Amor de irmãos II (Última parte)

Um conto erótico de Irmão Gostoso
Categoria: Heterossexual
Data: 28/05/2008 20:19:10
Nota 9.09

Olá amigos

Como havia prometido, passo a contar a segunda parte do caso verifico que aconteceu comigo e minha irmã e que mudou minha vida. Para quem não leu a primeira parte deste conto, peço que a leia antes para que possa ter um maior entendimento do que passo a relatar abaixo.

Como relatado na primeira parte deste conto, minha irmã Carol já perturbava minha vida pois não conseguia mais vê-la somente como uma irmã.

A partir dos últimos acontecimentos o qual gozei sobre seu corpo enquanto ela dormia, fiquei por um período sentindo um misto de remorso pelo que fiz misturado com um tesão incontrolado que somente era aliviado após várias punhetas. Muitas vezes me masturbava duas, três vezes seguidas para conseguir aliviar meus desejos por ela. Sentia medo de em algum momento perder o controle por aquela ninfeta, pois ela nem se quer desconfiava de meus desejos e muitas vezes sem querer acabava dando mole de mais.

Havia noites em que ela após tomar seu banho, vestia uma camisola de algodão branco, muito curtinha que permitia que as vezes eu visse de relance uma beiradinha da calcinha. As noites eram intermináveis, eu ficava rolando na cama pensando naquele tesãozinho dormindo no quarto ao lado e morrendo de vontade ir lá e fazer mil loucuras com ela, mas o medo de ser descoberto e desgraçar a minha vida e a vida de minha irmã ainda conseguia fazer com que eu me contentasse em descascar uma punheta alucinada.

O tempo foi passando e a esta altura ela já tinha 16 anos. O corpo já estava totalmente formado, uma ninfeta de 1,63 mts de altura pesando 50 kg, calelos pretos, lisos e longos, ela sempre foi muito vaidosa e cuidava muito bem dos cabelos, sempre com o corte das pontas impecável no formato de um grande V nas costas cujo os fios mais longos apontavam diretamente para o seu cuzinho, pele morena, queimadinha de sol, pernas bem torneadas e lisinhas, a bunda mais maravilhosa que eu já vi em toda a minha vida, perfeita, empinadinha e totalmente proporcional ao corpo, a cinturinha muito fina e bem delineada, quase dando para fechar as duas mãos em torno dela, seios médios, do tamanho de duas mangas e o rosto angelical de menina moça, muito linda e simpática.

Os meninos do condomínio e do colégio caiam matando em cima dela mas até então eu nunca havia percebido nenhum tipo de empolgação maior dela por nenhum garoto e por isso acreditava que ainda era virgem.

No final daquele ano, como de costume a empresa onde trabalho organizou um jantar dançante de confraternização para os funcionários e familiares. Como minha família em S.Paulo era apenas a Carolina, fomos eu e ela. Ela me pediu dinheiro para comprar roupas pois disse que gostaria de ir com roupas novas e causar uma boa impressão aos meus amigos. No dia do jantar, ela ficou por horas se arrumando no quarto enquanto eu a aguardava assistindo a um jogo de futebol que passava na TV. Quando esta menina apareceu na sala, meu queixo foi parar no chão. Ela deu uma voltinha e perguntou o que eu achava, fiquei por algum tempo paralisado sem conseguir dizer uma única palavras. Ela estava divina vestida com um vestidinho vermelho feito de seda que cobria suas pernas até pouco acima dos joelhos. Um decote que deixava as bordas de seus seios discretamente para fora porém mostrava o suficiente para acender os ânimos de qualquer mortal. O tecido do vestido era tão fino e leve que delineava perfeitamente o seu corpo e na parte de trás ressaltava a marca de sua minúscula tanguinha a qual dava para perceber perfeitamente que estava interrada no seu rabinho. O cabelo estava envolto em um penteado, tipo rabo de cavalo, com uma crina que saia do alto da cabeça e corria por suas costas deixando alguns poucos fios soltos na lateral da cabeça. Estava em pé sobre uma sandália de saltos altos da mesma cor do vestido e muito bem maqueada. Me deu vontade de levantar, abraçá-la e beijá-la e ficar ali até o dia amanhecer tocando e sentindo o seu corpo, mas resisti e disse que ela estava linda como eu nunca a havia visto. Ela deu um tímido sorriso e saímos para a festa.

Durante o jantar recebi inúmeros elogios de amigos dizendo que eu tinha uma irmã linda e deveria cuidar bem dela. Percebia alguns homens olhando para ela da mesma forma que um lobo fita suas vitimas. Eu não os condeno pois eu também estava me segurando.

Durante o jantar rolou muita cerveja, caipirinha e coquetéis e num dado momento ela perguntou para mim se podia provar uma bebida alcoólica. Até aquele dia ela nunca havia bebido nada que contivesse álcool e como ela já estava crescidinha consenti que experimentasse. Foi então que ela tomou uma taça de coquetel. Na seqüência provou da caipirinha que eu tomava e disse que era delicioso. E foi assim, de golinho em colinho que percebi que ela começou a ficar meio alegrinha.

Após o jantar uma banda começou a tocar algumas musicas e fomos todos para a pista de dança dançar um pouco. Ela, como já fazia ballet a algum tempo nem precisa falar que adorava dançar e o fazia muito bem chamando a atenção de todos no salão. Num dado momento a banda começa a tocar músicas lentas e foi ai que ela pegou minha mão e me arrastou para o meio do salão me abraçando e colando seu corpo no meu. Meu caralho endureceu na hora com o contado daquele corpinho lindo. Como sou mais alto que ela, meu pau ficou coladinho com o seu ventre e esse toque tava me deixando louco.

Em dado momento percebi que ela não estava passando bem pois embora não tenha bebido muito, o seu organismo não estava habituado com bebidas alcoólicas. Ela me pediu para acompanhá-la até o lado de fora pois precisava tomar um ar fresco. Sugeri então que fossemos embora pois também havia bebido e a festa já estava esfriando. Ela concordou e então seguimos para casa. Já no caminho, acho que com o balanço do carro ela ameaçou vomitar por algumas vezes e tive que parar duas vezes para esperar ela melhorar.

Chegando no prédio onde morava-mos, tive que praticamente carregá-la até o apartamento e assim que entrou pediu com um tom de voz todo mole que a ajudasse a ir ao banheiro pois queria vomitar. Levei-a até o banheiro e ela se abaixou e ficou bem uns 10 minutos abraçada ao vaso vomitando. Enquanto isto fui verificar se tinha em casa algum remédio que pudesse fazê-la se sentir melhor. Quando voltei ao banheiro com um pouco de dramin em um copo, ela estava simplesmente dormindo abraçada ao vaso. Chame-ia algumas vezes e ela não deu sinal de vida. Cheguei a conclusão que o melhor seria levá-la para a cama e deixa-la ter uma boa noite de sono, porém ao deitá-la na cama percebi a oportunidade que estava tendo naquele momento de realizar algumas das minhas fantasias que me atormentavam a anos. Naquele momento eu já não tinha a menor condição de dirsenir o certo do errado. Como não sou de ferro e entendendo que qualquer mortal ali na minha situação faria o mesmo, decidi partir para a ação. Tirei suas sandálias e me sentei na beira da cama observando seu corpinho tesudo ali deitado totalmente indefeso.

Meu pau rapidamente ficou fumegando em baixo da calca. Rapidamente tirei toda a minha roupa e meus 18 cm de pica pularam para fora, duro como pedra e a cabeça escorrendo aquele liquido lubrificante já se preparando para o que estava por vir.

Comecei a passar uma mão em seus peitos por cima do vestido enquanto tocava uma deliciosa punheta bem de leve com a outra. Devagar, querendo curtir cada segundo daquele momento, desamarrei o laço que o vestido fazia em volta de seu pescoço e o puxei lentamente para baixo deixando seus peitos totalmente a mostra. São os seios mais lindos que já vi, me abaixei e comecei a beijar de leve cada um deles e a passar a língua em torno dos biquinhos que com o contato de minha boca foram ficando enrijecidos.

Com cuidado fui abaixando mais seu vestido até tira-lo completamente pelas penas. Tirei também a calcinha minúscula que ela vestia e sua buceta ficou ali, a poucos centímetros de minha boca, totalmente depilada e lisa como bumbum de nenê. Fiquei louco com aquela visão e não hesitei em cair de boca. Chupava ela como uma criança chupando uma manga, esfregava o rosto, passava a língua desde o grelinho até o seu cú e voltava pelo mesmo caminha lambuzando toda minha cara com uma mistura de saliva com o liquido que brotava de sua xerequinha deliciosa.

Senti meu pau ardendo em brasa e a esta altura a baba era tanta que lambusava at-e minhas bolas. Aquilo era demais para mim e não resisti e mesmo sem estar tocando meu pau pois com as mãos pois estavam ocupadas abrindo suas perninhas, dei uma enorme ejaculada que veio respingar porra até no meu pescoço, porém aquilo não me aliviou em nada e pelo contrário somente aguçou mais o meu tesão por ela.

Então, deite-a de ladinho, e me posicionei deitado por traz dela. Pequei minha pica pema base que permanecia dura porém agora toda melada de porra e comecei a pincelar em seu cusinho. Meu corpo tremia de tanto tesão, aquilo estava sendo demais para mim, nunca havia estado tão excitado como naquele momento. Comecei a forçar a cabeça da pica de leve em seu cuzinho que aos poucos foi de abrindo e querendo engolir minha rola, porém percebi que poderia machucá-la pois minha pica é muito grossa e seu cuzinho muito delicado para agüentar tudo aquilo. Então recuei e deixei meu pau no meio de suas pernas e fui fazendo leves movimento de vai e vem. Fiquei roçando sua xoxota misturando meu liquido com os seus enquanto a abraçava por tráz e fazia caricias nos seus peitos que continuavam rijos.

Foi então que senti um calor diferente na cabeça de minha pica e percebi que ela havia se posicionado na entrada da xoxota. Não queria lhe tirar a virgindade daquele jeito, pensei em apenas tirar um sarrinho com aquela delicia ali nos méis braços e fiz apenas uma pequena pressão contra seu corpo, porém foi o suficiente para sentir a pele do meu caralho arregaçar toda para traz e a enorme cabeça roxa deslizar para dentro de sua bucetinha. De imediato senti o calor de sua buceta aquecer meu cacete o que me fez perder a razão e aumentar a pressão do meu corpo contra o dela. Quando me dei conta meu caralho estava inteirinho dentro de sua buceta e as bolas coladinhas com seu grelo. Como era apertadinha e quente aquela buceta. Neste momento eu suava frio e meu coração batia mais forte que bateria de escola de samba.

Fiquei ali parado por alguns instantes me deliciando com aquele momento mágico e comecei então um leve movimento de vai e vem fazendo com que minha pica num momento estivesse totalmente fora de seu corpo e no momento seguinte estivesse novamente totalmente interrado em sua buceta. Fiquei ali bombando por alguns instantes e rapidamente explodi em gozo dentro de sua buceta. Naquele momento eu já havia perdido a razão e já não tinha mais consciência dos riscos que eu estava correndo de engravidá-la. Tirei meu cacete de sua buceta e junto com ele saiu um rio de porra escorrendo pelas suas pernas. Meu pau continuava duro então introduzi novamente e recomecei o vai e vem.

Amigo, vou lhe dizer uma coisa com toda sinceridade, nunca na minha vida eu gozei tanto como naquela noite. Eu perdi as contas lá pela oitava ou nona gozada. Chegou um momento que eu nem mais tirava o pau, gozava e continuava bombando. Aquilo era o resultado de um tesão reprimido por anos a fio. O lençol em baixo de nós esta encharcado de tanta porra que saia de sua xerequinha e escorria por suas pernas.

Num dado momento eu não tinha mais porra em meu corpo para gozar, sentia-me como se estivesse desidratando pois parecia que todo o liquido do meu corpo havia sido transferido para dentro daquela bucetinha em forma de porra.

Nos ultimos gozos já não saia mais nada de minha pica, sentia apenas meu pau dando pulos e latejando dentro dela. Depois de mais ou menos uma hora e maia nesta brincadeira eu estava exausto e acabei adormecendo ali mesmo, com a pica ainda dura dentro dela.

Quando amanheceu o dia, acordei assustado, eu continuava nú sobre sua cama porém ela não mais estava ali. Levantei rapidamente, vesti minha roupa e fui procura-lá. Ela estava sentada na sala e quando eu entrei ela ficou me fitando com um olhar indescritível. A minha bebedeira havia passado e então me dei conta da merda que eu tinha feito. Estava muito envergonhado e comecei a chorar. Ela se levantou e passou por mim sem dizer uma palavra e se trancou no seu quarto onde e passou o resto do dia sem sair.

Já no fim da tarde, bati na porta pedindo para ela deixar eu me explicar, ela abriu a porta e me deixou entrar e me disse que eu não precisava falar nada, já há algum tempo ela havia percebido que eu a olhava com desejos e que de certa forma me entendia porque ela também sentia desejos proibidos por mim. Me confessou também que já não era mais virgem pois numa ocasião havia transado com um dos garoto do condomínio.

Ficamos algum tempo ali parados um olhando para a cara do outro e quando nos demos conta estávamos nos beijando como amantes que não se viam a um bom tempo.

Passamos o resto da tarde e a noite toda transando como loucos, fizemos amor de todas as formas e posições possíveis.

Ao amanhecer ela disse que não poderia mais ficar ali morando comigo, pois embora tivesse gostado muito de transar comigo não achava correto aquilo que estávamos fazendo e que iria voltar a morar na casa de nossa tia. Tentei ainda convencê-la do contrário dizendo que a amava como irmã e como mulher porém não tive êxito. Uma semana depois ela foi embora e nunca mais voltamos a transar.

Hoje ela esta com 29 anos. Casou-se a uns três anos com o filho de um fazendeiro da região e a gente praticamente não se vê mais, porém sinto que ela ainda nutre algum desejo secreto por mim assim como eu também ainda morro de desejos de reencontrá-la na cama algum dia.

De qualquer forma, toda esta aventura transformou minha vida. Tive muitas mulheres depois da Carol mas nenhuma até hoje conseguiu me fazer sentir o tesão que senti com minha irmã.

Hoje sou viciado em comer uma mulher enquanto dorme, gozo feito louco quando isto ocorre porque me da a impressão de estar fazendo algo proibido e isto me deixa com um tesão danado.

Em outra ocasião contarei outras experiências que tipo com mulheres dormindo.

Forte abraço a todos.


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Comentários

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17/12/2014 22:49:34
Muito bom, fiquei até de pau duro.
j.a
30/09/2014 18:59:31
ja peguei minha cunhada assim
21/05/2011 16:02:56
Muito bom!! Caiu um pouco de qualidade em relação a primeira parte, pois acho que você exagerou demais na quantidade de vezes que ejaculou. Mas tá valendo!! Também sou fã de sleep fetish (sexo com pessoas dormindo) e, apesar de tudo, sua saga é uma das melhores deste gênero nesse site. Parabéns!!
15/05/2010 02:38:22
cara que conto maneiro um dos melhores!!! nota 10!!!!
01/04/2010 15:41:50
Só não dou dez, por que você não comeu o cuzinho dela!
24/04/2009 09:48:10
10!
03/01/2009 12:57:55
conto muito bom....seu puto
17/12/2008 02:47:51
nossa q conto ótimo..adorei
12/10/2008 21:02:57
cara que conto maneiro um dos melhores!!! nota 10!!!!
30/06/2008 16:40:29
putzz cara.. Axo que teu conto foi o melhor que eu já li aqui .. parabens ! nota 10 Tenho mó tesão em pegar mulher dormindo.. fiz isso algumas vezes com primas e amigas de minha irmã hehehe..
26/06/2008 11:09:10
Hammer gostou mas vai dar nota 8, faltou uma pimentinha na histórinha!
04/06/2008 02:25:57
É velho, temos a mesma história para contar, sei bem o que tu sentes. Me desculpe mas fui obrigado a bater uma linda punheta lendo a sua história e me lembrando da minha. Abraço!!!
29/05/2008 11:08:12
Muita bom, pena ela ter ido embora, poderiam ter aproveitados muito mais. Nota 10
29/05/2008 01:04:22
gostei do conto,fiquei de pau duro com muito tesão,tive q bater uma punheta.

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