NA CASA DA PRAIA

Um conto erótico de Thetis
Categoria: Heterossexual
Data: 20/07/2007 22:15:40
Nota 9.00
Assuntos: Heterossexual

Nossas histórias são sempre contadas a dois, de onde um termina o outro continua colocando o seu lado na história.

NA CASA DE PRAIA

THETIS

Paulo havia me chamado para passarmos uma semana em sua casa de praia. Como eu estava de férias, prontamente aceitei o convite. Ele me esperaria na rodoviária de sua cidade e iríamos para a casa de praia em seu carro.

Ele me aguardava no local de chegada dos ônibus. Assim que o vi, antes de sair do ônibus, sorriso no rosto, senti meu coração disparar. Ali estava o meu tesão, o meu amor a me esperar. Ao descer os degraus do ônibus, ele estendeu os braços e joguei-me nele. Ele me pegou no colo e me apertou contra seu corpo. Só uma palavra foi dita em meus ouvidos:

– Saudade!

Colocou-me no chão e peguei minha mala. Como sempre, o Paulo tomou-a de minha mão, pegou-me pela outra mão e fomos até onde ele tinha deixado o carro. Durante esse pequeno percurso, não trocamos palavra alguma, nossas mãos é que se entendiam e se comunicavam. Nós dois sentíamos o quanto estávamos felizes por novamente estarmos juntos.

Ele abriu a porta para que eu entrasse. Acomodei-me no banco e ele entrou. Assim que nossos olhos se cruzaram, num impulso comum, nos abraçamos e nos beijamos. Era um beijo intenso, forte e cheio de desejos. Foi o suficiente para que eu já molhasse a calcinha e ele começasse a ficar com o pau duro. Não pude resistir e toquei nele por cima de sua calça. Dei um apertão e ele disse:

– Calma, THETIS. Dessa vez nós vamos chegar lá à casa de praia. Antes não vai acontecer nada. Reservei surpresas pra você. Lembre-se, você me deve aquela entrada que eu havia planejado em São Paulo e não realizamos. Reconhece aquela bolsa no banco de trás? Ela contém as surpresas.

Eu sorri um sorriso safado pra ele e apertei minhas coxas, já excitada com a situação.

PAULO

Assim que chegamos na casa, mal deixei que ela a visse, já que conhecia de fotos e mandei-a olhar para mim. Tirei da bolsa que estava no banco de trás uma venda e vendei-lhe os olhos. Verifiquei para que não visse nada e conduzi-a para dentro da casa. Eu já tinha estado antes ali e preparado a surpresa que ela havia fugido em São Paulo.

Ninguém teria notado nada pois não era época de veraneio, o que facilitaria muito nossa estada por lá. Fiz com que entrasse na casa, conduzindo-a pela mão.

Entrando no quarto, imediatamente amarrei-a a um gancho previamente instalado no teto, deixando-a sem mobilidade e a minha mercê.

– Fique aí, sua putinha, disse a ela, vou fazer o que quero contigo! Deixe só eu descarregar o carro e vais ver o que te espera.

Coloquei uma música suave para que não percebesse outros sons e coloquei-me a tirar as coisas do carro.

THETIS

Havia muita expectativa de minha parte. O que aquele homem estaria reservando para mim? O que estava lhe passando em mente? Eu, ali, imobilizada e sem poder enxergar o que acontecia, parada, amarrada com os braços para cima e vendada. Um misto de receio e tesão fazia meu corpo arrepiar e tremer.

Ouço seus passos entrando no quarto. Seu corpo se aproxima por trás do meu. Ele dá um suspiro fundo próximo à minha orelha e diz:

– Sabe, você fica tão linda aí, assim, sem poder reagir! Me sinto seu dono, possuo tua alma e teu corpo. Posso fazer com você o que eu quiser. E quem vai ouvir os nossos gemidos? Pode gritar, me xingar, implorar o que quiser. Ninguém nos ouve. Você é toda minha, toda minha como eu sempre quis ter.

Senti um metal frio descendo pelo meu braço. O que seria aquilo? Era uma tesoura que ela desceu até minhas costas e começava a cortar minha blusa. Eu sentia a frieza do metal passando suavemente por minha pele. Após alguns cortes, ele me deixou com o sutiã. Era um lindo sutiã branco, modelo taça, especialmente escolhido para aquele nosso encontro.

– Minha putinha achou que eu tiraria seu sutiã lindo como uma pessoa normal? Impossível, eu teria que a desamarrar, o que não vou fazer. Você está linda! Soube escolher muito bem!

Sem mais nem menos, Paulo desapareceu por uns minutos. Percebi que voltara por causa dos sons que comecei a ouvir. Ele começou a me fotografar. Eu percebia os flashes e me sentia muito excitada.

– Que pena, vou ter que estragar esse sutiã tão lindo! – E com um corte só pela frente, expôs meus seios. Com o polegar e o indicador de suas mãos, passou a apertar meus bicos. Doía e eu gemia de prazer, um prazer louco, delicioso, jamais sentido por mim. – Espere e sentirá o que eu tenho pra você.

Senti que meus bicos começaram a ser apertados por algum objeto. Que tesão! Ele ainda não tirara minha saia nem minha calcinha, mas eu sentia o quanto já estava melecada.

Novamente os flashes. Ele queria fotografar cada momento de tortura a que eu estava sendo submetida, tortura de tesão, de vontade de muitas coisas mais. Estar imobilizada e sem saber o que viria depois me causavam um tremendo frisson. Ouvia o Paulo gemendo e dizendo coisas:

– Putinha, minha cadela, que peitos gostosos! Nem faz idéia o que ainda vou fazer com você. Essa bucetinha deve estar toda molhada. Nem imagina a vontade que estou de te foder o rabinho. E hoje você não escapa de mim, minha vadia gostosa!

PAULO:

Depois de ter fotografado este espetáculo que se apresentava, ainda tinha umas coisinhas para fazer. Tinha comprado uns brincos com pingentes e colocado em cada bico do seio da THETIS. Isto estava provocando dor e ela gostava disto.

Tirei sua saia e alisei suas coxas com bastante calma, aproveitando a maciez daquela carne. Sentia que ela vibrava. Estremecia ao meu contato. Ela tinha me dito, na viagem, que estava há dias sem gozar. E eu ia me aproveitar disto para judiar um pouquinho.

O corpo da THETIS ficava mais lindo ainda com aquela cacinha. Parece que sua cintura ficava mais fina ainda e sua bunda maior. Mas ela teria que sair por estar atrapalhando. Tirei-a suavemente aproveitando para alisar suas pernas. Depois comecei a passar a mão naquelas nádegas maravilhosas. Alisei sem pressa. Passei a mão em todas as curvas daquelas nádegas deliciosas. E meu dedo sempre tocava aquele cuzinho que hoje seria sacrificado.

Alisei sua barriga, sua cintura e sempre que descia, minha mão espalmava aquela buceta que parecia estar inchada. Estava parecendo maior. E quando minha mão passava por ali, sempre tinha um dedinho que se infiltrava naquele meio molhado. Aquilo estava num burbulhão como se fora um vulcão prestes a explodir.

Enquanto fazia estes movimentos minha boca passava por sua orelha dizendo algumas obscenidades ou então lambendo.

Ela estava agora, linda, completamente nua. Em toda a plenitude de sua nudez.

– Como tu és bela, minha putinha. Disse a ela.

Beijei-lhe a nuca, mordi e fui descendo pelas suas costas seguindo a vontade da minha língua. Ela agora comandava tudo e foi descendo. Desceu até chegar na curvinha que leva para as nádegas. Tive que me ajoelhar para aquele monumento à minha frente.

Minha boca queria beijar aquela bunda maravilhosa. Foi o que fiz: beijei com lentidão aproveitando cada pedacinho daquela bunda. Minha língua, mais afoita, procurou seu reguinho e lá, seu cuzinho para lamber. A THETIS quase arrancou o teto onde estava presa. Mas ela ainda ia ter mais.

THETIS

Senti que o Paulo começou a introduzir bolinhas tailandesas em minha buceta. Após ter colocado as cinco bolinhas, aproximou-se de meu ouvido e disse:

– Fêmea, vamos ver se essa buceta sabe mexer. Vai ter que expulsar bolinha por bolinha. Se demorar, pingo parafina derretida em você.

Escutei quando ele riscara um palito de fósforo e senti o cheiro característica de uma vela acesa.

– Pode começar, minha gostosa. Estou sentado bem à frente dessa xana maravilhosa pra assistir de pertinho.

O nervosismo tomou conta de mim. A primeira bolinha eu consegui expulsar com alguns movimentos. Assim que ela saiu, Paulo beijou-me loucamente a boca, sugando minha língua.

– Maravilhosa, expulsou direitinho. Mas faltam quatro.

O beijo me deixou entorpecida. Só eu sei o quanto o beijo daquele homem me encanta! Demorei pra expulsar. Paulo derramou uma porção de parafina em meus seios. A cera derretida quente me fez soltar um gemido:

– Ahhhhhhhhhh!

Instantaneamente, a segunda bolinha foi expulsa.

– O que foi? Doeu ou ficou com tesão, hein? Só vai soltar as bolinhas se eu te torturar? Vamos ver, expulse a terceira.

Estava com dificuldade novamente, mas eu achava que, no fundo, queria que o meu homem derramasse mais vela em mim. O calor da parafina desceu pelas minhas costas e atingiu meu reguinho. E a terceira bolinha saiu.

– Puta, só trabalha sob pressão é? – Paulo perguntou, apertando minha face com uma das mãos. – Mais duas. Vamos, tesuda, você consegue, eu sei.

A quarta bolinha saiu facilmente. E ouvi aplausos. Esbocei um sorriso. Faltava somente uma, que não saía por nada. Será que, novamente, eu queria saber onde o Paulo derramaria a parafina?

O líquido quente escorreu pela minha vulva, queimando meu grelinho.

– Filho da puta! – Gritei e joguei o corpo pra trás, ainda pendurada pela corda. Mas a quinta bolinha saiu.

– Viu, vagabunda! Se não faz o que quero, castigo você. Eu já disse: hoje eu comando, você não tem vontades. Você veio pra me servir.

PAULO:

A THETIS já tinha gozado diversas vezes, não sabia quantas. Seu gozo escorria perna abaixo. Sequei suas pernas e sua buceta e brindei-lhe com uma lambida e depois com um beijo como um agradecimento pelo espetáculo que assistira. Mais uma vez, ela estremeceu de tesão.

Soltei a vela, peguei suavemente sua cintura, apertei levemente. Corri minhas mãos para cima pelas laterais até chegar em seus seios. Acariciei-os, tirei os brincos e mamei neles como se fosse uma criança. Queria dar a ela um pouco de tranqüilidade antes de continuar. Beijei seu pescoço, lambi suas orelhas e com muito tesão beijei sua boca com loucura. Enquanto beijava, soltei os nós da corda, libertei-a. Com carinho, peguei-a no colo e coloquei na cama. Suas mãos ainda estavam amarradas e disse a ela:

– Não pensa que mudei minha atitude. Foi só para te dar um momento de ternura. Agora vais levar um pau bem duro. Abre as pernas que vou entrar de uma só vez.

Penetrei aquela buceta cuja entrada estava seca. Isto fez com que uma parte dela tenha entrado junto com meu membro tornando a penetração mais difícil. Assim, senti meu pau abrindo caminho naquela buceta quente. A cabeça do pau estava forçando e logo chegou ao fundo. Eu estava todo dentro dela e senti que tinha enchido o vazio que havia.

– Mexe, putinha! – disse-lhe – Mexe e aperta o pau para darmos uma gozada deliciosa.

Enquanto isto segurava seus braços acima da cabeça impedindo qualquer movimento que não fosse o dos quadris.

– Mexe cadela!

THETIS

Aquele homem me dominando, me xingando, me mandando mexer sempre mais estava me enlouquecendo de tesão. Eu gozei, gozei muito. E como sabia que poderia me libertar de vez, soltar a minha voz, gritei como numa gritara antes gozando. Quando Paulo ouviu meus gritos, perdeu o controle e fincou tanto o seu pau na minha buceta que parecia que ia me estourar. Em seguida, soltou um uivo, me enchendo de porra, seus olhos, sua feição, ele era todo prazer.

Nunca tivera uma gozada daquelas. Me senti um animal, sem nenhum limite para me dizer como gozar. Paulo soltou seu corpo sobre o meu, completamente relaxado. Podia sentir gotas de suor que pingavam dele e escorriam pelo meu corpo, misturando-se ao meu suor. Todos os nossos líquidos tornavam-se um só, o nosso.

– THETIS, meu tesão de mulher! Você me deixou louco gritando assim. Não me lembro de ter tido uma gozada dessas antes.

E beijou minha testa, alisou meus cabelos, olhou-me nos olhos e beijou-me a boca, sugando minha língua com ternura e amor.

– THETIS, eu amo você. Você é minha, toda minha, não divido nenhum pedacinho seu com ninguém.

Aquelas palavras me faziam sentir a mulher mais deliciosa, desejada e amada do mundo. Que sentimentos eram aqueles que o Paulo me fazia sentir? Eu sabia que haveria muito ainda a esperar.

Ele se levantou, foi ao banheiro e pude ouvi-lo urinando. Ouvi barulhos na cozinha, porta de geladeira e seus passos retornando. Voltou com uma travessinha cheia de morangos com muito chantili pra nós dois.

– Você deve estar com fome, querida minha.

Fiz com a cabeça que sim. E como ele ainda mantinha minhas mãos atadas, começou a pôr pedacinhos de morango em minha boca e também em sua boca. Começou então a brincar comigo, espalhando chantili pelo meu corpo. Pegava a fruta, colocava em sua boca e lambia o chantili de meu corpo.

O que mais amo neste homem é que ele é completo: um amante como jamais imaginei, um amor cheio de carinho e meiguice, um companheiro pra horas difíceis e alegres. Meu homem delicioso!

Depois disso, Paulo desatou-me, recostou-se ao meu lado e dormimos abraçados e eu toda melada de chantili.

PAULO:

Quando acordei, vi a THETIS debruçada na janela, vestindo uma camiseta, conversando com alguém que estava na rua.Comecei a alisar suas pernas, passei a mão na sua bunda e fui passando no que eu alcançava.

De vez em quando, com uma carícia mais audaciosa, ela tremia um pouco mas a conversa continuava.

Saí da cama, fui ao chão e comecei a lamber suas coxas, sua bunda. Passei a língua no reguinho, lambi seu cuzinho e deixei-a com as pernas um pouco bambas. Senti isso na maneira com que ela respondeu para a mulher com quem falava, uma resposta que não tinha nada a ver com a pergunta.

Enquanto passava a língua no cuzinho da THETIS, ela rebolava lentamente como para esfregar mais na minha língua. Fui descendo e passei por baixo dela sempre com a língua passando em algum lugar delicioso e sempre causando um "frisson" naquela deliciosa mulher.

Quando fiquei totalmente por baixo da THETIS e passei da lambida para a chupada, aí sim as respostas começaram a ficar sem nenhum nexo. Chupava sua buceta e estendia minha língua para acariciar também o cuzinho e ela começou a rebolar. Um rebolado que aumentava a cada chupada e lambida.

A conversa começou a ficar sem motivo único e tendia a uma despedida. Incentivei para que continuasse, pois queria vê-la gozar na frente de outra pessoa que eu ainda nem sabia quem era.

Introduzi um dedo na buceta da THETIS e ela começou a delirar. Sentia isto, lá dentro, enquanto chupava seu grelinho e estava duro e intumescido de tesão. Aproveitei para colocar minha mão nos seios dela, coisa que ela tentou evitar. Mesmo assim consegui e apertei os biquinhos ao mesmo tempo em que mordi seu grelinho. Foi nesta hora que ela apertou as pernas em mim e gozou que pude sentir seu gozo escorrer por nós dois. Ela gritou coisas ininteligíveis e riu muito para esconder da pessoa o seu gozo.

THETIS:

Despedi-me da mulher com quem conversava. Estava mole e queria me lançar ao chão ou à cama. Despenquei no chão mesmo.

– Filho da puta, que sacanagem fazer isso comigo! Ainda bem que a mulher estava meio longe.

– Não reclama, cadelinha. Você adorou, olhe, tá todinha escorrida pelas pernas!

– Vou tomar um banho, Paulo. Preciso.

Já nua, entrei no box. Fechei a porta de vidro e comecei a lavar meus cabelos. Quando ia enxaguá-los, ouvi o Paulo abrindo a porta e dizendo:

– Faça de conta que não estou aqui e continue tomando banho naturalmente.

Começou, então, a me fotografar. Fiz o que ele me pedia. Tomava banho como se ele não estivesse ali. Ele se colocava em diversas posições para poder pegar diversos ângulos.

Quando desliguei o chuveiro, o Paulo me pegou no colo, ainda molhada, levou-me até o quarto, envolveu-me numa toalha e disse:

– Vamos pra praia. Não vista nada.

Eu teria que sair daquele jeito. A situação se mostrara estranha, mas me senti tentada a realizar o desejo do Paulo.

Já na areia, vi que ele passou os olhos ao redor e me mandou tirar a toalha e ir caminhando pra água. Iria novamente me fotografar. Eu estava nua, caminhava nua. A sensação de liberdade tomava conta de meu corpo de tal forma que me senti a mulher mais formosa do mundo, estranha sensação!

Entrei na água e logo dei um mergulho. A água estava deliciosa. Ao abrir os olhos, fora d’água, vi meu homem vindo em minha direção, também nu. Próximo a mim, mergulhou e senti quando passou sua língua em minha vulva. Levantou-se e me beijou a boca.

– Putinha, mergulha e chupa meu pau!

Fiz o que ele me pediu. Senti que seu tesão era grande e ele começou a segurar minha cabeça dentro d’água. Ele não queria que eu parasse, mas eu precisava do ar. Comecei a ficar nervosa e me debati um pouco, quando ele soltou.

Agoniada, ergui-me, ele abraçou-me e disse:

– Desculpe, THETIS! Eu estava tão louco de tesão que não queria que parasse.

Pegou-me novamente no colo e jogou-me n’água. Como é gostoso estar no colo do meu Paulo! Sinto-me tão amparada, seu corpo, a textura de sua pele, seu cheiro, tudo me deixava no ar.

Brincamos por um bom tempo, passávamos um sob a perna do outro, dávamos lambidinhas dentro d’água, brincávamos com as mãos. Voltamos a ser crianças, porém crianças safadas.

Não havíamos tomado café ainda e a fome apertou. Pedi para que voltássemos pra casa. Eu queria comer. E ele também. Saímos nus da água, de mãos dadas, como um rei e uma rainha do Universo. Enrolei-me na toalha e ele vestiu o calção. Voltamos à casa.

PAULO

Aquele banho tinha sido muito revigorante, também pela hora que foi. E agora íamos nos alimentar um pouco com um bom café matinal.

Ao chegarmos ao chuveiro de fora da casa, tiramos a roupa, ou melhor quem tirou fui eu pois a THETIS estava apenas enrolada na toalha, e recebemos um boa ducha de água doce.

Tinha deixado a água no fogo e agora estava fácil de preparar o café. Fizemos algumas arrumações e limpezas que se faziam necessárias e nos preparamos para voltar à praia. Munidos de cadeiras, guarda-sol e coisas geladas para bebermos. Chegamos à praia pelas 11 horas.

Não tinha visto qual biquíni a THETIS tinha colocado pois quando a vi, já estava com um tecido tapando a parte de baixo. Estava esperando para ver o que viria. Quando ela, propositadamente na minha frente e de costas para mim, ficou apenas com o biquíni, quase perdi o fôlego. Ela tinha vindo para arrasar. A parte de trás era realmente um fio dental. Na frente então era muito pequeno. Mas como a praia estava deserta, não haveria problemas.

A THETIS deitou na areia e foi bronzear o corpo que logo, logo estaria em minhas mãos para ser acariciado.

THETIS

Vi que meu Paulo mexia em nossa sacola. Pegou o protetor solar e veio passar em meu corpo. Era o que eu queria, sentir suas mãos peregrinando em meu corpo. Ele percorria suavemente cada curva, cada relevo, cada depressão minha. Fechei os olhos para poder direcionar todas as minhas sensações para suas maõs. Nunca encontrara um homem com mãos mais firmes que Paulo. Ele me fazia uma mulher completa.

Suavemente tocou em minha cintura para que eu me virasse e ele pudesse passar o protetor na frente. Eu estava em transe. Eu era toda dele. Uma sombra começou a se fazer em meu rosto; era o rosto dele que se aproximava ao meu. Seus lábios tocaram levemente os meus e a suavidade transformou-se num beijo acalorado. A suavidade de suas mãos eram agora apertos. Jogou seu corpo sobre o meu e o nosso tesão era ardente.

Não dissemos palavra nenhuma. Sua mão direita afastou o meu biquíni para o lado, puxou seu cacete duro e lindo pra fora do calção e o introduziu com força em minha buceta já toda molhada. Ele me penetrava com vigor e bramia como um animal. Enredou meus cabelos em seus dedos e puxava minha cabeça pra trás na areia. Mordia e lambia meu pescoço e meu queixo. Virava minha cabeça para o lado e lambia a minha orelha.

Eu ajudava a intensificar os movimentos do corpo daquele homem-tesão, lançando meus quadris pra cima, ao encontro de sua pelve. Seu pau parecia me estourar de tanto que estava grosso e duro. Segurava-o nas costas e, quando o tesão aumentou demais, passei as unhas na pele de suas costas, arrancando um grito feroz dele.

Deu uma estocada forte dentro de mim e começou a urrar, gozando. E eu... gozava junto. Éramos dois animais loucos um pelo outro, completamente absortos naquele tesão todo.

O Paulo relaxou seu corpo sobre o meu e, pouco depois, pude sentir a porra escorrendo em direção a minha bunda. Era gostosa a sensação que eu tinha. Abraçava-o com tamanha sofreguidão, para que aquele momento fosse eterno. Ele colocava beijinhos suaves em meus ombros, como se eu fosse toda a sua vida. E assim ficamos por deliciosos minutos. Quem era o Paulo? Quem era a THETIS? Éramos um só. Somos um só.

PAULO:

Depois de um banho delicioso no mar, voltamos e fomos almoçar. No restaurante, com pouco movimento, resolvi agitar um pouco a THETIS e enquanto esperávamos a refeição chegar, comecei a colocar o pé no meio das pernas da THETIS. Ela, safada com é, logo afastou as pernas para que meu dedão do pé começasse a mexer no grelinho. Ficamos assim até chegar a comida e àquela hora ela é que queria ser a comida, tal o estado que a deixei. Depois de tudo, comemos e fomos embora sem mais aventuras.

Depois, ao chegarmos em casa, fomos descansar um pouco na rede e acabamos dormindo abraçadinhos. No meio da tarde, acordei e fui urinar, na volta, sentei ao contrário da THETIS e nossas pernas se inverteram de forma que nossos sexos se encostavam. Ela acordou e pronta, como sempre está, percebeu minha brincadeira. Sua perna passava por meu rosto e comecei a beijar sua perna, lambi seu pé, deixando-a acesa novamente.

Sua coxa ficava na altura da minha barriga e numa posição ótima para passar a mão. Com um esforço conseguimos tirar as partes de baixo de nossas roupas, deixando nossos sexos em contato direto. Era uma delícia de contato. Ela se abraçava em minha perna como eu fazia com a dela. Procurei aos poucos uma penetração, até conseguir. Naquela posição, meu pau, um pouco estrangulado pela posição, não permitia um retorno do sangue o que o deixava ainda maior e mais duro. Ela estava adorando isto. Quis mexer, não deixei. Disse-lhe que só com era permitido movimentos internos dela.

– Quer gozar, cadela? Mama com a buceta. É o máximo que te permito fazer.

Por minha vez eu dilatava e relaxava meu pau dentro dela. Nossos movimentos eram muito sutis. E o tesão disto, não havia nada melhor. Ela estava com aquela cara de puta que conheço. Ela não estava mais agüentando e louca para mexer e gozar. Assim ficamos. Por vezes, tínhamos que parar. A rede estava na frente da casa e passava uma ou outra pessoa.

Nem mesmo a rede mexia. Quem realmente estava trepando eram uma buceta e um pau, pois nós nos mantínhamos parados olhando um para o outro. Nossa trepada era só no olhar. Assim fizemos até que o gozo veio farto e relaxante, como estávamos esperando.

Ficamos ainda assim encaixados por muito tempo pois foi difícil o pau amolecer naquela posição e a putinha ainda gozou mais de uma vez.

Adormecemos. Estava anoitecendo quando acordamos novamente.

THETIS

A fome apertou. Muito desgaste sexual dá nisso. Resolvi preparar uma refeição pra nós. Fui pra cozinha e vesti somente a parte de baixo de um biquíni. Era a primeira vez que eu iria cozinhar para o meu Paulo. Um certo receio de não acertar no tempero ou no sal me deixava muito feliz por tentar.

O Paulo sabia o quanto gosto de uma cervejinha e ele próprio abriu uma latinha pra mim e colocou num copo. Adoro cozinhar tomando uma bem geladinha. Pedi para que se sentasse e ficasse ali, conversando comigo.

Descasquei cebola e alho. Lavei arroz. Havia filezinho de peito de frango na geladeira, já temperado. Piquei algumas cenouras e vagens. Fiz um belo arroz à grega, arroz soltinho. Grelhei o filé e coloquei algumas fatias de queijo fresco por cima. Lavei algumas folhas de alface, acelga e um tomate. Fiz a salada.

Enquanto preparava a refeição, entre um golinho e outro de cervejinha, Paulo vinha, me abraçava, beijava meu pescoço, alisava meus seios, minha bunda, falava safadezas e dizia o quanto me amava e me achava linda cozinhando daquele jeito.

Pedi a ele que ajeitasse as coisas sobre a mesa e fui levando a nossa comidinha. Fiz questão de fazer o prato de meu Paulo e, antes de começarmos a comer, pedi-lhe um beijo e recebi um delicioso beijo na boca.

Aquele homem me intrigava demais. Olhava pra seu rosto, sabendo que ele penetrava em minha alma e decifrava meus segredos. Aquilo me fascinava. Enquanto comíamos, falávamos coisas de nossa vida, ríamos muito e trocávamos carinhos.

Após termos terminado, Paulo quis opinar sobre a minha comida. Disse que estava deliciosa e me amava um pouco mais.

Eu amava aquele homem, muito mais do que ele podia pensar. Não sei se meus olhos e minhas atitudes conseguiam transmitir todo o amor que eu sentia. Estar ali com ele era como a realização de um sonho que parecia impossível.

Ficamos ainda por um bom tempo à mesa, conversando.

PAULO:

Descansamos um pouco. Depois peguei a THETIS pela mão e saímos em direção oposta ao mar. Caminhamos até chegar na mata. Por ali fomos caminhando, conversando (aliás, uma coisa que nunca nos falta, é assunto) e volta e meia trocando carinhos. Lá adiante falei para a THETIS:

– Feche os olhos e só abra quando eu mandar. Numa virada que demos, chegamos a uma clareira e disse a ela: - Agora olhe! – O local era muito lindo. Uma clareira não muito grande onde a água chegava por uma pequena queda e formava um remanso no rio. A THETIS nem bem tinha aberto os olhos e já estava nua se dirigindo para a água, vestindo apenas um "biquíni de pele branca". Rebolava como ela sabe que gosto. Entrou n'água.

Segui-a com um mergulho e quando emergi fui recebido belos lábios da THETIS acompanhados da sua língua que me invadiu num beijo louco de desejo. Nos beijamos por um bom tempo. Nossas línguas pareciam bailarinas uma na boca do outro procurando nossos sabores.

Nisto a THETIS mergulhou e me brindou com uma bela chupada. Pensei que ela não ia voltar mais pelo tempo que demorou. Quando voltou, tomei fôlego e retribui aquela chupada com outra em sua buceta e em seu cuzinho.

Quando voltei à tona mal tive tempo de me equilibrar e a THETIS jogou as pernas na minha cintura e como um passe de mágica enterrou meu pau até o fim. Apertava as pernas em mim e rebolava para gozar.

– Me morde! Morde tudo que quiser e com força. Disse ela. Estou louca de tesão. Quero teu pau me fodendo muito. Me come gostoso. Mete tudo que puder. Me rasga se quiser.

Foi o que fiz. Comecei a morder o bico dos seios que é o que ela mais gosta.

– Estou gozando, seu gostoso! Morde e me aperta bem. Lambe minhas orelhas. Faça o que quiser comigo. Bate em mim. Bate na minha cara. Sou tua puta. Sou vagabunda quando estou contigo.

A THETIS estava com aquela cara de puta. Ela sempre fica com esta cara quando vai gozar. E gozou gostoso. Eu tinha me guardado pois queria algo mais.

Quando saímos da água ela seguia na minha frente e fiz com que ficasse de quatro e sem muita pena penetrei seu cuzinho. Ele estava querendo isto fazia tempos. Enfiei com carinho, mas sem piedade, até que minhas bolas encostaram na sua bunda.

Segurava-a pela cintura e enterrava tudo que podia. Ela agüentava como uma verdadeira potranca. Mordia sua nuca e suas orelhas e ela com novamente com aquele olhar de putinha. Aquilo me deixava mais louco ainda.

– Enche meu cu com tua porra quente! Come tua cadela. Estou no cio louca para ser comida por ti. Quero dar sempre para ti. Enfia este pau onde quiser. Quando quiser estou sempre pronta para gozar contigo, meu macho gostoso. Forçando ainda mais um pouco, gozei largamente naquele cuzinho macio e quentinho.

THETIS

Finalmente meu Paulo conseguira o que tanto desejara: comer meu cuzinho. Estranha a sensação que tive depois. Sentia que havia se completado o elo entre nós. Eu agora pertencia completamente a ele. Joguei uma toalha na terra e nos deitamos ali, de lado, frente a frente. Nenhuma palavra, somente nos olhávamos.

Voltamos para a casa. Eu havia planejado uma orgia de frutas. Havia morangos, uvas, pêssegos e cerejas em calda e chantili. Meu plano era deitar-me nua sobre a mesa e ser a sobremesa do Paulo. Mas estávamos exaustos demais. Tomamos um banho e fomos para a cama dormir.

Ficamos na cama até 11h30min, brincando, conversando e se acarinhando. Levantamos, tomamos água de coco e fomos pra praia. Ficamos sentados um tempo, sob a sombra de uma árvore.

Ao voltarmos, Paulo pegou o carro pra buscar pãozinho e café para a nossa última manhã, no dia seguinte. Aproveitei para preparar o ambiente: coloquei as frutas sobre a mesa, quer dizer, ajeitei-as na beirada. Nua, subi na mesa e comecei a me preparar: primeiro nos pés, subindo pelas pernas e coxas, coloquei uma cerejinha em cada vãozinho do dedão do pé. Salpiquei alguns pêssegos que cortei no caminho de chantili que ia até as coxas. Deitei-me e coloquei bastante chantili nos seios, fazendo outro caminho até o umbigo, onde coloquei uma generosa quantidade até chegar na bucetinha, onde lambuzei bastante. Coloquei morangos nos bicos, no umbigo e as uvas enfeitaram a minha pelve. Acho que fiquei linda.

O barulho do carro chegando, a porta se abrindo e se fechando, os passos do Paulo e...

– Filha da puta deliciosa. Vim no caminho pensando em comer alguma fruta, mas essa salada de frutas nem imaginava. Mas antes...

E lá estava ele me fotografando, ia pra lá e pra cá. Começou abocanhando a cereja de um dos meus pés, chupava e lambia gostoso o meu dedão. Retirou alguns pêssegos de minha perna, com cuidado pra não se encher de chantili. Veio até um dos seios, abocanhou o morango e chupou com gosto. O outro morango, ele pegou, enfiou na boca, veio até a minha boca e colocou-o para que eu o comesse.

Eu sentia muito tesão, mas segurava o corpo para não derrubar as frutas e aquilo aumentava mais ainda a minha excitação. Senti que Paulo pegou uma das uvas com os dedos e enfiou em minha bucetinha. Aquilo me arrancou um gemido, principalmente porque foi inesperado. De repente, ele começou a esfregar o chantili por todo o meu corpo. Lambuzou-me toda. Mandou-me abrir as pernas e ir forçando a saída da uva. Ficou com a boca bem na abertura de minha buceta, esperando a uva sair. Contraía meus músculos vaginais e sentia a respiração ofegante do Paulo, esperando a uva. O tesão era grande e as contrações aumentaram e eu expulsei a uva pra dentro da boca do Paulo, gozando ao mesmo tempo.

– THETIS, meu tesãozinho, nunca comi uma uva tão gostosa. Vem cá, desce da mesa e debruce-se nela.

Encheu a mão de chantili e espalhou pela minha bunda. Senti seu pau penetrando em meu cuzinho de novo, entrando gostoso, todo melado de chantili.

– Tá vendo, minha gostosa? Acho que fiquei viciado por esse cuzinho e pelo jeito você também gostou! Geme, minha putinha maravilhosa, geme!

E aquele pau entrava tão gostoso que eu gemia deliciosamente. Paulo não se demorou a gozar. Senti rapidinho a sua porra se misturando ao chantili.

Deixamo-nos cair no chão, abraçados. Tínhamos que nos limpar e descansar. Teríamos muito o que limpar na casa antes de irmos embora na manhã que insistia em chegar.

e-mail: [email protected]: http://casalfogoso.blogspot.com

Comentários

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24/07/2007 00:53:38
Ótimo conto. Gosto muito dos contos de vocês, escrevem ambos muito bem e a maneira que escrevem deixa a coisa ainda mais quente. Continuem deixando contos por aqui... Ah, e o blog parece estar meio parado.
23/07/2007 17:59:42
Perfeito o conto...tem de tudo um pouco... e principalmente o modo como os dois escreveram é q da mais tesão... ficou d+! parabéns!

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