rosto e um jeitinho manhoso de falar. Mas era a mais desbocada e quase todos os convites feitos para mim, era ela a porta voz. Mesmo cheinha, tinha peitos pequenos, mas uma bunda enorme. Aliás, este era o seu maior trunfo, pois todos comentavam do rabão da gordinha. Ela era recém separada, o ex-marido tinha ido embora para Fortaleza e ela no momento morava numa quitinete, num predio que até cheguei a visitar quando cheguei para procurar local para morar.

A Sandra era a mais tímida, era loura falsa, sua voz era rouca e muito provocante, ela vinha de um noivado conturbado e em conversas comigo contou que já até estava decidida a acabar o relacionamento. Ela tinha um jeito mais reservado, mas quando bebia comigo e as meninas adorava soltar umas tiradas picantes e às vezes me olhava como se fosse me comer. Era bem magrinha, seios pequenos percebidos nitidamente, pois quase nunca usava sutiã, pernas longas e belíssimas devido a ginástica, usava um óculos de armação grossa, sempre bem maquiada e adorava usar roupas coloridas, justas e decotadas. Como era da região mesmo, morava com os pais numa casa próxima do meu prédio.

E tinha a Michelle. A baixinha era a mais gostosa das três. Baixinha, moreninha jambo, cabelos cacheados cortados nos ombros, pequena, mas tudo no tamanho certo, seios médios, redondos e suculentos, uma bundinha empinada na medida certa. Ela era de Natal - RN, então dividia um apartamento com mais duas amigas e mesmo sendo a mais boazuda, sempre usava blusas largas e frouxas, e não ligava muito para se arrumar.

Notei também, às vezes, umas cantadas de leve por parte delas, mas nada muito explicito e estas insinuações passaram a ser uma rotina, principalmente por parte da Flávia, que chegou até rolar um boato na firma que eu estava comendo ela. Entre nós quatro não tínhamos segredos e isto era contornado na base da putaria onde comentávamos:

- Oi Flávia, e se a gente tivesse saindo mesmo, onde estaríamos? O seu apartamento é pequeno, e ai?

E rolava aquela risadagem de todas, e eu adorava aquele clima picante que surgia em nossos encontros, as vezes em companhia das colegas de apartamento da Michelle.

Nossa amizade começou a dar no que falar, eu durante o dia eu mantinha a seriedade, mas depois do expediente nós quatro estávamos sempre juntos e sempre as pegava em casa para sair e sempre as elogiava, dizia como estavam cheirosas, dava abraço e beijinhos, e de vez em quando mandava um emailzinho picante.

Elas faziam a parte delas, fingindo terem ciúmes de mim por causa das "piriguetes" da firma e soltavam elogios quando estávamos a sós. Como dizia uma amiga, eu as provocava, mas não dava “trela”. E desta forma convivemos durante quase dois meses.

O lado ruim desta aproximação foi que quase não consegui catar nenhuma mina na cidade pois sempre eu sempre estava com uma delas e isso queimava meu filme. Pra ser sincero nos primeiros meses só comi duas garotas, uma recepcionista da firma (putinha mesmo) e comi uma vizinha minha (que conto em outro conto como foi).

Mas a história começa agora. Num happy hour com a turma, a Michelle, que sempre foi que menos me atiçava, já meio alta, veio se chegando para o meu lado. A Sandra que estava conosco, a ficou censurando e logo pediu licença e a levou para fora. Ela disse que eu era besta e que se eu não tinha pego mulher ainda era porque eu não queria e até ela estava na fila para me pegar e que no vestiário era só o que falavam.

Eu fiquei muito excitado com a notícia juro que se eu soubesse que ela queria tanto eu tinta dado preferência, mas fiquei também preocupado pelo estado dela, propus as meninas que levássemos ela para casa pois ela já estava alta. Chamamos a Flávia e saímos da festa, já no carro a Flávia disse que era bobagem pois ninguém estava bêbado e propôs uma parada em seu AP para uma farrinha a quatro, Sandra topou na hora e Michelle também mas disse que teria que passar na casa dela antes das 11 para deixar a chave com uma das amigas e aproveitaria par pegar uns petiscos e mais bebida.

E assim começou minha jornada aquela noite, ainda eram umas 07:30 e nada parecia indicar o que tinha por vir. Já na chegada com todas com no mínimo cinco choppinhos na cabeça, ou mais, abrimos um espumante e brindamos aquela amizade. Brincamos que era réveillon e nos abraçamos e beijamos, e nesta hora rolou sem querer um beijo na boca de Sandra. Todos rimos e Michelle brigou querendo um beijo também, desta vez não foi sem querer e me abraçou num beijo mui caliente. Meu pau já começava a dar sinais de vida, eu aproveitei para tirar umas casquinhas, quando acabei olhei para as outras duas boquiabertas e perguntei a Flavinha se ela também não queria um beijo de feliz ano novo, as outras insistiram e dei um beijo de leve na boca da Flávia que me abraçou de um jeito muito provocante, a Michelle se empolgou e agarrou a Sandra dando um selinho nela o que provocou uma gritaria e algazarra.

Passada a farrinha dos beijos, abrimos um whisky que encontramos escondido nas coisas da Flávia e misturamos com uns Red Bull que trouxemos do barzinho. Ela não tinha sofá, apenas um tapete com almofadas, sentamos no chão e decidimos contar nossos segredos amorosos e sexuais. A conversa estava ficando apimentadissima e numas das revelações de Sandra ela se abaixou com vergonha no meu colo, mas esbarrou o rosto na minha rola dura. Ela não se conteve e comentou alto:

- Uau! Tem gente aqui que já em ponto de bala, hein Alvinho?

A Flávia que estava do meu outro lado ficou sem entender e pousou a mão de leve no meu colo e nesta hora que meu cacete pulsou mesmo, ela chega levou um susto dando um gritinho. A Michelle que tinha se transformado aquela noite disse que queria pegar também e deu uma pegada pra valer, sentindo todo o volume e rigidez do membro naquela hora. Ela somente disse:

- Putz! O negócio está esquentando aqui hoje, e virou o que sobrara de seu copo de vez.

Elas se entreolharam como se tramassem algo e a Flávia veio com esta:

- E se a gente resolvesse atacar o Alvinho hoje, hein galera?

Nisto em tom de brincadeira, eu pulei no tapete e as três pularam em cima de mim, foram tirando meu tênis e puxando minha camisa, Sandra foi mais além e me deu um beijo de língua muito gostoso, pena que não pude me concentrar pois nesta hora Flávia tentava tirar meu cinto e a Michelle puxava sem forças para tirar minha calça. Eu abracei a Sandra e alisei seu rosto e seus cabelos sorrindo retribuindo o beijo. Quando a Flávia resolveu desabotoar minha calça o que deixaria livre para a Michelle tirar eu revidei e puxei a blusa dela que estava por dentro da calça e ainda conseguir revelar uma pontinha do sutiã branquinho, com espuma que usava.

Aquilo estava uma beleza. Eu já sem sapatos, sem o cinto e com a camisa toda amarrotada. A Flávia e a Sandra deram uma trégua e a Michelle descontrolada veio tentar desabotoar minha calça. Como ela estava de miniblusa, não tive trabalho em levantar sua blusinha e mostrar um sutiã bege, meia taça que mostrava parte de suas aureolas escuras e revelavam um estado de excitação devido aos biquinhos bem marcados. Esta brincadeira ficara melhor, sentis os biquinhos dos peitos da Michelle, minha gostosinha, enquanto ela conseguia desabotoar minha calça quase levando junto minha cueca.

Ela desceu para arriar minha calça, com a ajuda da Flávia e aproveitei e puxei para cima tirando completamente sua blusa. A Sandra tentou defender a amiga segurando meus braços, aproveitei a putaria e enfiei a mão por dentro do decote de sua blusinha sentido os seus peitinhos e tocando de leve o mamilo esquerdo dela, com o toque ela me soltou e todas correram. Me deixando no chão da sala, só e cueca e camiseta. Meu pau armando a barraca, e eu no meio daquelas meninas sapecas, a Michelle só de sutiã, se cobrindo com minha calça. Notei o interruptor ao lado de onde estaca e então apaguei a luz, já partindo em direção a Michelle para recuperar minha calça. Nesta hora peguei a calça e joguei no canto e como estávamos todos no escuro, me aproveitei e a beijei e puxando um mamilo para fora do sutiã, lambi seu biquinho e desabotoei sua calça em meio a almofadadas da Sandra e percebo a Flávia puxando minha cueca.

Como isso me desequilibrou, caímos juntos no tapete e enquanto ela tentava me deixar pelado, subi sua blusa e apertei os seus peitinhos, que percebi serem molinhos e estarem folgados no sutiã.Dei um beijo de língua, e consegui ouvir mesmo em meio a tanta gritaria e a musica que tocava ela me chamando de safado.

Ela segurou minha camisa para tirar e eu segurei a dela e tiramos um a blusa do outro quase sem forças de tanto rir. A luz aparece. A cena, estava eu com o pau aparecendo, subi minha cueca, a Michelle ajeita os peitos dentro do sutiã e a Flávia já sem blusa, também se recompõe, a única que ainda estava de blusa era a Sandra, eu ameacei isto a ela e então ela começa a fugir de mim e se esconder atrás da Flávia, mas a Michelle me ajuda e arrancamos a blusa dela, mostrando dois peitinhos pequenos, bicudinhos de mamilos pequenos de cor marrom claro, que dei uma passada de mão ela deu um grito e se cobriu sentando no canto da sala, dizendo que ai era sacanagem. E fez bico, ameaçando sair da brincadeira

Aproveitei a proximidade e agarrei a Michelle, essa eu gostava de agarrar, tentei tirar sua calça, sua calcinha era preta e bem comportada, quase um shortinho e sua calça mais folgada permitiu tirar sem trabalho, ela foi se agachando e travou a calça já abaixo dos joelhos. Então aproveitei o descuido e desataquei o seu sutiã e puxei mostrando os seus peitos. Lindos, redondinhos, os bicos enrugados e escuros, uma marquinha de biquíni já fraquinha deixava os seios um tom mais claro que sua pele morena, em dúvidas era um belo par de tetas.

Quando ela por reflexo cobriu os peitos caiu de lado no tapete, a Flávia aparece e ajuda a tirar sua calça, ela correu e ficou do lado da Sandra, as duas somente de calcinha.

Olhei para as duas agachadas, com os peitos cobertos apenas pelas mãos. Então me virei para a Flávia e disse que agora era a vez dela. Ela correu para dentro do quarto dela e ameaçou se trancar, as duas vieram me ajudar e conseguimos romper a porta e em cima de sua cama, no quarto em penumbra tiramos sua calça, deixando-a somente com uma calcinha bege enorme, e continuei o ataque, quando eu estava tirando seu sutiã, percebi que ela não resistia, dei mais um beijo nela, que foi respondido com um carinho nos meus cabelos e dei uma chupada nos seus peitinhos, os peitinhos dela eram pequenos, molinhos, meio caídos e tinham grandes bicos rosados, me deliciei alguns segundos até sentir minha cueca ser puxada pela Sandra que estava logo atrás de mim. Não ofereci resistência, e a esta altura do campeonato nada mais adiantava.

Então eu tranquilamente já totalmente pelado, caminhei até ela que cobria os peitos, vi que a Michelle colocava mais uma dose e já nem ligava de estar só de calcinha. Segurei seus pulsos e afastando os de seu corpo me deram a visão livre de seus peitinhos, ela fechou os olhos de vergonha e eu a encostei na parede e Lambi seus biquinhos, os peitos eram bem afastados e dava para ver os ossinhos do seu peito. Lambi também o espaço entre os seios e a jogando no chão pude enquanto a beijava e alisava seus peitinhos, tirei sua calça e já enfiei a mão dentro de sua calcinha. Ela resistiu um pouco e confessou baixinho que queria estar ali a sós comigo. Prometi que lhe daria esta chance e ganhei um beijo demorado dela. Ouvimos gritos de protesto ao nosso beijo e quando levantei a Flávia e a Michelle estava nos vendo de cima da cama, cobertas por um edredom.

Fui na onda e entrei por baixo do edredom, me deitei entre as duas, senti logo a Flávia apoiando a mão no meu peito e e ficou me dando beijos no pescoço e percebo uma mão mexendo no meu pinto, era Michelle, não fiz alarde e retribui alisando sua bunda por dentro da calcinha preta dela. Sua bunda era show, durinha, redondinha, com uma leve penugem. Flávia alisava meu peito e barriga e logo as mãos delas se encontraram no meu pau. Ganhei uma punheta dupla. Resolvi investir também na Flavinha e me ajeitei deixando meus braços livres para explorar as bucetinhas das duas. A calcinha da Flavia era bem justa e não permitia que eu avançasse e ela mesmo afastou um pouco para eu tocar nela, ela nesta hora deixou a missão da punheta para a Michelle que alisava meus testículos de um jeito que eu não conseguia me concentrar direito. Michelle desceu por baixo do cobertor e colocou meu pau na boca, eu não acreditava no que estava acontecendo.

Flávia me deu os peitos para chupar e ficou ela mesmo se acariciando. Não resisti e gozei na boca de Michelle anunciando a Flávia que estava gozando, aquilo foi inesquecível. Quando a Michelle saiu de baixo do edredom estava com os cabelos todos melecados. E quebrou toda o clima dizendo que tinha que ir embora pois já eram 10:30. Flávia reclamou:

- Foda-se tua amiga, Alvinho não sai daqui agora nem por decreto!

Bradou a gordinha, que já se derretia num orgasmo no meu lado.Terminei com a Flávia e dei um beijo gostoso nela, e também beijei a Michelle sentindo o gostinho de minha porra nela.

O clima esfriou um pouco. A Sandrinha tinha colocado a blusa de novo e perguntou se eu poderia levá-la para casa, eu disse que ia levar a Michelle e que na volta passava para tomar a saideira lá e levaria ela. Eu apenas coloquei a calça sem a cueca, coloquei a camisa e calcei o tênis só por cima como um chinelo e dei um beijo na Flávia pedindo para ela me esperar.

Descemos as escadas, e ela estava furiosa por ter que parar a noitada por que a amiga tinha esquecido a chave com ela. Em dois minutos estávamos lá. Ela disse que não ia voltar e que ia aproveitar para tomar banho antes das colegas chegarem da faculdade, a levei até o seu ap e agradeci pelo momento único que ela tinha me proporcionado e garanti que iria retribuir a sós o orgasmo. Aquilo acendeu nela de novo a chama e olhando no relógio disse para nos apressar que ainda teríamos um tempinho.

Tirou de novo a blusa, o sutiã tinha ficada na casa da Flávia, arrancou a calça e calcinha juntas, mostrando uma bucetinha bem depilada e com lábios salientes e avermelhados, lambi aqueles beiçinhos adocicados e ela disse querer ir logo aos finalmentes.

Sentei na cadeira da copa e ela veio por cima, a sua bucetinha estava molhadissima, chegava a fazer barulho enquanto metia. Eu chupava aqueles dois peitos fabulosos e ela subia e descia no meu pau, enquanto passava o dedo no grelinho, e em menos de 5 minutos ela gozou em cima de mim se arriando, confessando que desde que me conheceu que queria me pegar, e infelizmente antes de eu gozar, ouvimos a campainha e ela correu para o quarto. Me ajeitei o mais rápido e atendi a porta cumprimentando as meninas e me despedindo, mas não tinha como disfarçar o que tinha acontecido.

Voltei ao quitinete e encontrei um clima meio deprê. Sandra estava vestida com um short emprestado (que estava bastante folgado) e a Flávia tinha até tomado banho e estava de camisola e diziam estar sem jeito pelo que fizeram. Eu abracei as duas dizendo que elas tinham me proporcionado a melhor noite da minha vida. Beijei a boca da Flávia, e na hora de beijar a Sandra ela virou o rosto. Disse que ia embora e me ofereci para levá-la. Ao me despedir da Flávia ela me cochichou que estava doida para terminar o que tínhamos começado e desta vez a sós, eu pedi que ela me esperasse.

Ao descer, a Sandrinha já estava dentro do carro, olhar fixo e com uma cara de que tinha feito bobagem, antes de ligar o carro perguntei o que era, e ela respondeu ter perdido a cabeça:

- onde já se viu, a gente ficar pelado na frente do outro...e as meninas... nunca fizemos isto.

Confessou estar louca por mim, que daria tudo para uma noite comigo, que já tinha se insinuado antes e que eu era besta demais se não pegasse ela, mas não naquela esculhambação que estavam. Acrescentou que estava morrendo de vergonha das meninas e principalmente da Michelle que não tinha tanta aproximação quanto a Flavinha. E que ela por ser a mais magrinha e quieta não iria ter vez na agenda. A calei com um beijo que foi retribuído com outro muito mais forte me puxando para cima dela. Recomeçamos as carícias e toquei de leve seu peitinho.

- Pare! Me leve para casa!

Disse enfaticamente a magrinha. A área que ela morava era bem arborizada e numa cidade de interior, não se ver uma alma na rua após as 11 da noite, meu carro praticamente se perdeu entre as sombras das árvores e aproveitando os vidros escurecidos na despedida roubei um beijo que virou um sarro bem legal. Ela sentou no meu colo e deixou que eu levantasse a sua blusa e acariciasse os seios. Desci e comecei a chupar aqueles peitos minúsculos, mas firmes e durinhos. Ela olhou para os lados e disse estar louca mas queria muito aquilo.

Se ajeitou no carro e tirou o short e a calcinha, e disse me querer muito aquela noite, e (coitada) queria ser a primeira das três a me pegar. Abriu meu zíper e sem nenhuma preliminar enfiou meu pau já cansado naquela bucetinha que nem pude apreciar direito. Eu chupava e apertava seus peitinhos, mordia os seus biquinhos, e ela se apertava entre o meu corpo o volante do carro.

Abaixei o banco do carro e ela começou a cavalgar no meu cacete. Eu estava fervendo de tesão pela Michelle e a bebida me fizeram gozar bem rápido e isto só permitiu uma foda de uns 10 minutos, até ela me apertar meus braços e anunciar que estava gozando. Ela era tão tímida que ainda durante o gozo, me pedia para não contar a ninguém daquilo e que o que eu pedisse ela me dava. Ela ainda rebolou um pouco e acabei gozando também, ela somente saiu de cima e deixou eu gozar em cima dela, melando sua blusa e o banco do carro.

Neste momento, passou um carro pela esquina, e o farol nos lembrou que estávamos no meio da rua. Ela se recompôs, e me deu um beijo de língua demorado dizendo que me queria só para ela. Entrou portão a dentro.

Demorei uns minutos para me recompor e cair na real, me lembrei da Flavinha, olhei no relógio do carro que marcava 12:40. Voltei ao ap da Flávia e ao parar na frente vi logo sua luz da sala se acender.

Ela desceu para abrir, pois disse não querer que eu buzinasse tão tarde, me recebeu com um beijo, forma que até um dia antes não aceitaríamos tão naturalmente, e ela me perguntou sobre a demora para deixar a Sandra, disse que ela tinha caído na real da bobagem que tinham feito e fui consolá-la.

- Bobagem nada! A bobinha aproveitou bastante as pegadinhas e beijinhos que você deu. Ou você acha que não percebemos o que vocês faziam quando estavam lutando no tapete para tirar a roupa dela?

Eu tinha a noite toda com Flávia, e fomos tomar banho juntos. Ela assim como as outras confessou querer aquilo a muito tempo mas eu nunca percebia as indiretas, mas que naquela noite eu iria ser dela, antes das outras (Outra bobinha). Pude ver a gordinha totalmente pelada, sua bucetinha era grande e gorda, com pelos bem aparados. Não tinha muita barriga, mais tinha uma cintura com dobrinhas e a famosa e gigantesca bunda.

O seu banheiro era pequeno, o que forçava que eu ficasse sempre espremido entre ela e a parede. Depois de me lavar todo, chupava seus peitos e dedilhava sua xoxota, até fazê-la se amolecer e gozar se escorando na parede do box para não cair.

Fomos para cama molhados do banho e cai de boca em sua buceta. Estava molhada do banho e de tesão. A buceta era enorme e suculenta.Chupei muito enquanto ela disse estar fula de ciúmes de mim com a Michelle, quando ela me chupava e que tinha percebido que a baixinha estava para me dar. Disse, entre gemidos que desde que seu casamento acabou o único cara que ela quis ficar foi comigo e então perdeu a fala num gozo que pude sentir, pelo melzinho que brotava de sua vagina.

Eu já estava recuperado das gozadas anteriores e pude partir para um ataque mais caprichoso. A coloquei de quatro e coloquei devargarzinho meu pau na buceta dela. Era um pouco folgada e saia direto, aproveitei o estado de álcool que ela ainda se encontrava e forcei o dedo no cuzinho dela. Ela me chamou de safado, mas não censurou.

Entendi a deixa e tirei meu pau e forcei a entrada no cuzinho da gordinha. Ela, murmurava que eu ia acabar com ela daquele jeito e segurando na grade de sua cama, que rangia muito com a sessão de trepadas, fui avançando, prega a prega no meio daquele rabão. A bunda da Flávia era o sonho de consumo de todos os motoristas e vendedores e eu estava ali. Fudendo o buraquinho dela. Quando enfiei o que pude, pois devido a bunda grande eu não enfiei tudo. Comecei ao vai e vem. Os peitinhos pendurados dela balançavam no compasso das metidas que dava no seu rabicó e eu estava animado o quanto estava agüentado antes de gozar, ela ficava mexendo no grelinho e quando avisei que ia encher o rabo dela de porra ela acelerou os movimentos e inundei o reto dela, logo depois ela gozou de novo enquanto eu ainda tirava o pau de dentro da bunda dela.

Depois desta fui tomar banho e quando sai ela dormia profundamente. Resolvi não ficar ali e sai sem fazer barulho. Voltei ao meu apartamento e exausto ainda olhei no relógio do quarto que marcava 3:48, que noite!

No dia seguinte, uma sexta, nos encontramos e todas estavam alegres e sorridentes, mas um pouco estranhas entre elas. Aquela noite foi o fim da amizade do grupo, que nunca mais deu certo de sair juntos. Consegui comer a Sandra no meu apartamento uma vez só e a Flávia também eu ainda a comi uma vez mas ela botou a boca no trombone e todo mundo soube de nosso caso. Parei de falar com ela e acabei ficando firme com a Michelle.

Michelle era meu desejo real, ficamos juntos os 4 meses que passei ainda lá mas quando fui embora a distância fez nosso relacionamento acabar após 3 meses de namoro a distância, principalmente depois de tudo que vivemos.

Hoje me correspondo, com todas e espero que todas aprovem o conto e descubram o que realmente houve naquele dia, que foi com certeza a “Melhor noite da minha vida”.

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Comentários

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26/01/2010 09:08:38
Obrigado! O conto foi baseado em experiências totalmente reais. Para maiores detalhes pode me contactar.
07/12/2009 17:19:04
Muito bom o conto!

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